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Olimpia, 28 de Agosto, 2017 - 16:18
O livro Jogo de Cena em Bolzano está nas livrarias

A Jaca do Cemitério é Mais Doce
Santiago, filho único, cresceu na periferia do mundo. Sofreu na adolescência, nunca conseguiu se encaixar. Odiava a discoteca, a música dos Bee Gees. Finalmente, aos 21, entendeu que as mulheres não consideram um homem que não dance. Matriculou-se no curso de dança de salão e aprendeu que o homem, uma vez na pista, se move apenas da cintura para baixo. Entre suas saídas e seu trabalho massacrante na indústria, ele se apaixona por Natércia, que estudara com ele no colégio. Ela nunca lhe dera atenção, mas agora, vendo-o conhecedor dos segredos do samba de gafieira, deixa que Santiago se aproxime. A relação dos dois, apaixonada no início, doentia no final, é o fio condutor deste romance brilhante, cômico e incomum. A voz de Manoel Herzog remete aos clássicos da literatura brasileira, e parte em busca de transformação na forma de contar uma história. Com 96 páginas, o livro é da Editora Alfaguara.



A Mãe de Todas as Perguntas
Rebecca Solnit é hoje uma das principais pensadoras do feminismo contemporâneo. Autora do famoso ensaio que deu origem ao termo “mansplaining”, que veio revolucionar o vocabulário das discussões sobre gênero, sua obra é leitura obrigatória tanto para as pessoas mais experimentadas no tema quanto para aqueles que desejam se iniciar em um dos principais debates da sociedade atual. Em “A Mãe de Todas as Perguntas”, Solnit parte das ideias centrais de maternidade e silenciamento feminino para tecer comentários indispensáveis sobre diferentes temas do feminismo: misoginia, violência contra a mulher, fragilidade masculina, o histórico recente de piadas sobre estupro e outros mais. Cristalinos e contundentes, seus ensaios devolvem ao tema toda a gravidade ele merece, sem abrir mão da poesia e do humor característicos de sua escrita. Com 200 páginas, o livro é da Editora Companhia das Letras.



Jogo de Cena em Bolzano
Condenado pela Inquisição por levar uma vida herética, Giacomo Casanova passou dezesseis meses numa prisão de segurança máxima até dela conseguir fugir. Partindo desse episódio, Sándor Márai empresta artifícios da opereta para criar um envolvente jogo de cena, imaginando que, três dias depois da fuga, os forasteiros teriam chegado em Bolzano, no extremo norte da Itália. Lá, o mal afamado veneziano usará todas as artimanhas para bancar sua dispendiosa vida, mas terá seu destino abalado pelo encontro com fantasmas de um passado nem tão distante. Espécie de prévia de “As Brasas”, este romance de 1940, até agora inédito no Brasil, também coloca em cena dois homens que se veem como joguetes do habilidoso ficcionista. O grande autor húngaro, além de inspirado criador de aforismos, demonstra mais uma vez sua maestria na construção de monólogos filosóficos saborosos, que tocam nos temas mais caros à literatura: destino, amor, honra, vaidade, vida e morte. Com 248 páginas, o livro é um lançamento da Editora Companhia das Letras.



Anne Frank
Com acesso total aos arquivos da Casa de Anne Frank, em Amsterdam, Sid Jacobson e Ernie Colón realizaram esta extraordinária “graphic novel” (quadrinhos). A partir de intensa pesquisa e cuidadosa contextualização histórica, os autores reconstituem a vida de Annelies Marie Frank, do seu nascimento, em junho de 1929, até sua morte precoce, em março de 1945, de tifo, no campo de concentração de Bergen-Belsen. Em julho de 1942, Anne, seu pai, Otto, sua mãe, Edith, e sua irmã mais velha, Margot, passaram a viver em um esconderijo em um prédio de Amsterdam para escapar dos nazistas que ocupavam a Holanda durante a Segunda Guerra Mundial. Lá, escreveu a maior parte do diário que se tornaria, nas décadas seguintes, o mais célebre testemunho dos horrores do holocausto. Com 160 páginas, o livro é um lançamento da Editora Quadrinhos na Cia.


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