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Olimpia, 31 de Maio, 2020 - 18:31
Hoteleiros querem a suspensão de liminar que proibiu anúncios de Olímpia em sites de viagens

DESTINO OLÍMPIA!       Os quatro maiores empreendimentos hoteleiros pediram a intervenção do prefeito.

Além de inibir as vendas futuras, a proibição da divulgação poderá prejudicar o “Destino Olímpia” que levou mais de 20 anos para ser solidificado e causar danos na volta à normalidade.

Os quatro maiores empreendimento do setor hoteleiro da cidade assinaram um ofício endereçado ao prefeito Fernando Cunha, no dia 21 de maio e que foi lido pelo vereador Selim Jamil Murad na sessão do legislativo do dia 26, pedindo a intervenção da prefeitura para sustar os efeitos da liminar da justiça que proibiu que os sites de viagens, como Booking e TripeAdvisor, publicassem anúncios com ofertas de hospedagem em Olímpia.

Os empresários argumentam que a suspensão das atividades hoteleiras no município tem afetado severamente a hotelaria e para enfrentar a crise os hoteleiros estão apostando em estratégias de marketing para hospedagens futuras, de forma a minimizar os impactos e os prejuízos.

VENDAS FUTURAS PODEM GERAR CAPITAL

“As vendas futuras são de extrema importância, em especial para gerar capital nas empresas e evitar demissões. A ideia é montar pacotes flexíveis para que as empresas consigam adiantar receitas e tocar as operações em um momento que a rede hoteleira fechou suas portas e o faturamento foi reduzido à zero”, diz o ofício.

Para viabilizarem o plano de vendas futuras, os empresários alegam ser imprescindível a inter­mediação dos serviços de hospedagem através de agências de viagens e turismo que realizam suas operações pelas plataformas digitais, entre as quais citam: booking.com, trivago, decolar.com, hotel urbano, tripadvisor, expedia, etc., as quais foram obrigadas pela medida judicial a suspender e cancelar as pesquisas e a visibilidade dos cadastros dos serviços de hospedagem situados neste município de Olímpia.

SEGUNDO OS AUTOS A LIMINAR CONTINUA VALENDO

O processo que determinou o cancelamento da divulgação da hospedagem de Olímpia nas plataformas digitais foi uma Ação Civil Pública com pedido de liminar da própria prefeitura que foi acatada pela juíza da 3.ª Vara Cível de Olímpia que continua valendo, inclusive, com empresas de divulgação correndo o risco de serem condenadas no pagamento de multas por não terem ainda se manifestado nos autos.

Os empreendimentos no ofício argumentam que foram solidários ao Decreto Municipal que suspendeu suas atividades, bem como, entenderam perfeitamente, quando a ação civil pública foi ajuizada na justiça local. “O que nos causa preocupação é a suspensão de forma indiscriminada quanto à visibilidade da rede hoteleira pelas agências de turismo (booking.com, trivago, decolar.com, hotel urbano, tripadvisor, expedia), impedindo vendas para hospedagens futuras. Causa preocupação inclusive com o destino “Olímpia”, que por força da medida liminar, não é mais localizado quando pesquisado nas plataformas digitais das agências citadas”, afirmam.

DESTINO OLÍMPIA PODE CAIR NO ESQUECIMENTO

E continuam: “sem visibilidade, o destino pode cair no esquecimento e o prazo de recuperação pode se tornar muito mais longo, sem se falar nos prejuízos que serão suportados em razão da medida liminar, que poderá inclusive levar a falência vários estabelecimentos da rede hoteleira da cidade, que contavam com as vendas futuras para tocar suas operações e manter seus funcionários durante a Pandemia”.

PREFEITURA ESTÁ ESTUDANDO O CASO

Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura local, o prefeito Fernando Cunha, sensível ao pleito do setor e principalmente quanto à possibilidade de prejudicar o chamado “Destino Olímpia”, determinou ao departamento jurídico do município para que estude as medidas que podem ser tomadas para resolver o problema.


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