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Olimpia, 03 de Junho, 2018 - 21:15
Hélio Lisse vai à justiça para acabar com baixaria na Câmara de Olímpia

Se dizendo perseguido, vítima de conspiração e de acusações inverídicas, apenas porque quer disputar a eleição para a presidência da Câmara Municipal de Olímpia, o vereador Hélio Lisse Júnior está indo à justiça como forma de acabar com a baixaria no legislativo local, da qual tem sido alvo. Ele afirma que chegou no seu limite e que tomará várias medidas judiciais cabíveis, representando contra seus desafetos políticos junto ao Ministério Público (MP).

Como membro da mesa diretora da câmara sempre se posicionou contra atos administrativos ilegais a exemplo das contrata­ções para funções de cargos criados que deveriam ser providos por concurso público.

Após os fatos absurdos e mentirosos, um episódio degradante no legislativo municipal, Lisse Junior afirma que está sofrendo uma perseguição e conspiração política visando acabar com a sua moral e vida pública visando combater ilegalidades, improbidade administrativa e corrupção das quais nunca abrirá mão, doa a quem doer.

Com isso ganhou perseguições internas da casa legislativa chegando até a acusações pessoais levianas e mentirosas que a cada momento mudam de foco chegando a ser chamado de assediador, cachaceiro e provavelmente não vai parar aí.

Recusando a assinar as portarias de nomeações seguindo a legislação e normativas do TCE (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, Lisse afirma que fez vários pedidos ao presidente da casa, Luiz Gustavo Pimenta, mas sem obter respostas em casos de suma relevância.

CENAS PATÉTICAS

Por outro lado, internamente, as retaliações renderam a exoneração de seu assessor com assinatura de apenas dois componentes da mesa, que depois voltaram atrás: “O presidente da casa não conduz o legislativo em conformidade com o regimento a exemplo das manifestações com ataques pessoais que tem o dever de paralisar deixando virar um circo no legislativo local”.

Lisse já recorreu ao MP para anular a votação da CEI (Comissão Especial de Investigação), no caso em que o vereador Luiz Antônio Salata aparece em boletim de ocorrência policial registrado por Antônio Delomodarme, Niquinha, na qual Salata, o principal interessado, contaminou o ato por falta de abstenção.

Além disso, afirma que o presidente Luiz Gustavo Pimenta, que pertence ao grupo político do ex-prefeito Eugênio José Zuliani, Geninho, é inoperante e as atitudes indicam que tudo está orquestrado para prejudicá-lo.

Já contra o seu acusador Niquinha já tomou algumas medidas judiciais cabíveis e busca na justiça local um interdito proibitório para não sofrer mais ataques pessoais infamantes e mentirosos.

Afirma Lisse que nunca ameaçou ninguém com arma como foi criado pelo novo factoide por Niqui­nha. Na última sessão o vereador Niquinha o des­qualificou como delegado de quinta categoria chegando ao cúmulo de retirar a cinta para agredir o parlamentar sendo impedido de consumar o ato por terceiros.

Explica Hélio Lisse que tem autorização legal em virtude de ser delegado aposentado, de portar arma. No entanto, há tempo não o faz como o fazia na ativa. Além disso, afirma que vai demonstrar a sua desqualificação com a sua capacidade de investigação profissional contra o agressor.

Por outro lado, afirma que não é cachaceiro e que não frequenta bares e nunca se embriagou ao longo de toda a sua vida. A verdade é que há vinte anos ministra palestra contra o vício de álcool e drogas.

De acordo com Lisse, ele sempre é muito requisitado para tal função em escolas, secretaria da educação e saúde. Afirma que querem denegrir a sua imagem conquistada ao longo da sua vida.

Também afirma que integrantes do legislativo realizam reuniões na tentativa de buscar a sua cassação como vereador. Duas resoluções da mesa diretora foram pautadas e retiradas, mas visavam a sua cassação futura, porque buscavam modificar regras de garantias aos vereadores para uma eventual cassação com redução de quórum de votação. “Tudo isso orquestrado com apenas duas assinaturas, do presidente e do vice Niquinha”.

Disse Lisse que não faz parte de acordo nenhum visando não apuração de ilegalidades, improbidade ou corrupção e vai continuar fazendo de seu gabinete uma extensão da ex vida profissional em combate a corrupção, ilegalidades e improbidades.

Como relator da CEI não abriu mão de chegar ao seu final, mas foi vencido por um acordo que causou surpresa anunciado pelo vereador Niquinha em entrevista divulgada na mídia escrita.

Enfim disse que não vai mais baixar a cabeça para acusações levianas e mentirosas e que vai responder com apurações de fatos concretos onde existem ilegalidades a ser denunciada. É que ao manifestar sua intenção de concorrer a futura presidência da casa passou a ser perseguido e ofendido moralmente pelos contrários.

 


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