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Olimpia, 11 de Abril, 2018 - 14:21
Filhote de jaguatirica encontrado em residência no Jd. Campo Belo

Provavelmente por ter se perdido da mãe ou mesmo por ausência da chamada mata atlântica, que tem sido extirpada rapidamente, principalmente nos últimos anos, um filhote de jaguatirica foi encontrado dentro de uma casa da Rua Ângelo San­tin, no bairro Jardim Campo Belo, na zona leste de Olímpia, no início da manhã da segunda-feira desta semana, dia 9.

De acordo com informações do Corpo de Bom­beiros, a corporação foi acionada pelos moradores da casa para resgatar o animal, que não machucou ninguém.

Os bombeiros disseram que os filhotes se perdem da mãe na mata e acreditam que foi isso que aconteceu em Olímpia. A Polícia Militar Ambiental de Barretos encaminhou o filhote ao Zoológico de Franca.

Sobre o habitat desse animal, conforme foi divulgado por esta Folha em meados de fevereiro de 2017, principalmente a partir deste século, a Fundação SOS Mata Atlântica tem se preocupado bastante com a evolução do desmatamento, principalmente de matas nativas que, além da mata amazônica, compõem o principal ecossistema do país.

Em Olímpia a preocupação é maior ainda porque o município perdeu 40% de sua Mata Atlântica em sete anos de mandato do ex-prefeito Eugênio José Zuliani, Geninho.

De acordo com o levantamento de 2015, penúltimo ano de Geninho a frente da Prefeitura Municipal de Olímpia, comparado com 2009, o primeiro ano de seu primeiro mandato, atualmente há 3.523,48 hectares, incluindo 82 hectares de Vegetação de Várzea, o que representa 189 vezes o tamanho do Estádio Mário Filho, o Maracanã, no Rio de Janeiro.

Em 2009, Olímpia ainda tinha 5.833, ou seja, aproximadamente 11% de sua mata original, que inicialmente ocupava 55.036 hectares da área total do município de 80.265 hectares. Já segundo o estudo de 2015, que foi divulgado na semana passada, a Ma­ta Atlântica ocupa apenas 4,39% da área total do mu­nicípio.

Vale destacar que no início de sua história o município tinha 68%, ou seja, 55.036 hectares do total de 80.255, que eram cobertos pela vegetação nativa, ou seja, pela Mata Atlântica.

QUE BICHO É ESSE?

Segundo a reportagem apurou, a jaguatirica, cujo nome científico é Leopar­dus pardalis, é um mamífero carnívoro da família Felidae e gênero Leo­par­dus. São reconhecidas 10 subespécies, e o gato-ma­racajá (L. wiedii) é a espécie mais próxima da jagua­tirica. Sua presença ocorre desde o sul dos Estados U­nidos até o norte da Argentina, mas já foi extinta em algumas regiões de sua distribuição geográfica. Ha­bita todos os tipos de ambiente ao longo de sua distribuição geográfica, a­té cerca de 1,2 mil metros de altitude.

É um felídeo de porte mé­dio, com 72,6 a 100 cm de comprimento e peso en­tre 7 e 15,5 kg. O padrão de coloração da pe­lagem é muito semelhante ao do gato-mara­cajá (L. wiedii), mas a ja­guatirica é maior e possui a cauda mais curta.

É um animal solitário, noturno, territorial e os machos possuem territórios que se sobrepõem sobre os de várias fêmeas. Alimenta-se principalmente de roedores, mas também de animais de porte maior como ungulados, répteis, aves e peixes. Ca­ça à noite, formando emboscadas.

Alcança a maturidade sexual entre 26 e 28 meses de idade, e as fêmeas dão à luz geralmente um filhote por vez, com cerca de 250 g. Geralmente, filhotes nascem a cada 2 a­nos. Em cativeiro, a ja­gua­tirica pode viver até 20 a­nos, o dobro da sua lon­gevidade no estado selvagem.

A União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais lista a jagua­tirica como estado de conservação “pouco preocupante” e ela está incluída no a­pên­dice 1 da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fa­una e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção.


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