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Olimpia, 30 de Outubro, 2017 - 13:44
O livro A Vantagem Humana chegou nas livrarias

A Vantagem Humana
Elefantes têm cérebros maiores que os humanos. Então por que somos mais inteligentes? Remontando ao homo erectus, que viveu há um milhão e meio de anos, a neurocientista brasileira Suzana Herculano-Houzel demonstra sua instigante tese de que o desenvolvimento extraordinário do cérebro humano não foi um desvio excepcional na evolução das espécies, mas uma decorrência da prática exclusivamente humana de se cozinhar os alimentos. Mas, se não somos uma exceção às regras da evolução, qual é a origem da vantagem humana? A autora mostra que não é o tamanho do cérebro que interessa, mas o fato de termos mais neurônios no córtex cerebral do que qualquer outro animal, graças à invenção de nossos antepassados — de cerca de um milhão e meio de anos atrás — de uma maneira mais eficiente de obter calorias: cozinhar. Aliando o rigor científico a um texto inspirador e divertido, “A Vantagem Humana” nos oferece uma entusiasmante explicação sobre como nos tornamos notáveis sem nunca termos sido especiais. Com 344 páginas, o livro é da Editora Companhia das Letras.

 

 

Festival Variável
Vinicius tinha certeza de que seria dispensado do Exército. Como refratário, porém, não teve direito de escolha e acabou na companhia que fazia o trabalho mais pesado do batalhão. No começo, fez corpo mole, porém logo descobriu que sua atitude prejudicava os companheiros. Decidiu então dançar conforme a música. Lavar, correr, esfregar, pagar flexões, a rotina militar era dura, mas lhe trouxe amigos e um propósito. Só havia uma coisa com a qual ele não se acostumava: as humilhações do sargento Vieira. Para complicar, começa uma relação secreta com a filha do sargento. Com uma narrativa segura, Jessé Andarilho cria conflitos e reviravoltas que se escondem sob uma aparente normalidade e dá vida a um garoto comum, cheio de aspirações, em busca de si mesmo. Com 136 páginas, o livro é da Editora Alfaguara.




Só Escute

Ano passado, Annabel era a típica “garota que tem tudo” — inclusive era esse o papel que interpretava no comercial de uma loja de departamentos da cidade. Este ano, porém, ela é a garota que não tem nada: não tem mais a amizade de Sophie; não tem uma família feliz desde a descoberta do distúrbio alimentar de uma de suas irmãs; e não tem ninguém com quem passar a hora do almoço na escola. Até conhecer Owen Armstrong. Alto, misterioso e obcecado por música, Owen é um garoto que vivia se metendo em brigas, mas agora está tentando mudar. Um de seus novos lemas é sempre falar a verdade, não importa qual seja, e jamais guardar ressentimentos. Será que com a ajuda desse amigo inesperado Annabel vai conseguir encarar a verdade e enfrentar o que aconteceu na noite em que brigou com Sophie? De Sarah Dessen, o livro tem 352 páginas e é da Editora Seguinte.



O Rei da Vela
Escrita em 1933, publicada em 1937 e encenada pela primeira vez trinta anos mais tarde pelo Teatro Oficina, esta é a peça fundamental de Oswald de Andrade. Ao retratar um país mergulhado na crise financeira de 1929, às vésperas do Estado Novo, “O Rei da Vela” aponta a utopia de um projeto político que não viria a se concretizar. Oswald apresenta uma peça de teatro profundamente anarquista, que explora a força soberana do imperialismo americano em toda sua dimensão caricata e grotesca. No centro do palco está o escritório de agiotagem Abelardo & Abelardo, em um enredo que tem como pano de fundo a ambição tacanha e desenfreada de um país subdesenvolvido, as falcatruas, a decadência, o desprezo pela moralidade e o sexo estapafúrdio. O volume inclui textos inéditos de Décio de Almeida Prado e de Renato Borghi, além de um manifesto de 1967 de José Celso Martinez Corrêa, que assina também um pós-escrito para esta edição. Com 120 páginas, o livro é um lançamento da Editora Companhia das Letras.


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