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Olimpia, 24 de Maio, 2020 - 21:06
Ajudante geral confessa o crime e diz que estava sendo ameaçado de morte

FUGIU DO FLAGRANTE?        Guilherme Costa, de 23 anos, foi ouvido na quarta-feira, 20 e colocado em liberdade.

Disparou uma vez e não se lembra se desceu do carro para atirar mais quatro vezes.

Acompanhado e assistido pelo advogado Léo Cris­­tian Alves Bom, o ajudante geral Guilherme Hen­rique Costa (foto), de 23 a­nos, morador no bairro Quinta das Aroei­ras, se a­presentou na delegacia de polícia e confessou que efetuou os dis­paros que tiraram a vida de Jhonatan Ti­a­go Pe­trin­ca Cerqueira, o “Canela”, de 25 anos, na av. Consti­tu­cionalistas de 32, no úl­timo dia 13 de ma­io.

Ele alegou que estava sen­do ameaçado constantemente de morte pela vítima, inclusive no dia dos fatos, quando disparou por cinco vezes provocando a morte de Tiago. O acusado confessou o crime, prestou depoimento e permaneceu em liberdade.

A apresentação aconteceu, de maneira espontânea, na tarde de quarta-feira, 20, por volta das 15h­30, na delegacia de polícia de Olímpia. Guilherme foi ouvido pelo escrivão Arol­do e pelo delegado Rodri­go Souza Ferreira, que preside o inquérito policial que apura o crime.

De acordo com o depoimento, o acusado contou que ele teve um relacionamento com a atual namorada de “Canela” durante cerca de um ano, mas se separaram há dois anos. No entanto, contou que em de­zembro de 2019 reataram, mas romperam, novamente, depois de três ou quatro dias.

Contou na polícia que a primeira ameaça foi no dia 25 de janeiro deste ano, quando realizou uma festa particular em uma chácara e “Canela” foi acompanhado de um tio. Permitiu a su­a permanência para evitar maiores problemas. No en­tanto, acabou sendo a­gredido com um soco e “Ca­nela” teria sacado uma arma. Ele exigia que ele não mantivesse nenhum contato com a ex, que estava namorando ele (Canela).

Depois, segundo o depoimento, entre a festa e o carnaval, afirma ter sido a­meaçado de morte em um posto de combustível. No carnaval, conta que encontrou “Canela” em Guaraci, onde novamente foi ameaçado. No dia 7/04, mais u­ma ameaça de morte teria sido feita quando eles se encontraram em uma oficina de motos, no São Francisco.

Guilherme relatou na po­­lícia que no dia 13/05, dia do crime, pela manhã, foi levar seu animal de estimação para vacinar em um estabelecimento comercial, quando novamente encontrou com “Canela”, que teria voltado a lhe ameaçar de morte.

Conta que, desesperado, em razão das ameaças, já de posse da arma, quando estava em seu carro Hon­da, branco, placa FIS 2496, “Canela” passou de carro e freou na sua frente, para que ele batesse na traseira, mas afirma que conseguiu desviar e seguir. No entanto, mais à frente foi fechado.

Conta Guilherme que quando estavam emparelhados, ouviu “Canela” dizer que iria matá-lo. Foi quando ele teria se virado para pegar algo. Foi quando Guilherme afirma que efetuou o primeiro disparo. Os outros tiros (mais quatro) ele disse que não se lembra se foi de dentro do carro ou se desceu pa­ra atirar. Depois conta que se evadiu e jogou a arma nas águas do rio Pardo, entre Barretos e Guaira.

O advogado Léo Bom informou que foi passada a relação das testemunhas que teriam presenciado todas as ameaças de morte sofridas pelo seu cliente para o delegado, que deverá ouvi-las.

MAIS TIROS OU TIRO NO PASSADO!

O caso ainda está tramitando na justiça olimpiense, sem decisão.

Guilherme é acusado de tentar matar avô da namorada em 2018

No dia 19 de outubro de 2018, o ajudante geral Gui­lherme Henrique da Costa, que confessou na delegacia esta semana que atirou e matou Jhonatan Ti­ago Petrinca Cerqueira, o “Canela”, de 25 anos, no di­a 13 de maio último, foi acusado de ter disparado seis tiros na direção do comerciante Júlio Delomo­darme, no interior de um bar na avenida Cláudia Le­desma Miessa.

Os eventuais disparos, no entanto, não atingiram o comerciante que era avô da namorada de Guilherme, à época. O acusado, na oportunidade também assistido pelo advogado Léo Cristian Alves Bom, admitiu ter efetuado apenas um disparo para o alto.

 O motivo seria que Guilherme estaria sendo ameaçado de agressão pelo comerciante, que afirmava que ele havia agredido a sua neta. O caso ainda está tramitando na justiça o­lim­piense, sem decisão.


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