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Olimpia, 26 de Fevereiro, 2018 - 17:08
Saúde íntima é uma questão de prevenção

As secreções naturais das mulheres podem aumentar de acordo com o estresse, ovulação ou gravidez, mas devem causar preocupação quando mudam de cor, de odor e de consistência.

E nenhuma mulher durante toda a sua vida escapa disso, mesmo mantendo sempre em dia as visitas ao ginecologista e os exames preventivos. Na maioria das vezes, as causadoras do popularmente chamado “corrimento” são as bactérias que se instalam na região genital e também podem contaminar o parceiro, apesar de ele não sentir desconforto nenhum.

Quando aparecerem secreções incomuns, o médico deve ser procurado imediatamente e jamais a mulher deve automedicar-se.

No entanto, é bom a mulher estar informada de como ocorrem estas secreções indesejáveis. Se apresentarem coloração amarelo esverdeada, os especialistas explicam que pode ser Tricomona, causado por um protozoário que infecta a região vaginal provocando corrimento de odor forte. Como geralmente a transmissão é através das relações sexuais o tratamento deve ser feito pelo casal, uma vez que no homem Tricomona pode causar problemas nas vias urinárias.

Outra infecção muito comum é a Cândida, uma secreção branca e que se apresenta com pequenos grúmulos brancos; geralmente aparece quando a mulher está com a imunidade baixa e é causado por fungos, provocando ardor, coceira e dor no ato sexual. A Cândida deve ser tratada pelo casal.

Outro meio de contaminação da área vaginal é através das fezes no momento da higiene que deve ser feita no sentido da vagina para ânus e não ao contrário. Quando a contaminação acontece, surgem secreções amarelas e de odor muito forte, principalmente após as relações sexuais e o tratamento também deve ser feito pelo casal.

Os ginecologistas explicam que estas patologias têm tratamento e geralmente não são graves, mas não devem se negligenciadas, ao menor sinal de anormalidades, a mulher deve procurar o médico.

Quando aparecem secreções rosadas ou sanguinolentas, em períodos não menstruais, estas indicam que existem lesões na mucosa do colo do útero ou do endométrio. Muito comum é a ocorrência de pólipos, lesões benignas que parecem pequenos tumores e que precisam ser retiradas através de pequena cirurgia, geralmente com anestesia local.

A causa dos pólipos é incerta, mas os especialistas que eles podem voltar, daí os exames preventivos ganham maior importância ainda.

Outra ideia errada é que sabonetes bactericidas ajudariam a combater as contaminações, no entanto os médicos recomendam que se use sabonete íntimo que tem PH neutro e que não destroem a flora vaginal.

Lembrando, mais uma vez, que a mulher precisa pelo menos uma vez por ano consultar o ginecologista e fazer os exames preventivos, reduzir o número de parceiros e usar sempre preservativos durante as relações sexuais, mesmo que utilizar outros contraceptivos, pois os preservativos além de prevenir a gravidez, evita as DST, ou seja, doenças sexualmente transmissíveis.

Fique atenta!


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