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Olimpia, 02 de Julho, 2018 - 17:01
A poeira está em todos os lugares

É uma luta constante, principalmente na casa que abriga pessoas alérgicas, no entanto os maníacos do espanador e do aspirador, virtuosos da esponja e da vassoura parecem derrotados. Afinal, quem pode lutar contra milhares de partículas microscópicas que acampam em todos os cantos da casa.

Verdadeiras florestas em miniatura são acolhidas por tapetes, sofás, colchões, almofadas, cobertores e travesseiros. É um mundo invisível que contém também os agentes secretos da alergia.

A terra, as rochas varridas sem cessar pelo vento e os respingos salgados dos oceanos são os principais fornecedores de poeira do nosso planeta. As erupções vulcânicas e outros incêndios de florestas representam cerca de sete por cento das poeiras naturais encontradas no ar.

O ar que respiramos jamais é puro. Múltiplos resíduos microscópicos, alguns até poluentes, planam incansavelmente na nossa atmosfera. Respiramos uma infinidade de pólens, fumaça, agentes tóxicos, agentes infecciosos bacterianos etc. A nossa sorte é que o nosso aparelho respiratório dispõe de uma estrutura protetora muito eficiente, senão ninguém sobreviveria por muito tempo nesta "selva" criada, em sua maior parte, pelo próprio homem.

As fossas nasais são cobertas por uma larga superfície de mucosa, ricamente vascularizada e dotada de um sistema secretor ativo, capaz de responder com uma inflamação aguda às agressões exteriores.

Entre as pessoas alérgicas, a sensibilização a essas substâncias se manifesta por espirros e uma coriza abundante. Quando o intruso está no ambiente, a mucosa reage como um alarme.

A alergia respiratória é frequentemente a origem das renites, das traqueites ou da asma aguda. Mas toma, às vezes, um caráter crônico, podendo incomodar todos os dias. Poléns de árvores ou de gramíneas, poluentes atmosféricos, picadas de abelha ou de marimbondos, nosso meio ambiente abriga vários inimigos, o que complica ainda mais a vida dos alérgicos.

Mas, talvez os maiores inimigos estejam dentro de seus próprios lares.

Foi a partir da segunda metade do Século XX que estudiosos puderam observar a poeira através dos microscópios e descobrir o poderoso mundo invisível inimigo dos alérgicos. Ácaros, mofos, pelos de animais, bactérias, escamas e carcaças de insetos mortos são alguns dos componentes deste mundo. Os dejetos dos ácaros são poderosas substâncias causadoras de alergias.

Qual é a saída, já que não dá para parar de respirar? Deixar entrar bastante ar na casa; passar regularmente o aspirador de pó; lavar os lençóis toda semana; usar capas de algodão para proteger os colchões e travesseiros e lavá-las regularmente.

Protegidos sob as cobertas, apreciamos um repouso merecido, só que partilhamos este leito limpo e macio com minúsculos animaizinhos da família das aranhas: os ácaros.

Eles se alimentam dos restos de pele humana que eliminamos normalmente no dia-a-dia. Invisíveis a olho nu, vivem tranquilamente em nossas camas e sob os nossos travesseiros. Em uma grama de poeira, cerca de 2000 a 15000 ácaros podem viver sua curta vida de três meses, enquanto isso as fêmeas põem duas vezes 80 ovos. Uma cama de casal pode acolher quase dois milhões de indivíduos. Seus melhores amigos são a umidade e os bolores. Quanto mais seco o ambiente, pior para eles. 

Outro inseto nojento que libera fezes que compõem as poeiras da casa é a barata. As baratas tornaram-se um verdadeiro fenômeno de proliferação em casas e, principalmente, em apartamentos. É preciso recorrer à dedetização.

A poeira da casa, assim como os animais domésticos e as plantas constituem meios nutritivos indispensáveis para o cultivo desta floresta especial. Quando penetram nas vias aéreas, podem provocar asma, pneumonias alérgicas e outras doenças pulmonares. É preciso ficar atento.

A prevenção é manter a casa sempre arejada, abrir janelas e deixar a luz do sol entrar, limpar o chão regularmente evitando acúmulo de poeira, assim como manter os animais domésticos sempre asseados e devidamente vacinados.


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