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Olimpia, 05 de Agosto, 2019 - 15:01
O Mal de Parkinson pode ser tratado

O Mal de Parkinson entrou na lista das doenças que mais acometem a Terceira Idade e até bem pouco tempo, quase nada se sabia sobre isso.

Uma em cada cem pessoas, acima de 65 anos, desenvolve a patologia, que é degenerativa, crônica e progressiva. Conhecer os sintomas, que vão muito além dos tremores, é essencial para a intervenção precoce.

A ciência tem dedicado consistente atenção ao estudo aos portadores da Doença de Parkinson. Entre as pesquisas, destaca-se a identificação de sintomas iniciais, que antecedem os tremores, a lentidão e outras alterações motoras, típicas da doença. Entre elas destacam-se redução do olfato, constipação, sintomas gástricos, urgência urinária, disfunção sexual, transtornos do sono e outros neuropsiquiátricos, daí a importância de não negligenciar estes sintomas e procurar ajuda médica.

Somente o médico é quem pode indicar quais são as medicações e doses específicas, capazes de melhorar a qualidade de vida do paciente e restabelecer a funcionalidade.

Especialistas no assunto explicam que o Mal de Parkinson é classificado por estágios, que variam de I a V - de acordo com o grau de comprometimento.

Para determinado grupo de pacientes, que não respondem ao tratamento clínico, a neurocirurgia funcional desponta como opção, sendo que de cada 100 pacientes afetados pela Doença de Parkinson, 20% podem encontrar no procedimento cirúrgico o excelente caminho para amenizar os severos distúrbios do movimento.

No caso da doença de Parkinson, a neurocirurgia funcional tem como melhor técnica de tratamento o implante de delicado eletrodo no cérebro, que é ligado a marca-passo (implantado sobre a pele, no tórax) - um pequeno computador interno que promove esporádicas descargas elétricas ao cérebro, a neuroestimulação. Esses estímulos possibilitam que áreas específicas do cérebro funcionem com a ativação de regiões motoras úteis e inibindo áreas que dificultam o movimento. O marca-passo é controlado pelo médico, que pode a cada consulta mudar parâmetros da estimulação, ou seja, ajusta os estímulos a cada fase da doença, sem a necessidade de uma nova cirurgia.

A cirurgia com marca-passo permite que pacientes com maior dificuldade de locomoção, como os que utilizam cadeiras de rodas ou muletas, consigam recuperar a funcionalidade e a independência parcial ou total. A cirurgia é indicada para quem se encontra entre o estágio III ou IV ou no estágio IV da doença. Nesses casos, os pacientes retornam ao quadro clinico que apresentavam nos estágios I ou II. Com essa cirurgia se alcança boa qualidade de vida por mais de uma década, com sintomas mais amenos e passíveis de controle.  

O procedimento dura, em média, 4 horas, para um lado do cérebro. Os riscos são reduzidos, mas existem: 4% de complicações transitórias e 1% em termos gerais. Avaliações criteriosas e exames de risco cirúrgico são decisivos para a indicação. Diferente dos procedimentos neurocirúrgicos anteriores, esse é totalmente reversível. Após a cirurgia, os pacientes seguem acompanhados pelo médico e com administração de medicamentos, usualmente em menor dose.


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