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Olimpia, 26 de Julho, 2020 - 17:48
Um momento importante para a vida ou para a morte

“Quando a realidade não pode ser
decifrada; quando a maioria se
arrisca levada pela desinformação;
quando fatos marcantes não são levados
em consideração; está colocado o
cenário propício para a proliferação
de qualquer mal. E o resultado
quase sempre é a dor e o sofrimento
generalizados”.
Mestre Baba Zen Aranes

 

ASSUSTADOR, ...

...  assombroso, ater­rori­zante, hediondo, horrendo, horrível, medonho, temeroso, sinistro, ou sei lá o que. Fica difícil encontrar a palavra certa para descrever a sensação que a dentista de minha neta narrava no momento em que contava a aventura dramática vivida por ela e pelo marido ao experimentar as agruras, o sofrimento provocado por este ser microscópico que invade o nosso corpo e ninguém sabe ao certo o que pode provocar.

A PRÓPRIA CRIANÇA ...

... que tinha um dente de leite infeccionado e que necessitava ser arrancado, se conformou com a postergação da data do procedimento enxergando que o seu problema era pequeno diante do que havia contado a profissional pelo telefone e estava sendo descrito por sua avó.

O MARIDO ...

... vivenciou dias de sofrimento tal que a profissional nunca tinha visto em sua vida e que não acreditava que pudesse passar e, mesmo tendo melhorado, se preocupava com as sequelas que pode ter deixado.

ELA, ACOMETIDA ...

... pela mesma doença, dias depois, experimentou na própria pele, ou no próprio corpo e até na alma, do veneno que muitos não acreditam que possa existir.

SÃO VÁRIAS ...

... manifestações que provocam dor e situações indescritíveis de pavor, medo e outras sensações principalmente provo­ca­das pela ausência do principal combustível que impulsiona o nosso corpo: o ar.

“NÃO DESEJO” ...

... que aconteça comigo nem ao meu maior inimigo, nem a um animal de laboratório criado para servir de cobaia de experi­men­tos científicos”, foi um dos entendimentos sobre como estava vendo a situação.

ALÉM DA DOR ...

... provocada por manifestações diversas, a falta de ar, a prostrante situação de incapacidade de fazer um gesto simples que praticamos trilhões de vezes durante a nossa existência e não nos apercebemos de quão é importante e decisivo na nossa vida, o inspirar e expirar, ou apenas o chamado respirar.

SIMPLESMENTE ...

... é como se fossemos gado a caminho do abate no matadouro, mas que no trajeto vai experimentar todo tipo de violência física e espiritual. Este vírus, na verdade, é um terrorista que ninguém vê e não sabe onde está e que nos impõe o medo, o pânico através da dor e do sofrimento generalizado.

ESTA HISTÓRIA ...

... vivida pela família de uma pessoa próxima faz levar à convicção de que estamos chegando no momento que a maioria não acreditava que pudesse ocorrer. Na fase em que o longe fica perto. Que a desgraça não ocorre mais só com o vizinho, mas está próxima de você.

O QUE A GENTE ...

... ouviu primeiro falar que acontecia em outros países, chegou ao nosso. Depois atingiu as grande cidades e, agora, está muito próximo, circulando pelas ruas de nossa cidade, pertinho de todos nós, a um simples ato de alguém tossir ou falar próximo da gente e acabarmos respirando invisíveis gotículas de saliva ou de secreção que, no seu interior, carregam este terrorista assustador e implacável chamado SARS-CoV-2 que provoca a devastadora doença denominada Covid-19.

O MOMENTO É DE ...

... apreensão. As pessoas precisam se precaver, pois na própria rede já começam a pipocar casos e mais casos de pessoas pedindo ajuda e contando histórias dramáticas sobre o chegar da pandemia.

O PIOR É QUE ...

... mesmo assim, o momento é de incredulidade. As pessoas continuam fazendo festas, andando sem máscaras, não se preocupando com a higieni­zação principalmente das mãos e não mantendo o distancia­mento.

E O QUE PODERIA ...

... se o antídoto contra este estado de coisas, as chamadas medidas de contenção, acaba não se materializando, pois não existe fiscalização destas próprias regras que, ao que parece, existem apenas para se fingir que se faz alguma coisa, mas não para ser cumpridas.

ESTA SEMANA ...

... a média diária de número de casos saltou de 12 na semana passada para 18 esta semana, com a cidade registrando 32 casos em apenas um dia.

NÃO DÁ MAIS ...

... para fingir que a situação não é séria e que muitas mortes que poderiam ser evitadas vão acabar acontecendo. Esta semana um funcionário público municipal muito querido em Cajobi, acabou falecendo pela doença e conster­nou a população daquela cidade, além de, ao ser o oitavo a morrer na Santa Casa, mostrar que mesmo com 10 respiradores, o sistema de saúde local pode ir a colapso em curto espaço de tempo. Esta semana passou dois dias com 70% dos leitos ocupados.

ATÉ ALGUNS NEGACIONISTAS ...

... Bolsonaristas de carteirinha como uma médica que considero minha amiga já estão postando nas redes para tomar cuidado e atestando a seriedade da situação, contradizendo escritos do passado recente quando brigavam para provar que era uma simples gripezinha.

EM VERDADE ...

... todo o esforço geral advindo das medidas de quarentena decretadas no final de março, inclusive com a paralisação da mola propulsora da nossa economia, o Thermas, a se continuar o estouro da boiada, com tantas festas, tantas aglomerações em supermercados e festinhas pra todo lado, o que poderia ser uma situação controlada, poderá se materializar em muito sofrimento e muita consternação, com o aumento de mortes. E morte não tem como remediar...

José Salamargo ... sentindo que as decisões tomadas no atual momento, com pouca margem de erro, serão fundamentais para o futuro próximo, com consequências que podem ser fundamentais para a vida ou para a morte.
 

 

 


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