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Olimpia, 15 de Abril, 2018 - 22:06
Ex-policial de Olímpia envolvido em mais uma morte causada pela Polícia Militar

No registro da Polícia Civil de Barretos, o tenente Vilela (foto), de 30 anos, aparece como autor dos disparos que mataram Tiago Rodri­gues, vulgo “Costela”, de 33 anos, em Barretos. Este mesmo policial, em 2016, é apontado como quem disparou tiros contra Mário Cezar da Silva, de 28 anos, no jardim Santa Ifigênia, que acabou falecendo.

O caso de Barretos aconteceu no início da noite de terça-feira, dia 10, por volta das 18h40, no bairro Santa Izabel. De acordo com o que foi registrado no plantão da Polícia Civil de Barre­tos, o tenente Viela e o cabo An­derson realizavam operação com o objetivo de prenderem “Coste­linha”, que era procurado pela justiça, pois tinha um mandado de prisão contra ele, bem como comandava o tráfico de drogas naquele bairro.

Segundo a polícia, o procurado foi visto em um terreno baldio e empreendeu fuga, tendo os policiais percebido que ele estava armado. “Costelinha”, segundo a polícia, não obedeceu a ordem de parada e ainda efetuou disparos na direção dos policiais, que revidaram. O procurado pulou o muro e ingressou em uma residência.

Foi quando, de acordo com o registro policial, os militares retornaram até a viatura, municiaram-se com um escudo balístico e foram até a casa onde “Costelinha” estava e teriam sido recebidos a bala.

Novamente os policiais reagiram e dispararam. “Costelinha” foi atingido por três disparos, sendo dois na região do tórax e um nas nádegas. Ele morreu no local.

A polícia apreendeu uma pistola .40 do tenente Vilela, uma .40 do cabo Anderson e ainda um revólver Taurus, calibre 38, com numeração raspada que estava com “Costelinha”. Foi realizado exames residuográfico nas mãos dos militares Vilela e Anderson.

O CASO EM OLÍMPIA

No início de abril de 2016, pelo menos três balas de uma submetralhadora, marca Taurus, calibre 0.40, atingiram o tórax de Mário Cezar da Silva, de 28 anos, morador no jardim Santa Ifigênia, que acabou morrendo. Os disparos foram feitos pelo tenente Vilela, que comandava uma operação da polícia Militar, que visava combater o tráfico de drogas. Segundo a versão da polícia foi revide. Com Mário Cezar foi encontrado um revólver Taurus, calibre 38. A ação policial causou revolta em moradores do bairro que chegaram a colocar fogo em um ônibus da Prodem como protesto. No ano passado, o tenente Vilela foi transferido para Barretos.


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