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Olimpia, 19 de Novembro, 2017 - 23:36
Comerciante diz no rádio que não aguenta mais conviver com a água suja da torneira no centro

O comerciante Luiz Car­los de Souza (foto), que reside na rua Washington Luiz, no centro de Olím­pia, afirmou em desabafo em vídeo gravado que não aguenta mais conviver com a difícil situação que tem convivido ao longo dos últimos anos, com as torneiras de sua casa jorrando água suja, de cor achocolatada e imprópria para o uso cotidiano.

A manifestação de Souza foi transmitida no programa “Cidade em Destaque”, pela rádio Cidade (98,7 Mhz), e em “Live” pelo Facebook, do jornalista José Antônio Aran­tes, que, entre 11 e 12 horas, de segunda a sexta-feira, traz notícias, comentários e reflexões sobre temas diversos.

O comerciante se diz insatisfeito por não ver perspectiva de que seu problema seja resolvido, já que tem acompanhado as últimas declarações do prefeito Fernando Augusto Cunha que tem anunciado reforma da praça e do Fórum que para ele é muito menos importante do que o problema da água.

Inclusive, destaca a inércia dos vereadores de Olímpia que não fiscalizam e parecem que não estão nem aí com a situação que atravessa o município, enfatizando ainda que, diante de tudo isso, o Ministério Público fica inerte esperando que as pessoas denunciem para tomar alguma providência.

OUTRO LADO

O jornalista solicitou, ao vivo, uma manifestação do atual governo sobre o assunto e a assessoria de imprensa encaminhou um comunicado com os seguintes dizeres:

“A Daemo Ambiental esclarece que, referente às reclamações de água suja na torneira, a autarquia tem realizado, de forma gradativa, diversas manutenções no registro de abastecimento e reparos na rede para melhora no aspecto da água.

Também estão sendo feitas intervenções substituindo as redes mais antigas por novas, principalmente em locais com maiores incidências de vazamento.

Em relação ao abastecimento, cabe ressaltar que o sistema é arcaico, não evoluiu com o crescimento da cidade e deixa o município sob o risco de restrição ao abastecimento, principalmente, no período da seca.

Para solucionar esse problema, a Daemo, em parceria com o novo governo, tem tomado as providências para a perfuração de dois poços profundos, com captação do Aquí­fero Guarani, um poço do Aquífero Bauru e contratando uma empresa para fazer o aprofunda­men­to de três poços já existentes, investimentos que ultrapassam R$ 20 milhões”.

Daemo inicia processo de reestruturação de poços

Da redação e assessoria

A Superintendência de Água, Esgoto e Meio Ambiente - Daemo Ambiental publicou na quinta-feira desta semana, 16, no Diário Oficial Eletrônico (DOE), a Tomada de Preço número 01/2017, que consiste na contratação de empresa para a prestação de serviços de aprofun­damento de três poços e mais a perfuração de um poço profundo. O objetivo é a melhoria e a garantia do sistema de abastecimento de água na região leste do município.

De acordo com o superintendente da autarquia, José Augusto Gianotto, Guto, essa é a primeira etapa de medidas anti-racionamento. “Vamos fazer o aprofundamento dos poços na Cohab II, CDHU III e Vida Nova Olímpia. Além disso, vamos perfurar um poço nas adjacên­cias do Viva Olímpia para suprir as necessidades hídricas e de vazão dos bairros da região”, afirmou.

A abertura dos envelopes será no dia 1º de dezembro, às 10 horas, na sede da Daemo Ambi­ental. Após esse processo, dentro de 20 dias, será divulgada a empresa vencedora. “Acredito que no início de janeiro daremos início às obras”, disse Guto Gianotto.

Depois desta obra será realizada uma segunda etapa, onde serão realizadas as obras para reser­vação. “Vamos ampliar a capacidade de reserva da água e aumentar a vazão dos poços. Vamos analisar qual a situação dos poços, alguns teremos que ampliar e outros teremos que trocar, mas isso será uma segunda fase”, contou o superintendente.

“Com essas medidas, em 2018 estaremos preparados para a seca e, provavelmente, não teremos que adotar o racionamento, como neste ano. Por isso estamos estruturando os nossos poços para atender a toda população”, finalizou Guto.

 


Comentários - 1
Dourado
Publicado em 20 de Novembro, 2017

Esta é uma conversa acomodada, bizantina, pra não dizer enganosa. Faz meio século que as autoridades olimpienses se desculpam com a população esclarecendo que os problemas de fornecimento de água estão relacionados com a rede que é antiga, à base de canos de metal, hoje retrógrados e impróprios. Desde 1969, quando atuava pela Radio Difusora, sob o comando de J.C. Seno e mesmo durante a direção de Silva Filho, que nós, daquela emissora, denunciamos várias vezes e amos que já estava ficando tarde para a troca de toda a rede de distribuição de água, que já apresentava uma série de problemas de fornecimento. Naquela época, se não me engano, ainda não se falava em novas tecnologias, mas já começavam a aparecer pelo mundo, estudos, trabalhos, seminários... e denúncias de cientistas sobre os graves problemas que as populações urbanas poderiam sofrer, ao longo das próximas décadas, se medidas educativas (preventivas) de aprimoramento do uso da água não fosse tomadas pelos governos. No caso de Olímpia, como soe poderia acontecer nesta esquecida e vilipendiada menina-moça, as medidas forem sempre paliativas e apenas com intuito de mascarar e engambelar o cidadão; as desculpas sempre foram as mesmas e repetidas como já foi dito acima. Derrubaram árvores centenárias (como aquela Mangueira que era nosso ponto, no cruzamento das vicinais NatalDiógenes Breda, só para facilitar a entrada de um resort de praias artificiais), construiram arcos na entrada da cidade, acesso de 1º mundo (menos!) para o Thermas, apoiaram times de futebol (sem nenhum propósito a não ser facilitar a predação de recursos públicos), choraram por uma alcunha de cidade turística e outras superficialidades que sequer o cidadão presta atenção, mas em nenhum momento dedicaram atenção e recursos para capacitar a cidade de infra-estrutura necessária para garantir o STATUS que tanto almejavam. Como diz o ditado latino Asinus asinum fricat, durante todos esses anos, as autoridades constituídas pelo voto, apenas se esfregaram uns nos outros, seguidamente, dando um olé no cidadão que, hoje, desarmado da proteção das instituições que deveriam lhe dar guarida, corre o risco (mal ainda não superado no sec. XXI nestas pequenas cidades provincianas) de ser espezinhado e ridicularizado pelos seus conterrâneos, indiferentes e analfabetos em seus direitos constitucionais. Como sentenciou Steve Connor (The Independent, London) nossos tataranetos poderão ser beneficiados com este planejamento (que esta conversa bizantina anunciou) mas não as populações atuais. Como diria minha saudosa sogra (Dª Amélia) ai já teria morrido o burro e o tocador do burro.

 
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