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Olimpia, 10 de Dezembro, 2017 - 15:09
Saúde já registra mais de 150 casos de catapora na rede de ensino local

De acordo com dados da Vigilância Epidemio­lógica, da Secretaria Municipal de Saúde, mais de 150 casos de catapora, também chamada de varicela, já foram registrados na rede municipal de ensino de Olímpia. Atualmente, são quatro Escolas de Ensino Básico (EMB) que estão com casos de catapora em aberto. Helena Covelo (24 casos); Lourice Sgorlon (10 casos); Maurício César Alves Pereira (22 casos); e Zenaide Rugai Fonseca (55 casos).

Até nesta semana, a secretaria de Saúde realizou a vacinação de mais de 100 alunos da rede municipal de ensino que estão matriculados em escolas com incidência de catapora. Essa ação de vacinação foi realizada devido a continuidade do período de epidemia, que corres­pon­de a mais de 30 dias.

Com essa situação, foi disponibilizado pela GVE (Grupo Regional de Vigilância Epidemiológica) de Barretos, doses da vacina para aplicar em crianças que não estão mais na faixa etária contemplada pela vacina (4 anos, 11 meses e 29 dias) e as que não contraíram a doença e que estão nas escolas com incidência.

Conforme dados da Saúde, cinco doses foram aplicadas na EMEB Helena Covelo; 11 na EMEB Lou­rice Sgorlon; 37 doses EMEB Maurício César Alves Pereira; e 55 EMEB Zenaide Rugai Fonseca.

Segundo a secretária de Saúde, Sandra Regina de Lima, a medida visa coibir o contágio da doença e evitar a proliferação. “A catapora é uma doença de fácil transmissão e por isto é preciso medidas que evitem os surtos, já que caso um aluno seja diagnosticado com catapora ele já é afastado das aulas”, explica a secretária.

Os dados da Vigilância também apontam que quatro escolas e uma entidade filantrópica tiveram casos entre os meses de junho a outubro, sendo elas: Cidade Mirim de São João Batista (6 casos); EMEB “Professor Eugênio Zacca­relli” (4 casos); EMEB “Professora Therezinha Lopes de Melo Vicente” (20 casos); EMEB Sítio do Pica-Pau Amarelo (11 casos); e a Escola Estadual Dalva Viera Itavo (4 casos).

“Quando há a notificação de um aluno com catapora, a Saúde adota como procedimento o afastamento do aluno, caso seja em uma escola os alunos abaixo dos 5 anos há uma vacinação dos alunos que não estão com a vacina em dia. Caso seja em alunos com mais de cinco anos e o surto perdurar por longo tempo há uma vacinação dos alunos que não tem a vacinação e também não contraíram a doença”, afirma Juliane Bressane, chefe do setor de Vigilância Epidemiológica.

Além disso, a Saúde informa que a vacina para catapora está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde para as crianças com idade de 4 anos, 11 meses e 29 dias.

 



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