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Olimpia, 21 de Agosto de 2017
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Olimpia, 06 de Agosto, 2017 - 23:16
Leia aqui as notícias do 53º Festival do Folclore de Olímpia

Aproximadamente 100 mil pessoas, segundo a organização, teriam passado pelo Recinto de Exposições e Praça das Atividades Folclóricas Professor José Sant’­anna, durante o 53.º Festival Nacional do Folclore (Fefol), que encerrou do domingo, dia 13 de agosto, segundo consta, superando as expectativas do público e dos grupos participantes.

Foram mais de 50 grupos folclóricos e parafol­cló­ricos de 13 estados brasileiros, em uma mistura de cores, costumes, danças, culinária e sotaques. Durante os nove dias do evento, o público participou das mais diversas atividades do festival.

Além das apresentações noturnas de palco, foram realizados Seminários de Estudos relacionados ao Fol­clore, Minifestival, Gin­cana de Brinquedos Tradicionais Infantis, Campeonatos de Bocha, Truco e Ma­lha, Peregrinação pelas ruas centrais, Simpósio de Estudos Etnomusicológicos, visita ao túmulo do Prof. José Sant’anna e o tradicional desfile de encerramento.

Nesta edição foram várias novidades. Uma delas, e que agradou o público, foi o palco principal, composto por dois palcos ligados por uma passarela de 15 me­tros de comprimento, que permitiu uma maior in­te­ração dos grupos com o público da arena. Outra novidade foi a retomada das a­presentações do Palco B, que levou o nome “Iseh Bueno de Camargo”, uma homenagem a uma fol­clo­rista e professora da cidade de Pirangi, falecida em janeiro deste ano, e que colaborou por mais de 20 anos com o Festival de Olímpia. O espaço foi realocado, no centro da área superior do Recinto, próximo ao parque de diversões e da entrada principal, dando maior destaque aos grupos que se apresentaram todas as noites.

No discurso de encerramento, o prefeito Fernando Augusto Cunha agradeceu o empenho de todos pela realização do festival. “Espero, de coração, que vocês tenham gostado desse resgate cultural que propomos a fazer. Quero aqui agradecer toda a Comissão Organizadora, inclusive os inúmeros voluntários que nos ajudaram, os mais de 50 grupos que abrilhan­ta­ram o evento e as entidades que engrandeceram essa festa. O povo de O­lím­pia fez uma demonstração maravilhosa de que gosta de Folclore e da cidade. Batemos muitos recordes. Ao lado de vocês, fizemos uma festa que entrou para a história de Olímpia. Tivemos muitas alegrias e nenhum incidente. E vamos buscar fazer o melhor sempre, em todas as áreas”, disse o prefeito que ainda anunciou a data do 54º Fefol. “No próximo ano comemoraremos 54 anos de Festival, de 4 a 12 de agosto, com a mesma dedicação e empenho para cultuar a memória do Professor José Sant’anna”, concluiu.

Ainda na solenidade de encerramento foi realizada uma homenagem ao criador do Festival do Folclore.

O prefeito Fernando Cunha, a secretária Maria Jus­tina Boitar Riscali e o presidente da Associação, Davi Mendes, entregaram uma placa ao senhor Claris­mun­do Sant’anna, em homenagem ao seu irmão, José Sant’­anna, que faleceu em janeiro de 1999 e este ano completaria 80 anos.

Godap faz sua primeira apresentação no 53º Festival do Folclore

O Grupo Olimpiense de Danças Parafolclóricas “Cidade Menina-Moça”, o Godap, fez a sua primeira apresentação no 53º Festival do Folclore de Olímpia na noite dessa terça-feira, dia 8. O Godap, primeiro grupo parafolclórico de Olímpia, está completando 50 anos em 2017 e já se apresentou em vários festivais, dentro e fora do Brasil, além de ter participado de dezenas de programas da televisão, entre eles do Domingão do Faustão e do Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo.

NO PALCO

O Godap foi o quinto grupo que se apresentou terça-feira no palco principal. As Cias de Santos Reis Estrela da Guia e Filhos de Maria, de Olímpia, abriram as apresentações. Passaram pelo palco também o Bumba Meu Boi Brilho da Ilha, de São Luís do Maranhão; Grupo Reisado Zé de Moura, de Poços de José de Moura, Paraíba; o Balé Folclórico Sisais, de Pocinhos, também da Paraíba; Expressão Flor e Barro, de Caruaru, Pernambuco; Brasil Central, de Anápolis, Goiás; e Acauã da Serra, de Campina Grande, Paraíba, que se despediu ontem do 53º Fefol.  


Oito grupos se apresentaram no palco
principal do Fefol na noite de segunda-feira

A noite de segunda-feira, dia 7, foi marcada pela apresentação de oito grupos que subiram no palco principal da festa. Apesar se ser um dia típico de pouco movimento, o público presente surpreendeu os organizadores do 53º Festival do Folclore de Olímpia.

O aumento da temperatura favoreceu bastante a terceira noite da festa. Por volta das 19 horas, centenas de pessoas já circulavam pelo Recinto e aguardavam as danças.

No palco principal, as Cias de Reis Caminho de Belém e Mensageiros da Paz, de Olímpia, deram início às apresentações. Em seguida, foi a vez do Grupo de Tradições Culturais Xuatê Carajas, de Parauapebas/Pará, que estreou no Fefol este ano.

A programação seguiu com o Grupo Parafolclórico Pôr do Sol, de Quinta do Sol/Paraná; Grupo Folclórico Aruanda, de Belo Horizonte/Minas Gerais; Tradições Folclóricas Raízes Nordestinas, de Fortaleza/Ceará; Tradições Populares Acauã da Serra, de Campina Grande/Paraíba, encerrando com a CIA de Danças Folclóricas Trilhas da Amazônia de Belém/Pará.

 No Palco “Iseh Bueno de Camargo”, apenas alguns grupos se apresentaram devido a problemas técnicos. A programação será retomada na noite desta terça-feira, dia 8. 


Frutos do Pará volta ao palco do
Festival do Folclore e agita o público

Após seis anos de ausência, o Frutos do Pará voltou a encantar o Festival do Folclore de Olímpia na noite de domingo, dia 6. O grupo de Belém, um dos mais queridos do público do festival, foi o último a se apresentar no palco principal e agitou os presentes, que dançaram e cantaram.

O Frutos completa 25 anos em 2017. “Nada melhor do que comemorar esta data especial aqui, em Olímpia, que é a Capital do Folclore. Amamos esta terra, os olimpienses sempre nos receberam com muito carinho”, diz a coordenadora do grupo, Nazaré Azevedo.

O grupo Parafolclórico foi fundado em julho de 1992 por integrantes da Associação Cultural Francisco Oliveira, acumulando em seu repertorio coreográfico cerca de 30 danças e lendas que retratam a essência e a diversidade do povo amazônico, respeitando e mantendo as características peculiares do folclore local.

Apresenta um trabalho de resgate da cultura paraense utilizando como ferramenta a música e a dança folclórica do estado do Pará através de shows e oficinas folclóricas. Possui um elenco de 50 pessoas entre músicos, dançarinos e diretoria.

Já participou dos mais importantes festivais de Folclore no Brasil e em outros países, como Colômbia, Argentina e Qatar, sendo atualmente um dos principais representantes do Estado do Pará em festivais de folclore organizados pelo CIOFF E IOV. Integra a associação cultural Francisco Oliveira, que é Ponto de Cultura e ponto de memória do Brasil.

PALCO
A programação de palco do domingo, segunda noite do 53º Festival do Folclore, teve início por volta das 20 horas. Antes do Frutos, que encerrou as apresentações, passaram pelo palco principal do Fefol o Grupo Parafusos, de Sergipe; a Cias. de Santos Reis Estrela Guia do Oriente e Os Viajantes de Belém, de Olímpia; Os Catireiros de Olímpia - Grupo Nossa Senhora; a Orquestra Sanfônica Trupé do Sertão, de Major Sales, Rio Grande do Norte (inédito); Cia. de Santos Reis Magos do Oriente, Terno de Moçambique de São Benedito; e Grupo Parafolclórico Frutos da Terra, os três de Olímpia; Caboclos e Rei de Congo do Mestre Bebé de Major Sales, do Rio Grande do Norte; Grupo Folclórico Brasil Central, de Anápolis, Goiás (inédito); Grupo Parafolclórico Terra da Luz, de Fortaleza, Ceará; Balé Folclórico Sisais, de Pocinhos, Paraíba (inédito); e o Grupo Expressão Popular Flor e Barro, de Caruaru, Pernambuco (inédito).

O Palco “Iseh Bueno de Camargo” recebeu os grupos Aruanda, de Belo Horizonte, Minas Gerais; Bumba Meu Boi Brilho da Ilha, de São Luiz do Maranhão (inédito); Tradições Populares Acauã da Serra, de Campina Grande, Paraíba; a CIA de Danças Folclóricas Trilhas da Amazônia de Belém; Reisado Zé de Moura, de Poços de José de Moura, Paraíba; Tradições Folclóricas Raízes Nordestinas, de Fortaleza, Ceará; e Xuatê Carajás, de Parauapebas, no Pará (inédito).

 


Abertura do Fefol leva mais de
13 mil pessoas para o Recinto

A 53ª edição do Festival do Folclore da Estância Turística de Olímpia já está colorindo e encantando toda a cidade. Somente no primeiro dia de atividades, dia 5 de agosto, a Abertura Oficial atraiu mais de 13 mil pessoas para o Recinto de Exposições e Praça de Atividades Folclóricas e Turísticas “Professor José Sant’anna”, o Recinto do Folclore.

Com tema “Festa de um povo: a delícia da mistura do folclore brasileiro”, o espetáculo de abertura teve como objetivo incentivar o olhar sobre a cultura popular brasileira, por meio de linguagens artísticas, como música, dança, teatro e literatura e ainda homenagear o idealizador do festival, Professor. José Sant’anna.

O show contou com a participação de 300 alunos da rede municipal de ensino, além de outros 100 integrantes das escolas estaduais Capitão Narciso Bertolino e Antônio Augusto Reis Neves e grupos artísticos como Camerata Jovem de São José de Rio Preto, Arte Na Alma, Na Batida, Ryan da Viola e Academia Physical. A apresentação foi coordenada pela secretaria de Educação.

Após o espetáculo, cerca de 20 grupos participantes do festival desfilaram pela arena do Recinto, inclusive o grupo Parafusos, de Lagarto/Sergipe, que, apesar de não compor a programação oficial da festa, estava retornando do Fefosol (Festival de Folclore de Quinta do Sol – PR) e aproveitou para visitar Olímpia e se apresentar no evento.

O 53º Festival do Folclore de Olímpia foi declarado aberto oficialmente pelo prefeito Fernando Cunha, com posterior queima de fogos.

Além do prefeito, a cerimônia foi prestigiada pelo vice médico Fábio Martinez, acompanhado da presidente do Fundo Social, Kuka Martinez; a secretária de Cultura, Esportes e Lazer, Tina Riscali e demais secretários municipais presentes; os deputados estaduais Orlando Bolçone e Beth Sahão; a juíza da 3ª Vara Cível, Maria Eloísa Soares; vereadores municipais; o presidente da Associação Olimpiense de Defesa do Folclore Brasileiro Davi Mendes; o presidente do CIOFF Brasil – Conselho Internacional de Organização de Festivais Folclóricos, Marco Antonio Cavalhaes Pereira; familiares dos homenageados; e membros da Comissão Organizadora do Festival.

Estiveram presentes ainda a Rainha do Fefol 2017 – Jeana Carla Pereira, a 1ª Princesa – Roberta Ferreira Demiti, a 2ª Princesa – Roberta Joventino, prefeitos da região e de cidades de origem dos grupos participantes e autoridades municipais.

O primeiro dia de festa contou também com apresentações no Palco Principal e no Palco Iseh Bueno de Camargo, além de atividades nas barracas, na Vila Brasil e por todo o recinto.

O festival também está sendo transmitido ao vivo pela internet. Apenas na noite de abertura, a transmissão contabilizou mais de 14 mil visualizações.  Os internautas podem acompanhar a festa pelo Site Oficial, Youtube e pelo Facebook do Festival e pelos sites de notícias da cidade, entre eles o iFolha.

O 53º Festival do Folclore de Olímpia é realizado pela Prefeitura da Estância Turística de Olímpia, por meio da secretaria de Cultura, Esportes e Lazer, em parceria com a Associação Olimpiense de Defesa do Folclore Brasileiro. Todas as informações sobre a festa, a história e a programação completa do festival estão disponíveis no site www.folcloreolimpia.com.br.


53º Fefol começa ressaltando a
mistura das tradições brasileiras

O 53º Festival do Folclore de Olímpia começa neste sábado, 5, tentando prestar uma homenagem a manifestações culturais de todo o País com o tema “A Delícia da Mistura do Folclore Brasileiro. Como a temática é bem abrangente, o presidente da Associação Olimpiense de Defesa do Folclore Brasileiro, Davi Mendes, afirma que fica difícil escolher um destaque, porque cada um dos grupos confirmados para o festival retrata a temática da festa simplesmente por participarem de grupos folclóricos, que são aqueles que preservam a cultura autêntica de seu Estado de geração em geração, além dos parafolclóri­cos, que não possuem uma cultura raiz, mas representam a tradição e as danças do País.

Durante os próximos nove dias de festival, 51 grupos de 13 estados brasileiros, dez deles inéditos e 19 da própria cidade, sendo quatro parafolcló­ricos e 15 folclóricos estarão se apresentando nos palcos montados no recinto. 

“Este ano, dos 13 estados brasileiros representados, nove estarão com grupos que visitam o festival pela primeira vez.” O festival começa neste sábado a partir das 18h30, com a abertura do Espaço da Cultura, um ambiente que contará com um estande do Museu de História e Folclore Maria Olímpia, 12 estandes de artesanato, quatro ilhas de gastronomia típica e um espaço para divulgar a Estância Turística de Olímpia e atender turistas. Às 19h30, está previsto o hasteamento das bandeiras, com a execução do Hino Nacional e Hino a Olímpia. 

A abertura oficial começa às 20 horas, com cerimônia, apresentação de 400 crianças da rede pública de ensino, que representarão a música tema do festival, Festa de um Povo, e desfile dos grupos participantes pela arena do Recinto. Por fim, será declarado aberto o festival e iniciadas as apresentações do palco principal, com dez grupos. “Uma novidade para este ano será o uso de fogos de artifício silenciosos, que proporcionarão um maravilhoso espetáculo visual sem incomodar ou assustar crianças, idosos e animais”, conta Mendes.

A expectativa de público para os nove dias de festa e atividades é de cerca de 80 mil pessoas, com base na visitação dos últimos anos. Já para o espetáculo de abertura, a organização espera 8 mil pessoas. Segundo Mendes, o clima deste ano é de muita expectativa e incentivo à comunidade para atrair ainda mais público. “Para isso, a comissão se manteve unida e organizada, realizando reuniões quinzenais para dialogar sobre o andamento dos trabalhos, o que propiciou, por exemplo, a divulgação da programação com um mês de antecedência.”

O palco principal se dividiu em dois para a edição de 2017, mas eles continuam conecta­dos. Uma passarela de 15 metros de comprimento permitirá, segundo Mendes, uma interação maior dos grupos com o público da arena. “Além disso, o Festival retoma em 2017 as apresentações do Palco B, que leva o nome Iseh Bueno de Camargo, uma homenagem a uma folclorista e professora da cidade de Piran­gi, falecida em janeiro deste ano, que colaborou por mais de 20 anos com o Festival de Olímpia.

O espaço foi realocado no centro da área superior do Recinto, próximo ao parque de diversões e à entrada principal, dando maior destaque aos grupos que se apresentarão todas as noites.” O tradicional Desfile de Encerramento também trará novidades, garante Mendes. “Antes realizado na avenida Aurora Forti Neves, o desfecho da festa se dará na avenida Menina Moça, defronte à entrada principal do Recinto. No local, o público terá arquibancada à disposição e, ao término, as barracas de gastronomia estarão abertas, se transformando em mais uma oportunidade de confraternização dos grupos.”

GRUPOS INÉDITOS
Centro de Pesquisa e Folclore (CPF) Piá do Sul, de Santa Maria, do Rio Grande do Sul; Grupo de Arte e Tradição Estampa Gaudéria, de Xangri-lá, do Rio Grande do Sul; FITAS - Grupo de Tradições Folclóricas, de Montes Claros, de Minas Gerais; Reis de Boi Mestre Nilo Barbosa, de Conceição da Barra, do Espírito Santo; Grupo Folclórico Brasil Central, de Anápolis, de Goiás; Balé Folclórico SISAIS, de Pocinhos, da Paraíba; Grupo de Expressão Popular Flor e Barro, de Caruaru, de Pernambuco; Orquestra Sanfônica Trupé do Sertão, de Major Sales, do Rio Grande do Norte; Bumba Meu Boi Brilho da Ilha, de São Luís, do Maranhão; Grupo de Tradições Culturais Xuatê de Cara­jás, de Parauapebas, do Pará.


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