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Olimpia, 21 de Maio, 2018 - 00:01
Niquinha diz que houve acordo para arquivar a CEI do Salata

O vereador Antônio De­lo­modare, Niquinha, afirmou nesta semana que teria havido um “acordo” com a intenção de arquivar a Comissão Especial de Investigação (CEI), que ficou conhecida nos meios políticos por CEI do Sala­ta, em que os trabalhos fos­­sem devidamente encerrados, inclusive sem a oitiva do próprio vereador Luiz Antônio Moreira Salata, e elaborado o relatório, a respeito de um e­ventual desaparecimento de um telefone celular que fora adquirido pela Câmara Municipal da Estância Turística de Olímpia, quando este era o presidente da casa.

A declaração foi feita no final da manhã da quinta-feira desta semana, dia 17, quando Niquinha concedeu entrevista ao jornalista José Antônio Arantes, dentro do programa Cidade em Destaque, da rádio Cidade FM.

“Então, foi um acordo que nós chegamos, um bom senso. O celular está lá patrimoniado (sic). Então, não tinha motivo nenhum, acho que não precisava ter tanta crueldade desse tipo de estar punindo rigorosamente um com­panheiro de câmara que está buscando benefício para o nosso povo, para a nossa sociedade”.

Niquinha afirmou que não houve gasto caracterizado como desvio de recurso público, como, por exemplo, a câmara ter pa­go as contas desse telefone. “Não teve conta de celular que a Câmara pagou para ele (Salata) usar. Isso não existe. Ele só pegou o aparelho e usou com o chip dele, particular. Não onerou os cofres da câmara de jeito nenhum”, disse.

Mas reforçou: “Foi uma falha do vereador (Sala­ta). Saiu, esqueceu, sei lá o que aconteceu, ele levou o celular. Ficou dois, três meses e aí a gente fez o boletim (de ocorrência policial), abriu a CEI, mas o vereador já entregou (de­volveu) o celular, sem estar danificado, perfeito lá”. Inclusive, segundo Niqui­nha, “o aparelho está pa­tri­mo­niado (registrado no patri­mônio do Legisla­tivo”.

“Eu acho que não tem maldade para seguir nisso aí para massacrar a pessoa (Salata). Eu acho que a gente tem que ver o lado também da sensibilidade de cada um. Então, ele devolveu o celular e acho que acabou. Foi uma falha dele isso aí. Ele assumiu, mas já devolveu. Eu acho que tem que esquecer”, acrescentou.

Sobre o surgimento do nome do vereador Hélio Lisse Júnior como relator da CEI, foi por indicação do presidente da comissão, o próprio Niquinha. “É um ex-delegado, o mais experiente (na Câmara) para conduzir esse relatório. Então, indiquei ele com a maior tran­qui­li­da­de, mas o próprio He­linho também não tinha vontade de chegar a fundo”.

“O que nós aprovamos lá não foi o arquivamento. Não aprovamos a prorrogação porque foi dado 90 dias para instaurar a CEI e para apurar (os fatos). Depois teve a prorrogação de mais 90 dias e depois teve o recesso (parlamentar). Então, não tinha motivo nenhum de prorrogar mais”.

“Ninguém queria chegar a esse ponto de cassar vereador. É muito difícil ser eleito. O Salata está fazendo um importante trabalho. Está trazendo verbas para a nossa cidade. Está ajudando o prefeito. E a gente, vou ser sincero, que não guardo (...). Eu já falei com o prefeito também. Ele também não tinha intenção de que seja cassado vereador na câmara. Todo mundo, estão os 10 do lado dele, então, ele não tinha intenção também de fazer isso”.

Salata ainda não tinha sido ouvido na CEI do caso do telefone celular

De acordo com o relator da Comissão Especial de Investigação (CEI), que ficou conhecida por CEI do Salata (foto), que apurava o e­ven­tual sumiço de um telefone celular da Câmara Municipal da Estância Turística de Olímpia, Hélio Lisse Júnior, a comissão a­inda não tinha ouvido os esclarecimentos do vereador Luiz Antônio Moreira Salata (foto), que estava apontado como autor da eventual irregularidade.

“O arquivamento se deu por falta da prorrogação do prazo e não por falta de relatório. Mas estão preferindo atribuir a mim o caso”, lamentou a questão durante entrevista que concedeu à reportagem desta Folha na tarde quinta-feira desta semana, dia 17.

Reforça o vereador que a CEI não foi arquivada por falta de relatório final e que o requerimento de prorrogação do prazo foi feito em data adequada, ou seja, em data anterior ao dia 7 de maio, quando o prazo encerraria.

“Quando os autos foram encaminhados para relatório final continham várias diligências necessárias e fundamentais para serem realizadas. O oferecimento do relatório naquele momento cerceava o direito constitucional de ampla defesa do investigado”, comentou.

De acordo com Lisse, depois de várias datas nas quais Salata havia sido convocado e não atendeu, por diversas razões, segundo o relator, teria havido uma manifestação do acusado no sentido de apresentar sua defesa nos trabalhos de investigação.

“Tenho experiência jurídica e ao fazer a análise dos autos, pautei meu des­pacho com base na legalidade que norteia o ca­so, saneando a CEI. Não haveria nenhum impedimento legal para que o prazo fosse prorrogado”, finalizou.


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