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Olimpia, 22 de Abril, 2019 - 14:38
O livro Não Tá Fácil Pra Ninguém já chegou nas livrarias

A Metade Sombria
Criar George Stark foi fácil. Se livrar dele, nem tanto. Há anos, Thad Beaumont vem escrevendo, sob o pseudônimo George Stark, thrillers violentos que pagam as contas da família, mas não são considerados “livros sérios” pelo escritor. Quando um jornalista ameaça expor o segredo, Thad decide abrir o jogo primeiro, e dá um fim público ao pseudônimo. Beaumont volta a escrever sob o próprio nome, e seu alter ego ameaçador está definitivamente enterrado. Tudo vai bem. Até que uma série de assassinatos tem início, e todas as pistas apontam para Thad. Ele gostaria de poder dizer que é inocente, que não participou dos atos monstruosos acontecendo ao seu redor. Mas a verdade é que George Stark não ficou feliz de ser dispensado tão facilmente, e está de volta para perseguir os responsáveis por sua morte. Da “Bíblioteca” de Stephen King, o livro tem 464 páginas e é da Editora Companhia das Letras.



Não Tá Fácil Pra Ninguém
Às vezes você mal acorda e já sente que a vida quer te derrubar? Tenta, em vão, conciliar sono, trabalho, exercícios, lazer e vida social, e sente que tem sempre alguém muito melhor do que você em tudo? Não se preocupe, você não está sozinho! Porque a verdade é que não tá fácil pra ninguém. De forma acessível e certeira, as tiras de Andrew Tsyaston discutem ansiedade, depressão, masculinidade tóxica, autoestima e as expectativas de nossa sociedade em relação aos jovens. Ao longo da leitura, é inevitável se identificar e dar muita risada — ainda que, por dentro, você esteja chorando. Com 112 páginas, o livro é da Editora Seguinte.



A Falência
Ícone do modernismo brasileiro, Júlia Lopes de Almeida consegue oferecer um notável panorama das repercussões do boom do café no final do Século XIX na formação da nascente burguesia urbana, e também retratar, com impecável maestria, os meandros de uma sociedade machista e hipócrita, em que subsistem as relações escravocratas e aprofundam-se as desigualdades sociais. Rio de Janeiro, 1891. Francisco Teodoro, um bem-sucedido e ambicioso comerciante de café, conhece Camila. Em busca de um casamento que traga estabilidade, ele não vê melhor opção que desposar tal jovem, bela e de boa e humilde família. Os filhos Mário, Rachel, Lia e Ruth crescem a olhos vistos, enquanto a empresa do pai continua a prosperar. Nem só de flores, contudo, vivem os Teodoro. Francisco, cada vez mais ganancioso, vê outros comerciantes se arriscando no trato com o café e decide fazer o mesmo. Afinal, é preciso aumentar o patrimônio familiar que Mário insiste em dilapidar. Camila, alheia aos movimentos econômicos e cada vez mais absorta em sua relação com o médico Gervásio, nada opina. Em um revés do destino, a fortuna da família acaba. Francisco Teodoro se suicida e todos, mãe e filhos, precisam aprender a lidar com a nova situação social.  De Julia Lopes de Almeida, o livro tem 304 páginas e é da Editora Penguin Companhia.



Retratos com Erro
Entre o concreto e o imaginado, entre os contos de fadas e as histórias de terror, “Retratos Com Erro” desenha muitos mundos que, feito espelhos distorcidos, se multiplicam e se deformam. Se por um lado Eucanaã Ferraz descreve com veemente lirismo o amor zeloso e o desejo tórrido, a beleza e a perfeição, por outro o horror, o medo, a loucura e um riso esgarçado convivem na mesma moldura. E onde está o erro? “Não fui eu quem fez o mundo/ e sei que isso conta a meu favor”, o poeta escreve. O retrato, aparentemente, nunca está completo. Dividido em partes, ou “dobras”, o livro começa na segunda. Falta-lhe a primeira. Embora os três blocos claramente dialoguem em sua estrutura e organização, essa parte ausente, espécie de membro fantasma, deixa o desenho para sempre em suspenso, inacabado. Resta ao leitor decidir se os 22 poemas que compõem cada parte, articulados de modo horizontal, em constante diálogo, se confirmam ou se contradizem. Com 126 páginas, o livro é da Editora Companhia das Letras.


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