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Olimpia, 10 de Agosto, 2020 - 17:12
Record TV escolheu “A Escrava Mãe” para reprisar em suas tardes

1- A vida de Juliana (Gabriela Moreyra) e sua história repleta de reviravoltas e emoções foram contadas em “A Escrava Mãe” / Edu Moraes

 

2- O jovem português Miguel (Pedro Carvalho, um viajante em busca de trabalho na Vila de São Salvador,  foi o grande amor de Juliana (Gabriela Moreyra) / Edu Moraes

 

3- Durante a trama, Juliana (Gabriela Moreyra) enfrentará um obstáculo muito poderoso, o Comendador Almeida (Fernando Pavão) / Edu Moraes

 

4- Ao completar 18 anos, Juliana conhece a verdade sobre seu passado, revelado por Tia Joaquina (Zezé Motta) / Edu Moraes

 

5-Maria Isabel (Thais Fersoza) não medirá esforços para prejudicar Juliana, jamais aceitando ser afrontada por uma escrava / Edu Moraes

 

A Record TV está contente com seu horário de novelas na tarde da emissora. Mais uma vez a reprise de “A Escrava Isaura” está dando bons resultados na guerra da audiência e por isso mesmo a direção do canal resolveu colocar no ar, a partir da terça-feira, dia 18, substituindo a saga da Escrava Isaura (Bianca Rinaldi), a novela “A Escrava Mãe”, escrita por Gustavo Reiz e livremente inspirada no clássico de Bernardo Guimarães. Exibida originalmente em 2016, a trama teve a intenção de contar a saga da mãe da Escrava Isaura.

O enredo da novela inicia-se em 1789, na região de Angola, principal mercado abastecedor de escravos para as plantações de cana-de-açúcar do Brasil. É de lá que são trazidos os africanos Kamau (Marcelo Batista) e Luena (Nayara Justino), a bordo de um navio negreiro. Ao chegarem em solo brasileiro, os dois conseguem fugir e recomeçam suas vidas em liberdade, mas sempre assombrados pelo terror da escravidão.

Quando uma nova vida se anuncia, Luena frustra-se ao notar a pele mais clara da filha: aquela criança era fruto da violência que sofrera durante a travessia do oceano. E os mesmos homens que invadiram a tribo na África, comandados pelo vilão Osório (Jayme Periard), retornam para buscar a “mercadoria” que haviam perdido. Luena morre ao dar à luz, mas consegue entregar o bebê ao menino Sapião (Sidney Santiago), que foge desesperadamente enquanto Kamau é aprisionado, prometendo um dia voltar para buscar aquela criança, a quem considerava sua filha. Sapião é acolhido numa grande fazenda açucareira, a Engenho do Sol, e a menina, que ganha o nome de Juliana, será criada com Teresa (Roberta Gualda) e Maria Isabel (Thais Fersoza), filhas do Coronel Custódio (Antônio Petrin) e dona Beatrice Avelar (Bete Coelho). Se aquele momento já representava uma mudança brusca na vida de Juliana (Gabriela Moreyra), sua história seria ainda mais repleta de reviravoltas e emoções.

Ao completar 18 anos, Juliana conhece a verdade sobre seu passado, revelado por Tia Joaquina (Zezé Motta). Grande amiga da Sinhá Teresa, de quem sempre fora mucama, Juliana fica completamente perdida ao saber que era fruto de uma violência. Jura a si mesma que jamais deixaria um homem branco tocá-la. E é num momento de desespero que ela conhece o jovem português Miguel (Pedro Carvalho), um viajante em busca de trabalho na Vila de São Salvador.

No tão marcante ano de 1808, quando a corte portuguesa se transfere para o solo brasileiro, a Vila de São Salvador vivia um momento próspero, sendo bastante beneficiada pelo ótimo desempenho da cultura da cana-de-açúcar. Além de aumentar o poder dos senhores de engenho, isso também atraía bastante gente para a região, em busca de melhores condições de vida. Mas a verdade era que Miguel buscava respostas para um grande mistério que envolvia a morte de seus pais.

O rapaz será o grande amor da vida de Juliana, mas também despertará o interesse de Maria Isabel, a filha do Coronel Custódio, que nunca se conformara com o tratamento diferenciado que a escrava recebia. Contando com a fiel e sarcástica mucama Esméria (Lidy Lisboa), Maria Isabel não medirá esforços para prejudicar Juliana, jamais aceitando ser afrontada por uma escrava.

Como se não bastasse a perseguição da sinhá, Juliana também enfrentará um obstáculo muito poderoso, o Comendador Almeida (Fernando Pavão). Ao casar com Teresa por um arranjo que tiraria sua família da ruína financeira, Almeida se torna o novo senhor da Engenho do Sol e reacende uma rivalidade histórica com a família do Coronel Quintiliano Gomes (Luiz Guilherme), dono da fazenda Doces Campos.

Juntos, Juliana e Miguel viverão uma intensa e movimentada história de amor, enfrentando inimigos poderosos e obstáculos aparentemente intransponíveis, como o preconceito de uma época que vive à sombra da escravidão.

“Escrava Mãe” foi exibida totalmente gravada e foi uma novela que trouxe à tona assuntos importantes sobre a construção do povo brasileiro, mostrando que relações bonitas e verdadeiras também podem surgir nos momentos mais turbulentos. E as histórias que atravessam o tempo, como o amor de Juliana e Miguel por sua filha Isaura, merecem ser contadas desde o início.


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