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Olimpia, 03 de Junho, 2018 - 20:37
Faltava apenas gasolina aditivada em um posto de Olímpia ontem

De acordo com um levantamento realizado na manhã desta sexta-feira, dia 1.º, pela reportagem da rádio Cidade FM, ontem estava faltando apenas a gasolina aditivada em um dos postos de revenda da cidade. O produto estava em falta, ainda, apenas no Auto Posto Bonadio. Nos demais já havia combustíveis de todos os tipos, inclusive o álcool hidratado. Já nos demais a situação era considerada normalizada.

Entretanto, os preços variavam bastante, principalmente em relação ao óleo diesel que foi o pivô da greve realizada pelos caminhoneiros a partir do dia 21 de maio.

No Auto Posto Bonadio, por exemplo, aparentemente o preço já estava com o desconto prometido pelo presidente da República, com o valor de R$ 3,329 o litro; a gasolina estava a R$ 4,639; e o álcool a R$ 2,799.

Também em relação ao óleo diesel, no posto Cergal a informação era que a distribuidora ainda não havia reduzido o preço. Por isso, estava sendo comercia­lizado a R$ 3,959; a gasolina a R$ 4,869; e o álcool a R$ 2,899.

Nos postos David de Oliveira, a gasolina estava a R$ 4,66 na esquina da Rua David de Oliveira com a Avenida Mario Vieira Marcondes e a R$ 4,50 na Rua 9 de Julho; o valor do litro de álcool era R$ 2,79 e R$ 2,90, respectivamente; da mesma forma o diesel a R$ 3,86 e R$ 3,87.

Nos demais postos os preços eram: Posto XV: Álcool R$ 2,659, gasolina R$ 4,559; diesel R$ 3,529. Posto Júlia: gasolina Aditivada – 4,459; gasolina comum – 4,599; álcool – 2,659; e diesel – 3,529.

No Posto Cecap: álcool – 2,66, gasolina – 4,46, e diesel – 3,53. No Posto Putini: gasolina aditivada – 4,719, gasolina comum – 4,669, diesel comum – 3,839, diesel S 10 – 3,899, e álcool – 2,849.

Olímpia viveu vários dias de filas e busca por combustíveis

O movimento dos caminhoneiros que começou no dia 21 de maio e durou praticamente 10 dias, começou a ter seu principal efeito sentido em Olímpia na sexta-feira, 25. Neste dia, embora em alguns estabelecimentos do gênero ainda houvesse o produto, mesmo que fosse o óleo diesel que é apontado como um produto de baixa comercia­lização na cidade, em alguns postos de revenda de combustíveis de Olímpia, os produtos já começaram a acabar no final da manhã. Nos mercados também começaram a partir de então a faltar gêneros alimentícios como algumas marcas de leite e hortifruti­gran­jeiros. A categoria parou no dia 21 de maio para exigir uma redução nos preços do óleo diesel - que subiram mais de 50% nos últimos 12 meses. A principal reivindicação era que sobre os impostos que incidem sobre o combustível, como o PIS-Cofins. Eles também exigiam a fixação de uma tabela mínima para os valores de frete.

Ao longo da greve, discursos anticorrupção também se juntaram às bandeiras defendidas pelo movimento, que em poucos dias se tornou expressivo e provocou impactos à população, em diversos segmentos. 

Na terça-feira, dia 29, no entanto, com a garantia de tropas de choque e da própria polícia militar e rodoviária, as distribuidoras de Rio Preto e de Ribeirão Preto, de onde provem todo o combustível que é comer­cia­lizado pelos postos de Olímpia, começaram a liberar gasolina e álcool para os postos do município.

Pouca gasolina e mais álcool eram verificados na maioria dos postos da cidade na terça e no final da tarde, por volta de 17h30 ainda eram verificadas grandes filas em todos eles.

Embora com os donos de postos garantindo que não teria havido reajuste de preços, o álcool era encontrado variando entre R$ 2,60 e 2,90 e a gasolina entre R$ 4,30 e 4,80, não batendo ainda a casa dos R$ 5,00.

Nos mercados da cidade a situação continuava a mesma de dias anteriores quando faltavam produtos hortifrutigranjeiros, algumas marcas de leite e alguns outros produtos pontuais.

2.ª FEIRA

Na segunda-feira, dia 28, os postos de combustíveis continuaram a ter um panorama parecido com o final de semana: sem gasolina e álcool e em alguns deles ainda restava certa quantidade de óleo diesel.

Em Severínia, os postos ainda tinham um pouco de diesel e combustível para servir ambulâncias da prefeitura. Em Guaraci e Altair, no entanto, a informação era a de que ainda era possível abastecer com qualquer tipo de combustível.

Na rodovia Assis Chate­au­­briand, indo para Rio Preto, no Posto Rei do Suco, na segunda-feira, era de ausência total de qualquer tipo de combustível.

Em Olímpia, no domingo, 27, uma carreata com quase 200 veículos, entre motos, automóveis, caminhonetes e até bicicletas percorreu as ruas da cidade em apoio ao movimento dos caminhoneiros, com um buzinaço e faixas mostrando a solidariedade com o movimento.

A carreata começou por volta de 18 horas e terminou aproximadamente às 22 horas. Os motoristas se concentraram nas proximidades do Posto do Hiroshi na Av. Adhemar Pereira de Barros e de lá percorreram as ruas da cidade, voltando para o mesmo local.

Por outro lado, as duas principais estradas que chegam a Olímpia vindas da região sul e sudeste do país tiveram paralisação de caminhoneiros praticamente desde o início da movimentação que perdurou até a quarta-feira, 30.

No km 431 da Rodovia Armando de Salles Oliveira (SP-322), no trevo de Seve­rínia, utilizando o pátio do posto que existe na entrada da cidade, mais de 200 caminhoneiros acamparam convencendo outros companheiros a não seguirem viagem. Na mesma rodovia, no km 397, outras centenas de motoristas também ficaram parados. Em Tabapuã, SP, mais de 100 caminhoneiros compuseram o movimento ficando na chegada à cidade, na rodovia vicinal Jeronymo Igná­­cio da Costa, em Taba­puã, dos dois lados da vici­nal que liga a cidade a Catiguá, SP.

USINAS

Mas as manifestações da categoria mexeram com a rotina de várias cidades do noroeste paulista. Em nota, emitida na segunda-feira, a Tereos Açúcar & Energia Brasil, que tem usinas de açúcar e etanol na região informou teve que interromper algumas operações de duas unidades industriais, Severínia e Cruz Alta, em Olímpia, por conta de bloqueios em estradas da região, dificultando o acesso de colaboradores e da provisão de alguns insu­mos. A empresa não especificou quais seriam estas operações, mas adiantou que estas serão retomadas assim que o acesso total for restaurado.

Gás de cozinha ainda estava em falta na sexta-feira, dia 1º

O gás de cozinha, o GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), ainda estava faltando nesta sexta-feira, dia 1.º de junho, em Olímpia. No início da manhã o produto foi entregue em pelo menos três dos distribuidores da cidade, mas cerca de três horas depois, segundo as informações, já havia esgotado o estoque recebido. Depois de comentários entre amigos, filas já se formavam nos portões das empresas.

O produto começou a faltar uma semana antes, também na sexta-feira, 25, quando deixou de ser encontrado nas quatro distribuidoras da cidade e também em postos de combustível e outros estabelecimentos que comercializam o GLP – gás liquefeito de petróleo.


Na sexta-feira, 01/06, o chamado gás de cozinha começou a aparecer em conta-gotas. No Disk Água da Cleo, chegaram 100 botijões que não deu para atender apenas parte de quem queria. Estava marcado para chegar mais no período da tarde, mas isso acabou não acontecendo.

No RR supermercados, no mesmo dia, chegaram apenas 26 botijões já acabaram. Nos postos da rede Hiroshi também chegou a formar fila para comprar o produto, mas também não deu para atender nem quem ficou na fila.

A expectativa era para que entre hoje, sábado, 2, e segunda-feira, 4, o fornecimento do GLP também esteja normalizado.

 


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