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Olimpia, 15 de Fevereiro, 2021 - 15:48
Novelas para serem maratonadas

“O Bem Amado”, a primeira novela em cores da TV brasileira, estrelada por Lima Duarte e pelo saudoso Paulo Gracindo, nos respectivos papeis Zeca Diabo e Odorico Paraguaçu, poderá ser maratonada no Globoplay / Arquivo GB Imagem

 

Camila Pitanga, Marcos Palmeira, Flávia Alessandra viveram os personagens Esmeralda, Guma e Lívia, em “Porto dos Milagres” / Marcela Haddad-RG

 

“Tieta” foi tão intensa e marcante para a carreira de Betty Faria, que até hoje ela é relembrada pela personagem que a consagrou / Arquivo GB imagem

 

Em “Torre de Babel”, Tony Ramos interpretou o amargurado personagem José Clementino / Jorge Baumann-RG

 

“Vale Tudo” é notoriamente uma das novelas mais importantes da história da televisão e é dona do mistério que fez o Brasil parar se perguntando “quem matou Odete Roitman?”, personagem inesquecível da saudosa Beatriz Segall / Bazilio Calazans-RG

 

“Estrela-Guia” propôs uma reflexão entre os avanços tecnológicos e científicos da sociedade de consumo moderna e os valores espirituais através do romance entre seus protagonistas, Tony (Guilherme Fontes) e Cristal (Sandy) / Cristiana Isidoro-RG

 

A venenosa Maria Altiva, personagem vivida por Eva Wilma em “A Indomada”, protagonizava muitas armações com o político Pitágoras (Ary Fontoura) e eternizou o bordão “Oxente, my God” / Jorge Baumann-RG

 

8- Os saudosos Jorge Dória e Marília Pera interpretaram os personagens Herbert e Rafaela Alvaray, no sucesso “Brega & Chique” / Nelson Di Rago-RG

 

9- “Terra Nostra” teve como protagonistas Ana Paula Arósio no papel de Giuliana e Tiago Lacerda, como Matteo, e mostrou através do romance entre os dois personagens a história da imigração italiana no país / Arquivo GB Imagem

 

Novelas para serem maratonadas

Da chegada da TV no Brasil até a era do streaming, as novelas se mantêm como gênero consagrado na cultura brasileira

 

O Globoplay está fazendo a alegria dos noveleiros de plantão com o projeto de resgate de “Novelas Clássicas”. Desde maio do ano passado já foram inúmeras obras disponibilizadas e a cada duas semanas o serviço de streaming traz uma novela que marcou época e deixou saudade. É uma ótima opção para quem gosta de ficar em frente à telinha, maratonando vários capítulos de uma vez.

E nesta segunda chega uma das novelas mais esperadas pelos fãs da teledramaturgia nacional: “O Bem Amado”. A primeira novela em cores da televisão brasileira, um dos grandes sucessos de Dias Gomes, exibida em 1973, conta a história do prefeito, nada perfeito, Odorico Paraguaçu, interpretado magistralmente pelo saudoso Paulo Gracindo, que sonhava em inaugurar o cemitério de Sucupira, mas o problema era que nenhum morador da localidade morria fazendo com que o personagem passasse toda a trama tentando encontrar um defunto para inaugurar o local e, assim, justificar seus gastos com a obra.

A mais recente obra disponibilizada no início deste mês foi “Porto dos Milagres”. Livre adaptação da obra de Jorge Amado, a trama se passa na fictícia cidade de mesmo nome, onde vivem duas classes sociais distintas: a burguesia e os moradores do cais do porto. Guma (Marcos Palmeira) é um pescador que contrapõe a política do inescrupuloso Félix (Antonio Fagundes) e se apaixona por Lívia (Flávia Alessandra). Assinada por Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares, a novela contou com muitas cenas de realismo fantástico.

O Globoplay já disponibilizou inúmeras novelas consideradas “clássicas” em seu catálogo, além das atuais que estão em exibição na telinha da Globo (infelizmente agora, na pandemia, somente reprises). A maioria delas vale uma maratona. As novelas mais acessadas do serviço de streaming são “Tieta” (1989), “Amor à Vida” (2013) e “Império” (2014).

Viva na memória de quem assistiu à primeira exibição na TV Globo há 30 anos e às reexibições no “Vale a Pena Ver de Novo” e no “Viva”,  a novela “Tieta” é uma obra atemporal, com potencial para ser conhecida e encantar novas gerações e ser revisitada a qualquer momento, talvez seja essa a fórmula que a consagrou como a novela mais assistida da plataforma. A trama, que contou com atores como Betty Faria, Joana Fomm, Yoná Magalhães, Lília Cabral, Arlete Salles, Cássio Gabus Mendes, Ary Fontoura e Sebastião Vasconcellos é ambientada na fictícia cidade de Santana do Agreste, no Nordeste brasileiro. À Tieta (Betty Faria) e Perpétua (Joanna Fomm), juntam-se personagens inesquecíveis que renderam cenas de humor impagáveis como Bafo de Bode (Bemvindo Sequeira), as irmãs beatas, Cinira (Rosane Gofman) e Amorzinho (Lília Cabral), a misteriosa Mulher de Branco, os casais Timóteo (Paulo Betti)  e Elisa (Tássia Camargo), a amante “teúda e manteúda” de Modesto Pires (Armando Bógus), Carol (Luiza Tomé), entre tantos outros.  A novela foi tão intensa e marcante para a carreira de Betty Faria, que até hoje ela é relembrada pela personagem. “‘Ela foi muito boa para a minha vida e a minha carreira. Vivemos experiências inesquecíveis naquela época que, se eu parar para lembrar e escrever, dará alguns capítulos de um livro. A novela correu o mundo e até hoje continuo sendo lembrada por onde passo. Quando entro num táxi, por exemplo, o motorista olha pra trás e diz: ‘É a Tieta, reconheci pela voz’”, fala, aos risos a atriz.

“Torre de Babel”, de 1998, também é uma das queridinhas. A trama tem como argumento principal o caminho de redenção do amargurado José Clementino (Tony Ramos), que sai da cadeia 20 anos depois de ter matado a própria esposa e tem como único objetivo a vingança contra o rico empresário César Toledo (Tarcísio Meira), a quem considera responsável por sua prisão. “Torre de Babel”, como um bom folhetim clássico, conquistou o público com seus núcleos muito bem construídos de drama, romance, mistério e muita comédia, bem ao estilo do autor Silvio de Abreu.

Retratando as mazelas humanas e sociais do Brasil como poucas novelas o fizeram até aquele ano de 1988, quando foi exibida originalmente, “Vale Tudo” foi revolucionária ao mostrar deliberadamente a corrupção arraigada na memória coletiva brasileira, a falta de ética e os mais altos níveis de indignidade que uma pessoa é capaz de atingir pela ganância. Notoriamente uma das novelas mais importantes da história da televisão, dona do mistério que fez o Brasil parar se perguntando “quem matou Odete Roitman?”, personagem inesquecível da saudosa Beatriz Segall, a obra escrita por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères também é bastante procurada no Globoplay.

Há quase duas décadas, a autora Ana Maria Moretzsohn propunha em “Estrela-Guia” uma reflexão entre os avanços tecnológicos e científicos da sociedade de consumo moderna e os valores espirituais através do romance entre seus protagonistas Tony (Guilherme Fontes) e Cristal (Sandy). A trama, que foi a primeira experiência de Sandy e seu irmão, Júnior Lima, em novelas também é uma das queridinhas da plataforma.

Uma das mais emblemáticas obras de realismo fantástico que comoveram o público brasileiro “A Indomada” também está no catálogo. Escrita por Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares em 1997, a novela apresentou personagens que marcaram o imaginário popular. É o caso do misterioso Cadeirudo (Sônia de Paula) e da venenosa Maria Altiva, personagem vivida por Eva Wilma, que protagonizava muitas armações com o político Pitágoras (Ary Fontoura) e eternizou o bordão “Oxente, my God”.

No final dos anos 80, “Brega & Chique” marcou a volta do humor às novelas das 19 horas. Escrita por Cassiano Gabus Mendes, a novela teve um elenco estrelar, composto por Marilia Pera, Glória Menezes, Jorge Dória e Marco Nanini, entre tantos outros.

“Terra Nostra” foi exibida pela primeira vez em 1999. De autoria de Benedito Ruy Barbosa teve como protagonistas Ana Paula Arósio no papel de Giuliana e Tiago Lacerda, como Matteo, e mostrou através do romance entre os dois personagens a história da imigração italiana no país e sua influência na formação da sociedade brasileira. Um deleite para os apaixonados por uma boa história e pela cultura italiana.

Também estão em processo de resgate, ainda sem data definida para serem disponibilizadas, títulos como: “Dancin’Days” (1978), “Pai Herói” (1979), “Baila Comigo” (1981), “Guerra dos Sexos” (1983), “Vereda Tropical” (1984), “A Gata Comeu” (1985), “Roque Santeiro” (1985), “Selva de Pedra” (1986), “Sinhá Moça” (1986) entre muitos outros títulos que fizeram sucesso na tela da Globo e merecem ser revistas.

 


 


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