iFolha - Pobre é escravo e escravo nunca existiu como humano. Somos meros animais? Ou até menos que isso?

Ifolha - Folha da Região


Olimpia, 27 de Maio de 2018
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 26/05/2018
REGISTRE-SE
SUGIRA O SITE PARA UM AMIGO

 


Notícias
Arte e Cultura
Cidades
Comportamento
Economia/Turismo
Educação
Esportes
Falecimentos
Geral
Justiça
Polícia
Política
Saúde
Entretenimento
Bastidores/TV
Beleza
CD/Dicas
Cinema
Classificados
  - Casas
  - Carros
  - Motos
  - Diversos
Coluna da Bruna
Culinária
  - Doces
  - Salgados
Datas
Dicas
Empresas
Horóscopo
Humor
Livros
Notícias/TV
Novelas
Perfil/TV
Viagem
Viver Bem
Opinião
Artigos
Coluna do Arantes
Editorial
Zanoliando
Rádio / TV
Olímpia FC - TV
Radio iFolha
TViFOLHA

Ifolha

Olimpia, 10 de Dezembro, 2017 - 14:24
Pobre é escravo e escravo nunca existiu como humano. Somos meros animais? Ou até menos que isso?

AINDA MEIO ...

... cambaleante em razão do ataque destes bichinhos que a gente não enxerga, não consegue ver, mas que nos deixam combalidos, os tais de vírus, bactérias e afins.

A “TAR” DA GRIPE ...

... veio com tudo. Não pediu nenhuma licença, nem a poética, atacou com tudo. Corpo ruim (diferente do corpo mole que a gente tem sempre mesmo sem ter nada), voz de caverna, tosse constante, suor em bica (toda vez que toma remédio).

EM ESTADO ...

... zen “bumdista”, ou seja, com a bunda o tempo todo na cadeira, sem vontade nenhuma de levantar, o jeito foi tentar fazer alguma coisa para amainar o estado de apatia. E aí, por força da insistência, este jornalista continuou pesquisando sobre o tema que mais tem cara­minho­las em sua cachola: o avanço da tecnologia e conse­quente revolução que está em andamento.

A GENTE ...

... normalmente não está se dando conta, a revolução tecnológica está chegando e está modificando tudo. Da economia ao comportamento.

MAS O QUE ...

... está causando mais espanto e incompreensão neste ser, acostumado a se acalmar apenas quando consegue enxergar as respostas para as suas interrogações, ou seja, quando consegue encontrar a sua própria verdade, é o fato de não conseguir visuali­zar como ficarão os pobres coitados dos sem cultura, dos sem conhecimento, os des­camisados de formação.

ALIÁS, ...

... se a gente tentar buscar na história, pobre nunca foi considerado gente, que dirá cidadão portador de direitos.

DESDE ...

... que mundo é mundo, pobre é massa de manobra produtiva e incumbida de produzir o sustento de seus senhores, seus proprietários.

ANTES ...

... do surgimento do capitalismo, o homem vivia em pequenos grupos que dividiam tudo o que obtinham da natureza (viviam da caça, da pesca e daquilo que conseguiam tirar das florestas); literalmente viviam em estado de natureza e a natureza é socialista, tudo é feito visando a sua própria sustentabilidade.

QUANDO O ...

... homem começa a dividir as terras e a produzir seu sustento, deixamos o socialismo puro para entrar num capitalismo que passa a escravizar o homem, principalmente os que, de diferentes formas, não se enquadrem entre os que dominam, entre aquilo que se chama até hoje de elite dominante.

NA GRÉCIA ...

... antiga, no tempos de Sócrates e Platão, na primeira democracia, quem tinha direitos eram apenas os cidadãos e estes eram justamente uma minoria que detinha o poder. O resto era escravo.

INDEPENDENTEMENTE ...

... do sistema político, até alguns séculos iniciais do segundo milênio depois de Cristo, a escravidão nos moldes antigos era notória e presente, adquirindo, no entanto, novas formas, como a do feudalismo, por exemplo, onde surgem os chamados meei­ros que ficavam com apenas 25% do que produziam para os senhores feudais.

COM A REVOLUÇÃO ...

... francesa, surgem as primeiras iniciativas concretas de se fingir tratar a todos de maneira igualitária. Pois, pobre sempre foi pobre e sempre foi escravo.

NA FORMAÇÃO ...

... da primeira assem­bleia francesa, após a revolução, onde surge os conceitos de direita e esquerda, com os deputados representantes dos ruralis­tas, os conservadores, sentando à direita e os dos burgueses (banqueiros, comerciantes, artesãos e afins), sentando à esquerda.

EPA, ONDE ...

... estariam os representantes dos escravos, ou dos pobres e afins? Hein? Hein? Hein?

A GRANDE ...

... farsa começou lá atrás. Pobre nunca foi representado na política e nem na vida, nem no dia a dia mesmo.

QUANTOS ...

... pobres, ou oriundos das classes menos favo­recidas conseguiram chegar ao poder até hoje? E mesmo em cargos de destaque na sociedade?

SIMPLES, ...

... a tese da justiça social é muito bonita, mas só fica no papel. Nossos presídios estão lotados de PPP. Não vou nem traduzir. E, a outra conta é mais simples ainda. Para que viviam os escravos desde que mundo é mundo? Para a mera sobrevivência? E para que vive a esmagadora maioria da população mundial (com exceção de alguns países desenvolvidos em que o sistema ainda funciona)? Do Brasil, então nem se fala.

ENTÃO,  ...

... elementar meu caro leitor. Quem vive pela me­ra sobrevivência o que é que é? Escravo! O que você é?

AÍ VOCÊ ...

... pode dizer que você é que escolhe os seus go­vernantes. Que você pode falar o que quiser na in­ternet. Que você pode fazer o que quiser. É? Seu Zé. Qual a formação cultural que você recebeu para saber separar o joio do trigo? Para saber o que é melhor ou o que é pior. Se tivesse sido a mesma dos países desenvolvidos, com certeza não estaríamos vivendo este momento de vandalismo total.

NA VERDADE ...

... “nosotros” somos levados a acreditar e esta é a tese apregoada no momento, que se os grandes não ficarem cada vez mais grandes, não teremos condições de sobreviver pois estará faltando emprego.

INCUTEM ...

... na nossa formação que temos que manter a situação do jeito que está como única forma de sobrevivência.

MAS A NOTÍCIA ...

... triste e que não quer calar é que se está ruim, vai ficar ainda pior. Pois de enganado total, passaremos a ser imbecilizados e esfomeados totais.

A REVOLUÇÃO ...

... tecnológica está provocando transformações na economia e no próprio dia a dia que são incon­troláveis. Homens estão sendo substituídos em todos os setores por máquinas e computadores e, agora, pela inteligência artificial.

A VELOCIDADE ...

... é tão grande, que nos últimos cinco anos, a figura do cortador de cana, do apanhador de laranja, do trabalhador rural, está se desfazendo. É uma profissão em extinção e que está acontecendo de forma avassaladora em nossa região.

E ASSIM ...

... vai acontecer em dezenas de outros setores. Claro que outros tipos de atividade vão surgir. Mas, claro também, que estas atividades necessitarão de conhecimento, de reflexão, de tutano no cérebro.

E O PIOR ...

... é que em toda a pesquisa que fiz nestes dias de convalescência, não vi sequer um cientista político, especialista em economia, em emprego ou “escam­bau” falar sobre este setor que é o maior em termos populacionais: os pobres brasileiros.

COM A ...

... educação semialfa­betizante de hoje, sem trabalhos meramente manuais, quem sobreviverá?

QUEM ...

... terá condições de se reinventar? De montar as chamadas “startups”? Ou inventar mesmo algo que possa fazer para se sustentar?

TODOS ...

... os “experts” no assunto dão as soluções e afirmam que muitos outros empregos surgirão no lugar. Que muitas atividades poderão ser desenvolvidas como forma de se sustentar. Mas, todas, todas mesmo, são ligadas a áreas onde o requisito principal é sempre a capacidade de raciocínio, de uso da inteligência emocional, aquela que vai faltar nos computadores com inteligência artificial.

JUSTAMENTE ...

... capacidades que não foram e não estão sendo estimuladas na formação da maioria dos nossos jovens, claro, das classes D e E, que representam milhões de brasileiros, sem contar os já na idade adulta, acostumados ao trabalho braçal do campo ou ao manual e meramente repe­titivo do chão de fábrica.

ESTES, HOJE ...

... estão migrando para a construção civil, para serviços de entrega e afins, que infelizmente também deixarão de existir em grande parte com a mecanização.

E O QUE É ...

... pior ainda minha gente. Não é futuro. Já está acontecendo. Em poucos anos poderemos ter atingido um grande caos, ou o apocalipse será a morte daqueles que não serão mais necessários para produzir o sustento dos nossos nobres cidadãos: os escravos de sempre. Será deles o reino dos céus?

José Salamargo ... pessimista, pessimista demais, talvez em razão da idade, ou da gripe que sempre teima em voltar.

 



Comentários - 0
Seja o primeiro a comentar
 
Ultimas Noticias
26 de Maio, 2018
Postos de combustíveis de Olímpia fecharam no sábado à tarde - 271
26 de Maio, 2018
Hortifrutigranjeiros e alguns produtos já começam a faltar em supermercados - 111
26 de Maio, 2018
Cidade em Destaque fez balanço das consequências da greve dos caminhoneiros em Olimpia - 108
26 de Maio, 2018
Santa Casa pode parar cirurgias eletivas se não receber oxigênio - 91
26 de Maio, 2018
Prefeitura adota racionamento do consumo de combustíveis - 117


Compartilhe: Facebook Orkut Twitter
       






























Site oficial do jornal Folha da Região de Olímpia | Fone: (17) 3281 6432
Desenvolvido por Infinity Web Sites