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Olimpia, 14 de Agosto, 2017 - 00:19
MP investiga eventuais fraudes em concurso realizado em 2014

Através de um inquérito civil, o Ministério Público da Comarca de Olímpia, através da titular da 2.ª Promotora Pública, Valéria Andréia Ferreira de Lima (foto), está investigando eventuais fraudes que teriam sido praticadas durante a preparação de um concurso público visando o preenchimento de dezenas de vagas, que foi realizado pelo ex-prefeito Eugênio José Zuliani, Geninho, durante o ano de 2014. Se confirmadas as fraudes a questão poderá ensejar até mesmo cancelamento do concurso.

“O Ministério Público instaurou um inquérito civil em fevereiro deste ano para apurar a ocorrência de fraudes na aprovação de funcionários comissionados no cargo de administrador público, bem como a aprovação de um funcionário específico que na época fez parte da comissão de concursos e depois foi afastado”, informou a promotora à reportagem desta Folha na quarta-feira desta semana, dia 9.


De acordo com ela, a investigação visa apurar a aprovação de funcionários que estavam nomeados em cargo de confiança, que estaria também envolvido na elaboração pelo menos do edital número 001/2014.

“Então, são esses dois fatos que nós estamos apurando e essa apuração, ao final, é possível que o Ministério Público ingresse com uma ação civil pública ou conclua que não havendo elementos, a investigação seja encerrada e arquivado o inquérito civil”, reforçou.

Segundo a promotora, o procedimento tem que ser encerrado no prazo de 180 dias e, o fato de ter iniciado durante o mês de fevereiro, o mesmo deverá ser concluído ainda durante este mês de agosto e, caso a denúncia seja confirmada, seja dada origem uma ação civil pública possivelmente por prática de ato de improbidade administrativa.

“Nós estamos em fase de instrução. Ouvimos os membros da comissão de concursos responsável pela realização do concurso e agora eu vou analisar a possibilidade da realização de outras diligências para elucidação desses fatos”, disse.

Entretanto, a promotora preferiu não antecipar se já foram encontrados indícios de eventuais irregularidades. “Essa análise vai ser feita no final, depois que forem feitas todas as diligências pertinentes e necessárias para o conhecimento desses fatos investigados”, encerrou. Os vereadores da Câmara local recentemente se recusaram a abrir uma CEI para investigar os fatos, embora tivessem como certos que ilegalidades pudessem ter ocorrido em sua realização.

 


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