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Olimpia, 08 de Julho, 2018 - 23:38
Antigos proprietários do Recinto receberam R$ 7 milhões e agora querem mais 10 de juros

O Recinto de Exposições e Praça de Atividades Folclóricas e Turísticas “Professor José Sant’ana”, está recebendo ajustes e reformas para ter condições de funcionamento durante o 54.º Festival Nacional do Folclore. Mas está impossível, pelo menos por enquanto, realizar um trabalho mais significativo neste sentido, inclusive com riscos de o município perder dinheiro federal destinado a melhorar o local.

De acordo com o prefeito há recursos para tanto, mas surgiu um entrave jurídico. Os advogados da família Robazzi, embora a dívida tenha sido paga, entraram com ação cobrando juros de R$ 10 milhões, aproximadamente, o que, inclusive, pode fazer com que Olímpia perca cerca de R$ 1,3 milhão de recursos federais para investir no local.

“Tem um problema sério que é a titularidade. É a escritura”. O recinto já foi totalmente pago segundo o que estava previsto em precatórios da justiça. A área custou R$ 7,2 milhões. Porém, a família agora parece querer mais dinheiro.

“Agora os antigos proprietários querem mais”, reclamou Cunha ao explicar que a justiça está acatando o direito deles de questionar e nisso surgiu um valor de aproximadamente R$ 10 milhões.

Porém, o prefeito diz que já recorreu com um pedido de liminar para obter a escritura para poder fazer os investimentos que estão previstos, dentre eles a cobertura da arena de apre­sentações. “O juiz concedeu a liminar para que passe a escritura enquanto se discute, mas tem um recurso contra no tribunal de justiça”.

No entanto, caso não consiga a escritura, o município poderá perder R$ 1.250.000.00 referente a um recurso que Cunha conseguiu em Brasília; “Espero que tenha uma solução rápida”.

Reforma do Museu do Folclore vai custar mais de R$ 300 mil

A reforma e revitaliza­ção do prédio do Museu de História e Folclore “Maria Olímpia”, vai custar mais de R$ 300 mil para a Prefeitura Municipal da Estância Turística de Olím­pia, que começou há cerca de 15 dias. O objetivo é oferecer segurança e melhor atendimento aos visitantes que se encantam com o valor histórico do lugar. O prédio apresentava deterioração grave, segundo laudo emitido por especialistas.

No total, serão investidos R$ 303.720,88, sendo R$ 289.589,67 de emenda parlamentar da deputada federal Keiko Ota (PSB), por meio do Ministério do Turismo, e mais R$ 14.131,21 de contrapartida da Prefeitura. A empresa vencedora do processo licitatório é Olívio e Aguillar Ltda.

A reforma e revitaliza­ção serão realizadas apenas na estrutura, ou seja, as características serão mantidas originais. A obra é necessária, pois os arquitetos Rosely Mayse Seno e Sérgio Carvalho realizaram prospecções nas áreas molhadas que compõem a edificação e diagnosticaram que as antigas vigas de ferro – parte da técnica construtiva – apresentam deterioração grave. “Isso pode colocar em risco os frequentadores, funcionários e o próprio patrimônio edificado”, explicou Rosely.

De acordo com a arquiteta e diretora do Museu, a última revisão estrutural foi executada em 1980 e as vigas que ali permanecem datam de 1910, aproximadamente. “O prédio necessita, portanto, de reforço estrutural, revisão dos barrotes que dão sustentação ao piso de madeira, trocas de tábuas corridas deterioradas, reposição de ladrilhos hidráulicos danificados, restauração das esquadrias originais, higienização, descupinização e outras medidas necessárias, inclusive com relação à área expositiva”, afirma Rosely.

A obra terá duração de seis meses e irá atender a lei de acessibilidade com plataforma elevatória para portadores de necessidade especiais. Após a reforma, a Prefeitura Municipal irá analisar um projeto para criação de um Museu de Arte Sacra no prédio.

 


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