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Olimpia, 24 de Dezembro, 2017 - 13:39
Natal, início de um tempo de renovação e esperança

Do Conselho Editorial

 

Época de se encontrar e ouvir a inevitável consta­tação que cada ser humano pode ter direito, de que o ano passou rápido demais porque já é Natal.

E soa como razoável estas afirmações neste período em que parece que tu­do voa à velocidade da luz.

Se pudessem voltar suas memórias para outros tempos, os que vêm de outros períodos perceberiam com facilidade que a vida se arrastava mais lentamente, talvez em razão da ausência de responsabilidades, tecnologia, trabalho e tantas e tantas outras explicações que cabe a cada um buscar em si.

Dentre as inúmeras, o trabalho, para alguns, começava mais cedo e antes das badaladas das 18 horas, ou seis horas como é costume falar, popular hor­a da Ave Maria, muitos já esticavam suas cadeiras nas ruas para um bate papo de vizinhança.

Não havia televisão e os dias se mostravam como se mais longos fossem e a vida fluía numa mansidão que parecia a maioria, que semanas duravam séculos.

Mesmo as viagens que se prolongavam por dois ou três dias, por estradas de terra ou ferro, umas, as de terra, esburacadas e as outras, ferrovias eram caminhos que conduziam veículos lentos e des­confortáveis que faziam toda viagem parecer eterna por menos que fosse a distância.

Ir ao cinema, eis ai uma diversão que demandava horas e horas em imensas filas para assistir a um filme que dura quase ou o mesmo tempo dos de agora e que naquela época parecia se perder no espaço de tão longo.

Tudo consumia o mesmo tempo que agora, porém, as opções eram menores e o envolvimento do homem com a máquina era menor e consigo e a natureza eram bem maiores.

Não parece razoável nos dias de hoje que uma família faça uns lanches, asse um frango com farofa e vá esticar uma toalha a beira de um rio para ficar o dia todo curtindo a natureza sem fazer nada, além de admirar a vida que flui.

Assim eram os piqueniques que nem se sabe mais como eram.

Hoje algumas famílias vão passar o final de semana em algum clube com um monte de distrações que ao contrário do que ocorria antes na natureza, as pessoas, em razão da diversidade imensa de diversão, nem bem entram nos clubes e tem a sensação de que acabou o dia muito rapidamente.

Os cinemas foram encaminhados para a sua casa através dos computadores, o dia a dia é uma correria danada dentro de carros que, velozes, voam em ruas e estradas que em nada lembram as adversidades dos caminhos de outrora.

Tudo que foi e continua sendo feito em prol do conforto e da velocidade transmite ao homem a ideia de que a vida que sempre foi passageira envolve tanto cada um nos seus afazeres que o comum, que não deveria ser comum, é se aperceber que já é Natal e que o tempo passou rápido demais.

Não foi isto o que ocorreu, os dias continuam e continuarão se compondo cada um deles das mesmas 24 horas e a composição das semanas ainda se comporão de sete dias e os meses e os anos guardam a mesma variação desde a instalação do calendário gregoriano.

Se ocorre a você o que ocorre a muitos de constatarem indevidamente que o ano em que a vida se instala passou rápido demais, é hora de de­sace­lerar, dar um tempo para si mesmo enquanto é tempo.

O percurso natural é o mesmo. Se mudou alguma frequência, a possibilidade de haver alguma falha pode estar em você que está se consumindo sem dar espaço a observações mais poéticas sobre o tudo que te rodeia em razão do tempo que não sobra ou que falta.

Uma grande oportunidade surge para todos neste período em que se anunciava a vinda de Jesus ao mundo para retomar com mais lentidão e olhar mais atento a sonoridade da beleza das coisas que circundam a caminhada e o viver de cada homem.

Basta se integrar a si mesmo e não se entregar, valorizar cada nascer e pôr do sol e ver na oportunidade de cada amanhecer a chance de usufruir consigo a chance de se dar o direito do prolongamento da aventura se embebedando de cada gotícula que produz a essência vital que permite a existência.

Proclame o Natal como o início, ou reinicio, de um tempo de renovação e esperança.

Isto só você pode fazer por você.

 


 

 

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