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Olimpia, 03 de Fevereiro, 2020 - 14:37
Os alunos e a escola

Está começando mais um ano escolar. Para as crianças e adolescentes que permanecerão na mesma escola na qual estudaram no ano passado, pode ser tranquilo o reinício das aulas, no entanto para os estudantes que precisaram mudar de escola pode ser muito desafiador e estressante.

Geralmente, as mudanças inesperadas, causadas por uma transferência de emprego dos pais, por exemplo, costumam causar mais estresse do que aquelas já esperadas, como quando a escola não oferece o próximo segmento. Dessa forma, sempre que possível, a orientação é preparar as crianças com antecedência para que elas lidem melhor com o que está por vir.

Uma boa iniciativa é levar o estudante à nova escola para que ele conheça de antemão o espaço físico e a equipe pedagógica com quem irá conviver. A medida traz mais segurança e facilita a criação de laços com a nova instituição. Outra atitude importante é levar à nova escola o material didático utilizado pelo estudante no colégio anterior. Assim, a equipe pedagógica poderá avaliá-lo e construir, se necessária, um plano de apoio pedagógico de transição para o novo aluno.

No mais, é necessário construir oportunidades. O diálogo com a criança ou o adolescente deve ser com naturalidade e genuíno interesse sobre os medos inerentes às novas situações. Os filhos precisam perceber que os pais se importam com o que eles estão sentindo porque já passaram por situações similares. Perguntas do tipo “teve algo que te fez sentir mal?”, “há mais colegas novos em sua turma?”, “se sentiu perdido por algum motivo?” ou “qual a sua primeira impressão dos professores?” ajudam a monitorar se a adaptação escolar está sendo bem-sucedida ou não. Observar se o estudante chega tranquilo ou angustiado em casa também ajuda a entender como andam as coisas na escola.  

Os especialistas explicam que a família deve estar preparada para uma resistência e até tristeza nos primeiros dias, mas isso deve mudar com o passar do tempo. Caso contrário, é preciso pedir ajuda ao setor pedagógico da escola, que deve possuir mecanismos próprios de apoio à socialização e ambientação de novos estudantes.  

Outro aspecto importante na vida escolar, especialmente quando há mudanças na rotina, é a organização dos estudos. Muitas vezes, ao mudar de escola, o estudante pode se atrapalhar com as novas demandas e ver seu rendimento prejudicado.  Nessas horas, tanto os pais, como a escola, devem intervir. Rotina e disciplina são as palavras norteadoras para o sucesso da escolaridade de crianças e jovens. O primeiro passo é entender que o estudante não conseguirá desenvolvê-los sozinho. A escola precisa deixar claro o que estudar e como estudar para que a família auxilie em relação a rotina e a disciplina.

São necessárias ao menos duas horas de estudos em casa por dia, de segunda a sábado, para que o estudante se aproprie do que foi ensinado em sala de aula. Contudo, nos anos finais do Ensino Médio, por conta da proximidade do vestibular, esse período pode não ser suficiente, havendo a necessidade de aumentar o tempo destinado aos estudos em casa. Importante: estudar não é apenas fazer as tarefas de casa.

É necessário distinguir o que é estudar em cada etapa de formação do estudante, de acordo com o ciclo em que ele se encontra. No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, estudar implica em ler livros do seu interesse, desenhar, montar quebra-cabeças, ouvir, criar e contar histórias, interpretar a partir de pequenos textos, estimular resultados numéricos, entre outros. Já no Ensino Fundamental – Anos Finais, estudar implica em ler e saber resumir as principais ideias do texto, redigir textos próprios, calcular, criar mapas mentais relacionando as áreas, elaborar e responder perguntas, se localizar no tempo e no espaço, resolver problemas de lógica etc. Enquanto que no Ensino Médio envolve tudo o que foi citado no Ensino Fundamental, de maneira mais complexa e aplicada para se avançar com propriedade no trabalho com a matriz curricular proposta para o final do Ensino Básico. 

Por fim, mas não menos importante, é preciso ficar atento às emoções. Isso porque, algumas vezes, o aluno tem rotina e disciplina, organiza seus estudos de maneira adequada, mas não consegue bons resultados por conta da ansiedade ou do nervosismo. Nesses casos, é importante buscar apoio terapêutico para entender como a criança ou o adolescente está lidando com as pressões e cobranças e, assim, encontrar soluções.


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