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Olimpia, 08 de Setembro, 2019 - 17:58
Universidade Brasil campus de Olímpia tem alunos prestes a irem à justiça contra possível golpe no Fies

A Universidade Brasil que esta semana foi destaque no noticiário nacional, com a prisão de seu reitor, José Fernan­do Pinto da Costa, seu filho e sócio, além de 20 outros envolvidos, tem campus em Olímpia desde 2013 e tem mais de uma centena de alunos prestes a entrar na justiça contra também um possível golpe no Fies.

No caso local, quando ainda se chamava Uniesp, a universidade adquiriu a Faculdade Ernesto Riscalli – Faer e conseguiu arrebanhar, ao que se informa, aproximadamente 500 alunos com a promessa de fazer faculdade praticamente de graça, pois o aluno financiaria seu curso pelo Fies e, ao final, a entidade pagaria as prestações para o estudante.


Ocorre que, segundo alguns universitários já formados ouvidos por esta Folha, vários foram desistindo dos cursos ao longo dos anos, mas, mais de 100 teriam concluído a faculdade e agora estariam tendo que pagar as prestações que a entidade teria se comprometido a saldar.

E o que é pior, ainda teriam descoberto que o valor que contrataram com o programa do governo e que foi recebido pela faculdade é muito maior do que qualquer curso equivalente na região, chegando, em alguns casos, a ser até mais de uma vez e meia e até duas vezes superior ao valor cobrado em cursos equivalentes na região.

Para que a faculdade pagasse a prestação para os alunos ao final do curso estes tinham que cumprir alguns requisitos como percentual de frequên­cia, prestação de serviços voluntários e boas notas.

A universidade, agora, em muitos casos estaria alegando que os alunos não teriam cumprido estes requisitos. Em outros, no entanto, não estaria nem dado resposta a pedido de informações dos alunos, muitos já exercendo a profissão.

OPERAÇÃO EM

FERNANDÓPOLIS

A operação Vagatomia, no entanto, foi deflagrada na terça-feira, 3, esquema de fraude na concessão do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e também na comercialização de vagas e transferências de alunos do exterior, principalmente Paraguai e Bolívia, para o curso de medicina em Fernandópolis, Bolsas do Programa Universidade para Todos (Prouni) e fraudes relacionadas a cursos de complementação do exame Revalida.

O dono da Universidade Brasil, José Fernando Pinto Costa, de 63 anos, e o filho dele, que foram presos naquele dia usavam o dinheiro desviado para comprar imóveis, helicópteros, jatinhos, aviões e dezenas de veículos de luxo, de acordo com o delegado da Polícia Federal Cristiano Pádua.

O empresário e engenheiro José Fernando Pinto da Costa, que também é o reitor da instituição, foi preso em São Paulo. O filho dele foi preso no aeroporto de Guarulhos (SP). Eles são apontados pela PF como chefes do esquema.

“O dinheiro que eles desviavam, além de afetar a qualidade do ensino e tirar vagas de alunos que realmente mereciam, também era utilizado em benefício próprio. Eles compravam helicópteros, jatos e faziam diversas viagens. Enquanto isso, registros comprovam que na faculdade muitas vezes faltavam itens básicos como papel higiênico e toner para impressoras”, afirmou Pádua. Estimativas da Polícia Federal indicam que, nos últimos cinco anos, aproximadamente R$ 500 milhões do Fies e Prouni foram concedidos fraudulentamente.

Dos 22 mandados de prisão expedidos pela Justiça Federal, em Jales, 18 pessoas foram presas. Quatro suspeitos são considerados foragidos.

Entre os presos estão funcionários da universidade e o presidente e vice do Fernandópolis Futebol Clube. A investigação não terminou e vai continuar apurando a participação de pessoas no esquema e também aqueles que compraram vagas.

 


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