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Olimpia, 08 de Dezembro, 2019 - 18:41
Bacharel em direto é condenado a mais de 20 anos de reclusão por mandar roubar casa da ex-namorada

Helder Henrique Dorta, de 30 anos, não aceitava o final do relacionamento com a namorada de Baguaçu.

Em sentença expedida pelo juiz de direito Edu­ardo Luiz de Abreu Costa, da Vara Criminal de O­lím­pia, o bacharel em direito e estudante de p­sicologia Helder Hen­ri­que Dorta (foto), de 30 anos, foi condenado há vinte anos, um mês e vinte e dois di­as, em regime fechado.

Ele é acusado de mandar roubar a casa de sua ex-namorada Diene Fer­re­ira, de 22 anos, moradora no distrito de Ba­gua­çu, em 2017.


O acusado está preso na penitenciária compacta de Irapuru, na região de presidente prudente e já cumpriu um ano, dez meses e oito dias de prisão, restando dezoito anos, três meses para cumprir.

Pelo seu cálculo de pena já existe previsão para que possa progredir de regime. Do fechado para o semi­a­berto está marcado para 03/12/2020, significando que ficará em regime fechado por mais um ano.

Para o regime aberto, no entanto, a previsão é para 20/09/2023 e livramento condicional em 12/04/2024.

Não foi concedido o direto dele recorrer em liberdade em razão da justiça considerar que ele ainda permanece com os mesmos motivos da preventiva ou seja representa perigo a sociedade e ele continuará preso, mas agora cumprindo pena provisória.

Como se recorda, Hel­der Dorta, morador em Ca­tanduva, inicialmente foi preso provisoriamente em julho de 2017, tendo depois sido decretada sua prisão preventiva, tendo ele permanecido preso até a condenação.

Dorta é acusado de ter contratado uma quadrilha de Catanduva para roubar a casa de sua ex-namorada em Baguaçu. Ele queria o celular e notbook, para saber com quem ela estaria se relacionado, por não a­ceitar o final do namoro. Um dos integrantes da quadrilha foi preso e acabou contando na polícia que o mandante do roubo foi Dorta.

Também os investigadores de Olímpia, comandados pelo chefe Fábio Bal­ta­zar, apreenderam produtos do roubo, espe­cial­men­­te maqui­agem, na ca­sa do acusado em Catan­duva. Pelo menos na fase policial o bacharel em direto sempre negou as acusações contra ele.


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