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Ifolha

Olimpia, 13 de Agosto, 2017 - 23:55
Não há tornozeleiras: uma vergonha!

* Rapidinhas (mesmo!) O nossos presidentes: Rodrigo Maia (Câmara), Eunício Oliveira (Senado) e Michel Temer (Presidência da República). Parem o trem-bala, que eu quero descer.

*
Perdemos Luís Melodia, um artista com sangue de artista nas veias e na alma. Nossa boa música vai ficando cada vez mais pobre. Pena!


* Chapecoense e Barcelona: sem comentários!!! Valeu pela solidariedade, pela confraternização e pela disposição dos craques, do Barça.

* Jeanne Moreau, celebre artista francesa, protagonista do belo “Jules e Jim”, partiu para o Infinito. Mais uma estrela nos céus.

* Seu Michel Temer foi a São Paulo fazer marketing político e elogiar o sr. João Doria. Nós merecemos!!!

* Perseguição! Temer diz a todo momento que Janot o persegue; o perseguidor do sr. Luiz Inácio Lula da Silva, segundo o próprio, é o juiz Sergio Moro.

Outras Notas

* Alegria, Alegria! Calouros da PUC resolveram “comemorar” a entrada na universidade (uma das melhores do país) numa pacata rua das Perdizes.

* Moradores revoltados chamaram a polícia. Alegaram que o pancadão foi até as três da manhã: Algazarra, bebedeira, gritaria, som altíssimo e outros barulhinhos mais. É o que dizem os vizinhos, que querem distância da calourada (e dos veteranos que estavam na festança também).

* O governo Trump e o governo da Coréia do Norte andam cotucando-se com vara curtíssima. Uma hora, a onça resolve beber água. E aí? Quem pagará o pato, a falta de equilíbrio emocional desses senhores? Paz, senhores, Paz! O mundo já não suporta tanta violência, senhores!

Certas Notas

Tempos Quentes! O sr. Vladimir Putin anunciou o confisco de duas propriedades da diplomacia dos EUA. Exigiu, ainda, que a equipe da embaixada americana na Rússia seja reduzida.

* Para Onde Bate o Vento! Seu José Sarney anda, cada vez mais, próximo do sr. Michel Temer. Assessores da antiga do ex-presidente andam admirados e surpresos com a tamanha proximidade.

Seu Sarney apoiou recentemente os governos de Lula e Dilma e esteve ao lado dos pe­tistas nos momentos mais difíceis. Com Temer nunca teve uma ligação tão próxima (e surpreendente), como demonstra ter hoje. Ah! O poder!

* Deu na revista! Como se estivéssemos no melhor dos mundos (não estamos), o sr. Michel Temer prometeu mais R$ 13 milhões para o Carnaval carioca. Só gostaria de saber de onde é que ele vai tirar esse dinheiro? Não estamos vivendo a pior crise econômica (e principalmente política) de nossa história? Ou não é nada disso?

Mais Notas

Palanque! Lula vai viajar pelo nordeste. Antes quer ouvir líderes petistas para afinar o discurso que fará em terras nordestinas. O homem não sossega!

Opinião! Gerson Monte­iro, na Época (996/2017), diz que não podemos avaliar com os olhos de hoje uma época tão distante, pois era um período diferente e havia uma guerra silenciosa em curso. Pois é, sr. Monteiro, pois é...

A época não é tão distante assim, para os que sofreram na pele os horrores de um regime ditatorial, parece que os fatos se deram ontem. Jamais se esquecerão do regime militar os que perderam pais, filhos, irmãos e amigos. Esses sempre  se lembrarão dos “dissabores” por que passaram. E não verão “uma é­poca tão distante” (até parece que nada aconteceu, não é sr. Geraldo?) com olhos de hoje, mas com as “retinas fatigadas” de sempre, pois as marcas da di­tadura nenhum tempo (por ma­is tempo que seja!) irá apagar.

Pode ter sido um tenebroso período diferente, mas a guerra continua. Se ela era silenciosa (nem tão silenciosa assim, pois os berros dos torturados nos porões ditatoriais eram ouvidos ao longe), hoje são várias guerras escancaradas: da corrupção, das negociatas políticas, da economia corroída (dos milhões de desempregados, da violência sem fim. Tristes tempos: Aqueles e os de hoje. Chega!!!

Cumpadres

Bom dia, meus amigos. Nada de erguer muros, muralhas, cercas eletrificadas: temos de construir pontes. Quem sabe a gente possa melhorar as pessoas e a nós mesmos. E o caso das tornozeleiras? Seria cômico, não fosse trágico.

Cortina

A Meritíssima sra. Carmem Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, da Suprema Corte, anda muito calada. D. Car­mem, precisamos ouvir a voz de Vossa Excelência. O país chama por outras vozes, cansado das que andam poluindo os nossos ouvidos. Bom dia, d. Carmen Lúcia. Seu Crivela anda apagadíssimo. Outro dia apareceu na telinha pedindo que o povo reze (ore). E o Doria já começou a governar?

Na Ponta da Língua

“O plano de demissão voluntária anunciada pelo governo...”

O plano de demissão voluntária anunciado pelo governo...”

O particípio passado anunciado concorda com o núcleo do sujeito plano: plano anunciado.

A palavra voluntária contaminou a concordância da jornalista.

“Quinhentas milhões de visualizações...”

O substantivo milhões (assim como bilhão, trilhão) é do gênero masculino. Portanto, dize “quinhentos milhões de visualizações...”

Dois milhões de pessoas.

“As mais variadas matizes...”

Matizes é um substantivo masculino, logo: “Os mais variados matizes...”

As palavras dúplex e tríplex são paroxítonas terminadas em –x. As sílabas tônicas são – e – tri.

Nota: O tal de gratuíto não sai da boca de nossos comuni­cadores (são pouquíssimos os que pronunciam a palavra corretamente: gratuito (gra-tui-to) e não gra-tu-í-to. Da mesma forma circuito, fortuito, fluido.

Há também a forma fluído (particípio passado do verbo fluir): O trânsito tem fluído normalmente.

E “pelo amor dos meus filhinhos e pelas barbas do profeta”: Não existe vítima fatal. E estamos conversados.

Tem muito ladrão nesse país de colarinho branco...”. O país é de colarinho branco ou os ladrões são de colarinho branco? A resposta é obvia. E só mudar a posição da expressão grifada. Assim: “Tem muito ladrão de colarinho branco nesse país...”

E tem mais: Como a frase pertence à língua falada, cabe, perfeitamente, o uso do verbo ter (tem). Na escrita fica perfeita a substituição de Tem por ou por Existe (no singular para concordar com o termo singular ladrão (“muito ladrão”). E estamos conversados.

Há uma música na boca do povo, em que o cantor diz com todas as letras: “boca dela”, no mais manjado cacófato que existe. Melhor: sua boca, não?

Há outra música, “nas paradas de sucesso” (como se dizia d’antanho) em que a cantora quer que (sei lá quem) se exploda. Não existe, na língua portuguesa, essa forma verbal. O verbo tem as formas em que ao d se seguem e e i: explode, explodia, explodiu, explodirá, explodiria, explodisse, etc. Não há também as formas: expludo, expluda, explodam.

Palavrinhas da Moda: empoderamento, sofrência, republicano, reforma, emendas, etc.

Ivo de Souza é professor universitário, poeta, co­lu­nis­ta, pintor e membro da Real Academia de Letras de Porto Alegre.

 


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