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Olimpia, 05 de Fevereiro, 2018 - 11:56
O livro Um Útero é do Tamanho de Um Punho chegou nas livrarias

Um Útero é do Tamanho de Um Punho
Lançado originalmente em 2012 pela Editora Cosac Naify e reeditado pela Editora Companhia das Letras, “Um Útero é do Tamanho de Um Punho” reúne poemas escritos a partir de um tema central: a mulher. Uma das vozes mais destacadas da geração, Angélica Freitas subverte as imagens absolutamente gastas do que se espera do gênero feminino, anunciadas em capas de revistas e em vitrines de lojas de departamentos, e joga luz - com inteligência, sagacidade e senso de humor aguçado - sobre o nosso tempo. A obra tem 96 páginas.



Pai, Pai
João nasceu em Ribeirão Bonito, interior de São Paulo, filho mais velho de uma família de classe média baixa. Desde o início, acompanha a forma rude como o pai José trata sua mãe, de origem mais humilde. É vítima, ainda criança, da violência de José, que não aceita sua natureza de “menino maricas”. Antes de completar 10 anos, João entra num seminário, para escapar do ambiente de casa. “Eu iniciava meu processo de ser outro, um homem, sem deixar de ser o mesmo filho de José, o cachaceiro.” Depois de abandonar o seminário, ele busca sua liberdade, e deixa o Brasil da ditadura para conhecer o mundo. Atravessa graves momentos políticos na América Latina e vivencia a contracultura nos Estados Unidos. Mergulha na escrita e nas artes. Mas a sombra do pai continuará sempre consigo. De João Silvério Trevisan, o livro tem 256 páginas e é da Alfaguara.



Não Vai Acontecer Aqui
Um homem vaidoso, falastrão, anti-imigrantes e demagogo concorre à presidência dos Estados Unidos — e ganha. Buzz Windrip promete aos eleitores americanos que fará o país próspero e grande novamente, mas acaba trilhando um caminho sombrio. Ele declara o Congresso obsoleto, reescreve a Constituição e desencadeia uma onda fascista no país. O novo regime se torna cada vez mais autoritário, e o jornalista Doremus Jessop pensa que logo o presidente será derrubado, mas quanto tempo é possível esperar? Escrito em 1935, "Não Vai Acontecer Aqui" não poderia ser mais atual. Recuperado pela crítica e pelo público após as últimas eleições presidenciais dos Estados Unidos, o livro de Sinclair Lewis discute a fragilidade da democracia e o espectro fascista que ronda todo regime livre. Um livro de extrema força visionária, que mostra a maestria de Sinclair Lewis em construir uma fábula sobre como a complacência liberal pode se tornar vítima da tirania. Com 408 páginas, o livro é da Editora Alfaguara.



Patrimônio
De que maneira um homem vigoroso, que passou décadas acreditando no trabalho duro como o método ideal de justificar a própria existência, pode lidar com a certeza aterradora de que vive “totalmente isolado dentro de um corpo que se tornara um terrível cercado do qual não podia escapar”? Essa é uma das questões levantadas por “Patrimônio”, relançado em edição de bolso pela Editora Companhia de Bolso. Neste livro de 1991, Philip Roth revisita os altos e baixos da relação com o pai. Em uma narrativa que nunca recorre a um estilo sentimental ou autoindulgente, o autor americano, que começou a carreira no estilo corrosivo de “O Complexo de Portnoy”, adota um tom mais sóbrio. Essas memórias abrem caminho para as obras de ficção lançada por Roth nos anos seguintes, sobretudo “O Teatro de Sabbath”, e a tetralogia composta por “Homem Comum”, “Indignação”, “A Humilhação” e “Nêmesis”. Poucos autores alcançaram, nas últimas décadas, uma produção tardia tão poderosa. O livro tem 176 páginas.


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