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Olimpia, 20 de Outubro, 2019 - 19:03
Eleição do Conselho Tutelar, uma vergonhosa mostra de corrupção?

Do Conselho Editorial

Nas eleições municipais é mais do que conhecida a fórmula, como alguns, ou a maioria dos vereadores conseguem um assento nas câmaras municipais.

Uma cadeira nos legislativos em cidades de porte médio como Olím­pia pode custar até mais de trezentos mil reais.

E não se trata de lenda urbana, já que a maioria da população, que não tem consciência cívica, sabe muito bem que trocou seu voto por churrasco, cerveja, pagamento de conta de água, luz, imposto, consulta médica, compra de óculos, botina, construção de muro, calçada ou até mesmo troca por caminhão de terra.

Soma-se a isso a abastecimento de tanque de automóvel com combustível, doação de celular, promessa de emprego, contratar com a prefeitura, distribuição de capacete e já houve caso de doação de uniforme para motoqueiros, além de distribuição de remédios e distribuição de dinheiro vivo no dia da eleição, famosa boca de urna. A lista é longa.

Como o importante é notar, tanto o político corrupto quanto o eleitor prostituído vende sua cidade, seu estado ou seu país e depois não tem moral pra reclamar.

Esta prática venal destroça qualquer possibilidade de que, após eleitos, os legisladores compradores de votos possam efetuar um bom trabalho em prol da comunidade e não em favor de si mesmo.

Sentados na cadeira legislativa que muitos com­praram, a preocupação passa a ser com o retorno do investimento que vai se dar de várias maneiras.

Entre elas, para não se alongar está a venda do voto para o representante do Executivo, quando há matérias de interesse e outra é a indicação de cargos comissionados para a possível repartição de salário, conhecida como metadinha.

Todo este universo de ilegalidades passou a ser tratado como “coisa normal” e própria da política, sendo, inclusive, tratada como algo sem solução ou sem a qual ninguém consegue se eleger.

Esta prática condenável, após o advento do pagamento de numerários aos conselheiros tutelares eleitos parece ter migrado para as eleições do Conselho Tutelar.

Em grande parte das cidades do Brasil houve denúncias da intervenção de milícias, vereadores, pastores evangélicos e autoridades intervindo no resultado das eleições.

Se os vereadores, que têm por função elaborar leis e fiscalizar o Poder Executivo e não fazem isto, na maioria dos casos, pode se concluir que os Conselhos Tutelares, mantidas as mesmas formas das eleições, caminha para cuidar de tudo, menos dos direitos da criança e dos adolescentes. 

O que se viu e o que se sabe das eleições para o Conselho Tutelar dá emba­samento para que estas sejam comparadas as baixarias, ilegalidades e imoralidades cometidas nas eleições para o legislativo.

Se há como provar o que aqui está afirmado, quando observado pelo prisma da necessidade de comprovação dos fatos, como na eleição legislativa, afora os casos mais acintosos, pode se garantir que é de difícil comprovação o que a maioria da população que se vendeu aos encantos do vil metal sabe, tem certeza.  

E, assim, se providências não forem tomadas com urgência, a população contará com mais um monstrengo cuja utilidade poderá vir a ser no futuro tão inútil e desnecessária quanto parece ser o legis­lativo na parte que se refere aos vereadores que compraram o direito de sentarem naquelas cadeiras.

E, colaboram, investem em candidaturas para comprar assentos no Conselho Tutelar como estratégia para perpetuar a compra de sua cadeira legislativa.

 


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