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Olimpia, 06 de Outubro, 2018 - 09:40
Hora de votar

Do Conselho Editorial

Sete de outubro, chegando dia de grandes decisões que podem mudar o destino do Estado ou da nação, dependendo do resultado.

Como existe a possibilidade de dois turnos, em alguns Estados os eleitores resolverão a eleição em primeiro turno e outros não.

Da mesma forma, a candidatura à presidência da república, se consideradas as pesquisas de opinião divulgadas pela grande mídia, poderá se arrastar para o segundo turno e poderá ser disputada, se não houver surpresas, entre as chapas de Jair Bolsonaro e Mourão e Haddad e Manuela.

São vários os que disputam esta que talvez passe para a história como a mais controvertida de todos os tempos, a que mais se inventou mentiras e inverdades e ainda continua se inventando.

Para se ter uma pequena noção de como esta eleição foi atípica, pela primeira vez na história do país, personalidades gravaram vídeos informando, que falas com imitações de suas vozes dando conta de que apoiavam determinadas candidaturas eram mentirosas.

Entre os que gravaram pode se citar o caso de Padre Marcelo Rossi, que se recuperando de uma depressão profunda, implorou a seus seguidores, que espalhassem o vídeo com o desmentido do fake news, que dava conta de que apoiava uma candidatura.

Antonio Fagundes, Datena, Arnaldo Jabour e muitos outros tiveram que sair de sua zona de conforto para também desmentir apoio as candidaturas.

O cem números de fakes news, que derrubaram páginas do Facebook, empresários ameaçando funcionários com perda de emprego, igrejas fazendo campanha ao arrepio da lei e muita ilegalidade do ponto de vista eleitoral, além de truculência e violência explícita, foi o que predominou no primeiro turno.

A situação perdeu o controle de tal maneira, que pela primeira vez na história do Brasil, uma pessoa com problemas psiquiátricos, de acordo com laudo da PF, ligado a igreja evangélica ou uma de suas denominações, atentou contra a vida de um candidato.

Em caminhando a eleição para ser decidida em segundo turno, no plano presidencial, a expectativa, de acordo com análise de quem tem equilíbrio e bom senso, é de que o clima de animosidade se amplie e que, dependendo da possibilidade de resultado, se obre o nível de mentira e de ódio.

É preciso pacificar o país, porém qualquer um com um pouco de neurônios desconfia que o Brasil que brotou nestas eleições era desconhecido dos brasileiros.

Brotou um monstro do lago com características extremamente fortes de fundamentalista com desejo de destroçar direitos, que foram conquistas tão caras, que não percebeu a lição que a última eleição deveria ter deixado.

Estamos em parte neste açodamento, exatamente por ter sido contestada a última eleição e o que se vê hoje em discussão é a mesma tendência de contestação do resultado eleitoral, nada mais significativo de que o que está à beira do abismo conhecerá o precipício.

Sete de outubro, que cada um faça seu dever de casa, cumpra seu papel de cidadão, consciente de que este país não é de maneira alguma o país que alguém civilizado escolheria para morar, portanto, é missão e obrigação de cada cidadão que faça com que volte a ser.


Comentários - 1
Dourado
Publicado em 07 de Outubro, 2018

Para os poucos neurônios bem educados e informados, não se trata de desconhecer este Brasil que brota na campanha eleitoral de 2018, bem como desde o naufrágio da então Presidente Dilma (x Temer) que agravou o ambiente político, deixando-o bem perto de uma guerra civil não-institucionalizada, tendo em alguns momentos, isso ocorrido sistematicamente em vários regiões do país, mormente na capital federal. Não era desconhecido pelo fato dos extremos ideológicos que norteiam as relações políticas usarem das mesmas prerrogativas ou seja, sempre ambicionaram o PODER como a mais flagrante das paixões (leia-se Tito) desejando apenas o domínio sobre os demais cidadãos e depois de conquistá-LO, ... lamentavelmente, revelam-se incapazes de exercê-los sobre si mesmos (SC, in Estadao 9909). Somente as táticas de conquistas é que se apresentam um pouco mais distantes, sendo que uns apelam para tripudiar sobre as ambições pessoais do cidadão no visual e no estomago e os outros (apesar de copiar ipsis litteris os primeiros), se necessário, usam da violência extrema (se ocorrer isto, vamos incendiar o país) para amedrontar e obter uma visão positiva das táticas e armadilhas que os norteiam. Mas isso, ainda recentemente acabou generalizado, tendo em vista que o candidato ameaçou não aceitar o resultado caso não fosse ele o eleito. Demonstra, que uns e outros, copiam entre si, as táticas, ainda que violentas, para ameaçar e amedrontar. Desde que o mundo é mundo, e no caso do Brasil, sempre foi assim! A escravidão no Brasil, não se falou numa única gota de sangue derramada, tanto na origem como na Lei Áurea, no entanto, um rio de sangue, todo mundo sabe que foi derramado no TRONCO..Da mesma forma, as revoluções extremistas-marxistas (União Soviética, China, Albânia, Cuba, Coréia N., Venezuela em andamento e interrompidas Brasil, Argentina,Chile) só fizeram derramar o sangue de inocentes e cujos resultados utópicos só foram ainda mais sofrimentos sociais e pessoais. Ocorre que o desconhecimento, no Brasil, é decorrente do obscurantismo ideológico que permeia o povo, mais propenso a suprir seu dia-a-dia, que por sinal é muito dificultoso, pela gravidade dos muitos problemas que o assolam, do que se interessar em olhar do lado, para convergir com outros cidadãos na busca democrática pelos direitos coletivos. Os acontecimentos que levaram a presidente Dilma ao impeachment, é um caso que ilustra bem o desinteresse (a convergência) da maioria pelo entendimento do ocorrido. Desde que o lulismo-petista havia escolhido sua candidata (não fora o PT que o fizera!) numa coligação estreita com (p)MDB, PP... com absoluta tática para vencer as duas próximas eleições, estava lançada a sorte de ganhar muito dinheiro como forma de garantir o poder através de manutenção dos partidos coligados, financiamentos eleitorais, e...de quebra (Celso Daniel morreu porque não aceitava esse viés!) o enriquecimento ilícito das cúpulas desses mesmos partidos, como soe a Lava Jato veio confirmar depois. Era a extremidade da insensatez que acabaria desembocando na estupidez política que a própria Dilma experimentou ao se sentir candidata à re-eleição, em 2014, quando deveria ter dado a candidatura ao volta-Lula, pois esse era o mote de ter sido usada como pau-mandado do lulismo-petista. A ambição dessa trama palaciana estava sendo levada à insensatez total! O governo da Presidente Dilma, 2014-2018, foi abandonado pelo PT (na marra!) e o que se viu depois, nem é preciso repetir aqui. Mas houve de tudo, mas ninguém se esquece, principalmente da violência orquestrada por um grupinho de parlamentares que não tem nenhum compromisso com o Brasil real, mas estão diretamente ligados à ideologia, do quanto pior, melhor, para criar clima e ambiente, para instalar, no Brasil, um regime de exceção totalitária, de orientação marxista-comunista. Nessa mesma linha e seguindo ordens ocultas dos ideólogos que criam e põem em prática os mesmos princípios que já usaram Goebbels, Stalin, Mao, Fidel, Maduro, outros atores faziam o trabalho de formiguinha ameaçando comunidades rurais, incentivando acampamentos de sem-terra e sem-teto, com a máxima de que se acontecesse isso ou aquilo, botariam fogo no país. E mesmo considerando que o Plano Real havia resolvido o problema inflacionário do país e criado ambientação para um desenvolvimento civilizado e duradouro, a conquista dos direitos, diga-se a bem da verdade, não foi feita assim, tão cara, mas apenas com um pouco (e passageiro) sacrifício da classe média, ainda que os verdadeiros nichos da riqueza não tenham sido atacados pelas reformas fiscais que o lulismo-petista recebeu, para complementar, dando solidez à economia do país. É verdade também, que naqueles 4 primeiros anos, a distribuição de riqueza nas modalidades de valorização do salário mínimo, diminuição acelerada do desemprego, popularização do crédito, aumento significativo de moradias e investimentos dos programas sociais que favorecem os pobres, causaram impactos de redenção do fim da miséria extrema, de forma que o Brasil já era visto, internacionalmente, como um exemplo de correção de seu rumo histórico de propensão ao subdesenvolvimento perpétuo. O que se viu depois da coligação Lulismo x (p)MDB, PP...Collor, Maluf, Sarney, Jucá, Meirelles, todos participantes, de alguma forma, do tsunami eleitoral pró-Dilma, era que ficava claro que todas aquelas conquistas de direitos, tão caras estavam servindo apenas como cabresto eleitoral e que os desastrados governos dilmistas (mormente o 2º) transformaram o Brasil num país falido, de mais de 20 milhões de pessoas desocupadas, e que a força terrível da propaganda (os 2 marqueteiros também estão presos por fazer parte da quadrilha assim qualificada pelo STF) exerceu o papel imoral de dominar e enganar o povo, levando a ambição e permanência no PODER, in extremis. E nessa onda, foram aparecendo os salvadores da pátria com mirabolantes soluções, e, que na maioria das vezes, pregavam, o ódio e desentendimento entre os grupos, com os mesmos objetivos daqueles que usam a propaganda ideológica, para confundir e ambientar essa massa grandiosa de despreparados para criticar esses ataques ao Estado Democrático de Direito. Portanto, ninguém é santinho nessa história, e essa polarização ora vista (ainda que uma era toda de vitórias-fracassos esteja fora da principal luta) não é nada mais que o excesso de ambição pelo PODER e a forma insensata, mentirosa e estúpida de se tentar conquistá-lo. Sempre sob a forma de transformar os grupos menos assistidos (sem-tento, sem-terra, sem-escola, ...) invariavelmente usada por todos, como bucha-de-canhão de suas pretensões. Já sabemos de antemão, que o Brasil que vai brotar dessas eleições não terá dias melhores para a Nação que trabalha e não perde a esperança. Ressalte que os políticos não caem do céu, portanto a ambição existente dentro de cada um é apenas o reflexo das ambições pessoais da maioria da população que sequer aprende olhar o vizinho como um cidadão-parceiro, mas costuma carregar de disputas pessoais o desejo in-condicionado de abater o primeiro que desafiar seus objetivos de consumismo, materialismo, ...e superação da concorrência. Essa perversa atitude cidadã, ainda que revestida de lampejos democráticos, só é capaz de fomentar as relações patrimonialistas, onde a clientela da meritocracia só contribui para aumentar as inaceitáveis desigualdades, aumentando a atrofia da esfera democrática, espaço por excelência de luta por direitos de cidadania (in CDPG do PT para o Brasil 2002).

 
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