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Olimpia, 25 de Setembro, 2017 - 18:56
“Tempo de Amar” será mais uma novela de época

Maria Vitória (Vitória Strada) é jovem alegre, corajosa e determinada. Rica, se apaixona por Inácio Ramos (Bruno Cabrerizo), um homem pobre, mas trabalhador / João Miguel Jr-RG



Inácio Ramos (Bruno Cabrerizo) é um jovem simples, honesto e muito trabalhador que demonstra muita gratidão pela tia Henriqueta (Nívea Maria), com quem mora. Se apaixona perdidamente por Maria Vitória (Vitória Strada) / João Miguel Jr-RG

 

 

“Novo Mundo” fechou com chave de ouro o horário das 18 horas da Globo, sendo uma das melhores audiências da emissora e nesta segunda, estreia “Tempo de Amar”, a nova novela do canal.

Na visão do autor Alcides Nogueira, “Tempo de Amar” “é um clássico folhetim, uma novela de amor com muitas reviravoltas. São amores danosos, culpados, plenos, sofridos. Mas sempre o amor é o motor da história”. “A novela fala sobre a força de amar. É uma linda, grande e forte história de amor”, resume o diretor artístico, Jayme Monjardim. Baseada em um argumento de Rubem Fonseca, a trama é escrita em parceria com Bia Corrêa do Lago e conta com a colaboração de Tarcísio Lara Puiati e Bíbi Da Pieve, além da pesquisa de Yara Eleodora.

A nova novela da Globo parte de um argumento original de Rubem Fonseca, um dos mais importantes escritores brasileiros. Rubem é conhecido por seus livros de romance policial, mas foi uma história de amor de sua família que o fez escrever o argumento em parceria com a filha, Bia Corrêa do Lago. A saga dos protagonistas de “Tempo de Amar” é inspirada na aventura real da avó do escritor, que saiu de Portugal deixando a filha pequena – mãe de Rubem – com seus pais para encontrar seu grande amor. Ele havia se mudado para o Brasil a trabalho e, em um determinado momento, parou de enviar suas cartas. A história foi, então, ficcionada por Alcides Nogueira. “O amor fez com que minha bisavó atravessasse o oceano para encontrar o homem pelo qual era completamente apaixonada”, conta Bia, que também é parceira de Alcides no texto da novela. 

“Tempo”, conceito tão relativo, abstrato e complexo que rege a vida humana, muitas vezes determinando o rumo dos acontecimentos, moldando encontros e desencontros. “Amor”, sentimento combustível da nossa existência, que está acima de tudo que é lógico, percorre distâncias, motiva loucuras e desafia a finitude dos dias. Quando se trata de amor, o tempo não segue a engrenagem das horas, dos minutos e dos segundos. O tempo de amar é agora e é para sempre. Essa urgência toma conta dos corações de Maria Vitória (Vitória Strada) e Inácio Ramos (Bruno Cabrerizo) quando se veem pela primeira vez, no meio de uma procissão em Portugal, em 1927. Um amor que arrebata duas pessoas e que enfrentará diversas barreiras esse é o fio condutor da trama.

Os olhares de Maria Vitória e Inácio se encontram nas festividades da Semana Santa, na fictícia aldeia Morros Verdes, mudando suas vidas completamente. Ela, a filha do influente produtor de vinho e azeite José Augusto (Tony Ramos), o dono da famosa Quinta da Carrasqueira, cujo amigo e confessor é o padre João (José Augusto Branco). Ele, um rapaz simples de Sobreiro, vilarejo vizinho, que mora com a tia Henriqueta (Nívea Maria), vive de trabalhos temporários, como a colheita das uvas, e gosta de tocar bandolim. À revelia da família da moça, os dois iniciam um namoro que logo será interrompido. Antes de conhecer a jovem, Inácio havia aceitado uma proposta de trabalho no Brasil – ele precisa partir rumo ao Rio de Janeiro. Mas Maria Vitória permanece em Morros Verdes. O desejo do reencontro move então a vida do casal, que terá que lutar contra inúmeras adversidades, entre os dois países. 

O ciúme doentio de Fernão Moniz (Jayme Matarazzo), que deseja Maria Vitória e acredita que ela é sua prometida, é um dos primeiros obstáculos enfrentados pelos jovens. A filha de José Augusto terá que lidar ainda com as falsidades de Delfina (Letícia Sabatella), empregada da Quinta da Carrasqueira que ajudou a criá-la e que nutre uma paixão reprimida por seu pai. Tudo se intensifica com a descoberta de uma gravidez, que faz com que Maria Vitória seja enviada a um convento. Já no Rio de Janeiro, Inácio está feliz com o trabalho em um empório quando descobre, através de uma carta, que a amada espera um filho e ganha uma passagem para retornar ao seu encontro. Às vésperas do embarque, vai a um vilarejo fazer um último pagamento para o patrão, mas é assaltado e espancado. Quem o socorre é Lucinda (Andreia Horta), moça reclusa e cheia de traumas, filha do médico Reinaldo Macedo (Cássio Gabus Mendes). Entre a vida e a morte, Inácio passa a ser cuidado por ela e perde contato com todos os seus conhecidos. Lucinda acaba se apaixonando e não medirá esforços para que ele nunca mais encontre a amada. Enquanto isso, em Portugal, as freiras, lideradas pela Irmã Imaculada (Bete Mendes) entregam a filha que Maria Vitória dá à luz para adoção. Ela, então, se desespera e foge para o Brasil atrás de Inácio, que é dado como morto. Separados pelo destino, Inácio e Maria Vitória sobreviverão como podem, sem nunca perder a esperança de um dia reviver este amor. 
De um lado, uma estrada moderna que liga duas cidades de um roteiro turístico no Sul do país. Do outro, casas que guardam tradições e fazem com que os visitantes pareçam ter passado por um túnel do tempo. Foi esse outro lado o cenário escolhido pelo diretor artístico Jayme Monjardim para as primeiras gravações de ‘Tempo de Amar’. “O Rio Grande do Sul preserva suas tradições, e conseguimos, com essas locações, imprimir na novela uma atmosfera europeia de anos atrás”, conta Monjardim.

Para compor o estilo dos personagens de “Tempo de Amar”, a figurinista Paula Carneiro se baseou em pesquisas sobre a época em que se passa a trama, 1927 a 1930. Mas não ficou presa ao que dizem os livros: “Como Morros Verdes é uma aldeia perdida no tempo foi possível utilizar a licença poética para criar e ter o belo como foco, mas levando em conta que ali é um lugar longe dos centros urbanos, mais rural. Sem a preocupação com o que é certo e o que é errado”, explica. O figurino marca bem a diferença entre os personagens de Portugal, que possuem elementos antiquados e seguem uma linha atemporal, e os que vivem no Rio, na época a capital do país,  efervescente política e culturalmente, onde os personagens se vestirão com o estilo característico da década ­– marcada por vestidos mais retos e na altura dos joelhos, silhueta quadrada, franjas e muitos acessórios de cabelo. A caracterizadora Anna Van Steen também usou o estilo clássico e atemporal para conceber o visual dos personagens portugueses e referências da época para os personagens do Rio de Janeiro. 

As pesquisas de referência são fundamentais para o trabalho de cenografia e produção de arte quando se trata de uma novela de época. A busca por imagens do Rio de Janeiro no fim da década de 1920 foram importantes para reproduzir o glamour que a cidade exalava no período. Assim como aldeias portuguesas também serviram de inspiração para a criação da fictícia Morros Verdes. Foram criadas duas cidades cenográficas nos Estúdios Globo. De um lado, a modernidade do Rio de Janeiro do fim dos anos de 1920. Do outro, uma aldeia portuguesa distante dos grandes centros urbanos e com aspecto rural. “O grande diferencial é ter uma cidade com casas de paredes de pedras. Usamos muitas pedras verdadeiras, além de peças de isopor que passaram por um tratamento que testamos muito até conseguir deixar com a textura certa”, conta o cenógrafo Gilson Santos, que divide o trabalho com Erika Lovisi na novela “Tempo de Amar”.

A emissora está investindo alto em sua nova produção, agora resta saber se “Tempo de Amar” vai conseguir repetir o sucesso que conquistou “Novo Mundo”.

 

Quem é quem?!

 

Maria Vitória (Vitória Strada) – Jovem alegre, corajosa e determinada. Mantém uma ótima relação com o pai, José Augusto (Tony Ramos) que leva em consideração seus desejos.  

 

José Augusto Correia (Tony Ramos) – Produtor de vinho e azeite, dono da Quinta da Carrasqueira e influente na região. Pai de Maria Vitória (Vitória Strada) a quem criou sozinho com certa liberdade. 

 

Delfina (Letícia Sabatella) – Trabalha para a família de José Augusto (Tony Ramos) desde a adolescência. É amante do patrão, com quem tem uma filha, Tereza (Olívia Torres), que ele não assume. 

 

Tereza (Olivia Torres) – Filha de Delfina (Letícia Sabatella) e José Augusto (Tony Ramos). Menina doce e ingênua, que faz tudo que a mãe manda. Não sabe a identidade do pai.

 

Inácio (Bruno Cabrerizo) – É um jovem simples, honesto e muito trabalhador que demonstra muita gratidão pela tia Henriqueta (Nívea Maria), com quem mora. Se apaixona perdidamente por Maria Vitória (Vitória Strada), seu grande amor ao longo da trama. 

 

Henriqueta (Nívea Maria) – Figura maternal é uma doceira batalhadora que criou o sobrinho Inácio (Bruno Cabrerizo) após a morte do irmão e da cunhada. 

 

Angélica (Livian Aragão) – Sobrinha de Henriqueta (Nívea Maria) e prima de Inácio (Bruno Cabrerizo). Jovem bonita, alegre, prática e esperta.

 

Fernão (Jayme Matarazzo) – Recém-formado em Medicina. Amigo de Maria Vitória (Vitória Strada) desde a infância é apaixonado e acredita que se casará com a jovem e tomará conta da Quinta da Carrasqueira.

 

Dr. Álvaro (Odilon Wagner) – Médico e muito amigo de José Augusto (Tony Ramos). Pai de Fernão (Jayme Matarazzo).

 

Aurora (Inez Viana) – Mulher de Álvaro (Odilon Wagner) e mãe de Fernão (Jayme Matarazzo).

 

Irmã Imaculada (Bete Mendes) – Superiora do Convento dos Santos Anjos, para onde Maria Vitória (Vitória Strada) é levada assim que seu pai descobre que está grávida.

 

Irmã Margarida (Malu Valle) – Braço direito de Irmã Imaculada. Amarga e seca.

 

Irmã Assunção (Yasmim Gomlevsky) – Foi para o convento obrigada pela família. É amiga e confidente de Maria Vitória (Vitória Strada) no convento.

 

Padre João (José Augusto Branco) – Pároco de Morros Verdes, muito ligado a José Augusto (Tony Ramos).

 

Martim (Erik Marmo) – Jovem comerciante de Lisboa, muito bem aparentado. Casado com Josefina (Giselle Prates).

 

Helena (Jessika Alves) – Faz amizade com Maria Vitória (Vitória Strada) no navio a caminho do Brasil.

 

Natália (Giulia Gayoso) – Irmã de Lena (Jessika Alves) e Felícia (Amanda de Godoi). Namora Tomaso (Ricardo Vianna), que conhece no navio. Vai trabalhar na Maison Dorée ao chegar ao Rio com as irmãs.

 

Felícia (Amanda de Godoi) – Irmã mais nova da família Pacheco também chega ao Rio e vai trabalhar no cabaré de Madame Lucerne (Regina Duarte).

 

Giuseppe (Guilherme Prates) – Italiano que faz amizade com as irmãs Pacheco e Maria Vitória (Vitória Strada) no navio em direção ao Brasil. Começa um romance com Lena (Jessika Alves).

 

Tomaso (Ricardo Vianna) – O italiano também está no navio que segue para o Brasil. Vai namorar Natália (Giulia Gayoso).

 

Celeste Hermínia (Marisa Orth) – A portuguesa é cantora de fado e se mudou para o Brasil há muitos anos. É amiga de Alzira (Deborah Evelyn) e madrinha de Celina (Barbara França). 

 

Eunice (Lucy Alves) – É empregada e amiga de Celeste Hermínia (Marisa Orth). Vai se apaixonar pelo médico Reinaldo (Cassio Gabus Mendes).

 

Bernardo (Nelson Freitas) – Marido de Alzira (Deborah Evelyn), viciado em jogo e frequentador da Maison Dorée. Pai de Celina (Barbara França).

 

Alzira (Deborah Evelyn) – Amiga de Celeste Hermínia (Marisa Orth), apesar de serem muito diferentes. 

 

Conselheiro Francisco (Werner Shünemann) – Casado com Odete (Karine Teles) e amante de Celeste Hermínia (Marisa Orth). Homem íntegro e muito justo. 

 

Odete (Karine Teles) – Mulher do Conselheiro (Werner Shünemann). Surtou com o filho natimorto há 18 anos e vive trancada em casa.

 

Vicente (Bruno Ferrari) – É um idealista e será responsável pela criação do Grêmio Cultural Brazileiro.

 

Reinaldo (Cassio Gabus Mendes) – Médico respeitado e pai de Lucinda (Andreia Horta). Enfrenta preconceitos para manter seu relacionamento com Eunice (Lucy Alves), empregada de Celeste Hermínia (Marisa Orth).

 

Lucinda (Andreia Horta) – Filha de Reinaldo (Cassio Gabus Mendes). É uma jovem reclusa traumatizada pelo fim do noivado. Sente-se culpada pela morte da mãe em uma explosão que a deixou marcada na face e se apaixona por Inácio (Bruno Cabrerizo).

 

Madame Lucerne (Regina Duarte) – É uma cafetina francesa, dona da Maison Dorée. Mulher misteriosa que guarda muitos segredos de sua vida, além de saber de tudo que acontece no Rio de Janeiro.   

 

Geraldo (Jackson Antunes) – Dono do Empório São Mateus da Lapa, emprega Inácio (Bruno Cabrerizo) e o considera como um filho.


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