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Olimpia, 14 de Maio, 2018 - 00:42
Usina adota tecnologia de ponta contra as queimadas

Depois de arcar com prejuízo de R$ 5 milhões com queimadas ilegais nas lavouras de cana-de-açúcar em 2017, o grupo Tereos Açúcar & Energia Brasil, detentor da marca Guarani e gestor de quatro usinas da região, investiu em sistema de monitora­mento de incêndios, no qual utiliza 13 satélites, sendo que um deles é operado pela NASA, a agência espacial dos Estados Unidos da América (EUA).

Ao custo de R$ 1 milhão, a plataforma GMG Ambiental, desenvolvida em Rio Preto, vigia 24 horas por dia os 120 mil hectares de canaviais nas sete unidades no Estado do grupo com o objetivo de detectar focos de incêndios. As usinas ficam em Olímpia, Guaraci, Seve­rínia, Tanabi, Pitangueiras, Colina e Guaíra.

O sistema Orion (sigla para Observed Remote Information from Orbital Navigation) utiliza satélites operados por agências privadas e governamentais. Do espaço, por meio de ondas de calor emitidas, encaminha os alertas para a Central de Controle na unidade industrial Cruz Alta, em Olímpia, e também para uma central em Rio Preto. Com informações sobre a direção do vento e a melhor rota para chegar ao ponto que está em chamas, a central já aciona a equipe de combate a incêndio mais próxima.

Trabalho que, segundo o diretor-executivo da GMG Ambiental, Rupen Grisi Kuyumjian, reduz consideravelmente a proporção da queimada descontrolada. Um foco de incêndio, que levaria horas para ser identificado e combatido, pode ser controlado na metade do tempo: “A localização precisa facilita a logística das ações de combate, diminuindo em 50% o tempo com o deslocamento dos caminhões e os brigadistas mais próximos”.

Rapidez que o superintendente de sustentabili­dade da empresa, Edil­berto Bannwart, afirmou que deve ser cada vez maior. “O objetivo é aprimorar essa tecnologia para termos a melhor resposta a esses incêndios causados de forma irregular.” Até 2014, até multinacionais do setor sucroenergético ainda usavam o fogo para queimar a palha da cana-de-açúcar antes da colheita. Mas de lá para cá, as usinas substituíram a prática pela colheita mecanizada.

As licenças ambientais para as queimadas, até então emitidas pela Cetesb, foram restringidas. Isso porque, desde 2002, há lei estadual para eliminação gradativa da queima. Desta forma, as queimadas encontradas em canaviais atualmente são consideradas irregulares. “O que acontece hoje são incêndios que não estão planejados, de forma acidental (ou intencional) e sem controle”, disse o superintendente.

Segundo Bannwart, as principais queimadas constatadas poderiam ser evitadas. Incêndios que começam nas vegetações próximas às rodovias e estradas e depois passam para os canaviais. “Provocadas por bituca de cigarro, pessoas que queimam lixos próximos aos canaviais ou aos pastos, fogo na beira do rio que vai fagulha para a plantação.”

Para combater essas práticas, as empresas tentam conscientizar a comunidade sobre os prejuízos ambientais. “Vão além do financeiro. Temos também perdas ambientais (vegetação e animais) e para as pessoas que estão ao redor dessas queimadas”, afirmou o superintendente.

 


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