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Olimpia, 04 de Junho, 2017 - 18:58
Quando as redes sociais promovem o mal...

* Já repararam como a vida social, a cultura e as artes refletem o momento em que vivemos? Daí... não é preciso falar mais nada.

* Parece que as pessoas andam perdidas, numa roda viva sem fim, sem saber muito bem aonde querem chegar. Que ru­mo tomar? As incertezas políticas e econômicas são tantas: a insegurança das pessoas, os medos, as dúvidas emergem.


* A causa desse desânimo, dessa descrença, dessa falta de credibilidade nos governantes tem a ver diretamente com o momento econômico e político por que passamos. Haveria outras causas?

* Há uma preguiça mental que se alastra dia a dia. E esse estado de letargia conduz à inércia, à falta de atitudes positivas, capazes de alavancar o progresso e o desenvolvimento de nosso país. Esperar de braços cruzados por ações governamentais, que dependem de vontade política, só levarão a um lugar, ou melhor, ao mesmo lugar, ao lugar comum: a um círculo vicioso.

* João Gabriel de Lima, diretor de redação de Época diz, em seu texto “Precisamos conversar sobre o Brasil”, que “os debates são frequentemente vagos, parecendo se arrastar (parecendo não, arrastam-se modorrentos) em vez de prosseguir ao seu objetivo”. É um blablabá infinito.

* As idéias giram em torno de si mesmas e sempre chegam ao mesmo lugar, ou seja, a lugar nenhum.

* Será que os humanóides não possuem a capacidade de, em um debate (civilizado, é claro), chegar a um consenso, o que chamamos de diversidade dentro da unidade?

* As redes sociais parecem confirmar que não há acordo entre as pessoas, muito menos, respeito a quem possa ter ideias diferentes dos “donos da verdade”. Esses coitados que ousam pensar diferente do senso comum são trucidados pelos irresponsáveis de plantão, que xingam, atacam a moral de quem pensa diferente, não respeitam as mais simples regras de comportamento civilizado (não são assim, graças a Deus, a totalidade dos usuários das redes). E partem paraa agressão (burra!) contra tudo e contra todos.

* Por que não é possível que pessoas com idéias e ideologias diferentes não possam dialogar respeitosamente (com vigor, com veemência, nas respeitosamente) para que  a conversa se torne construtiva e cheguem a um ponto consensual para, a partir desse ponto, promover a reflexão, a análise e trazer a discussão de juízos de valor para o debate (há certas pessoas que pensam (e entendem assim) que debate é sinônimo de briga, de baixa discussão, de embate: só falta se armarem até os dentes quando o assunto é o tal do debate: no diálogo elevado, criativo, respeitoso, a única arma permitida para ambos os lados (ou polos?) é a PALAVRA. O segredo do entendimento mútuo é a argumentação sólida, inteligente. E o respeito ao próximo e a suas ideias. Caso contrário...

* O diálogo precisa sempre ir adiante, avançar em relação às ideias, para que caminhos possam ser apresentados à sociedade em geral, caminhos que também merecem ser avaliados (depois de debatidos) pelas ma­is diferentes camadas sociais.

* É preciso que busquemos ideias novas, descubramos novas lideranças políticas, enfim, temos problemas cruciais (de sobra) para pensar como resolvê-los, não podemos perder tempo com agressões inúteis nas redes sociais. Vamos todos juntos. Sem a inconsequen­te polarização, que toma conta do país e de outros países do mundo. A visão de apenas dois polos não é democrática, é autoritária, intolerante e só leva a dois caminhos: o do atraso e o da violência gratuita.

Outras Notas

Constrangimento! É pra lá de notória a divergência de ideias (e de ideologia) entre o sr. Donald Trump e o papa Francisco.

* Ainda assim (e por que não?), Mister Trump, sua esposa, e a filha do presidente norte-americano aparecem em fotos com Francisco, no Vaticano. Francisco aparece com “cara” de poucos amigos na foto (as duas mulheres usam pequenos véus negros).

* Em 2012 (fevereiro), o pontífice afirmou, em alto e bom som: “Trump não é cristão – por conta de uma daquelas declarações brilhantes de Trump contra a imigração.

* Depois da operação ataba­lhoada do sr. Doria, na Craco­lân­dia, o copo derramou: Patrícia Bezerra (PSDB), secretária de Direitos Humanos da prefeitura, pediu demissão. Uma atitude lúcida e corajosa.

* É o fundo do fundo do poço! E não é que o Senado reiterou a diminuição (por meio de duas Medidas Provisórias) da proteção ambiental de 597.000 hectares de áreas de preservação na Amazônia. É possível acreditar numa medida desse calibre?

* O novo texto, que aguarda aprovação do sr. Temer, vai facilitar muito as coisas: para gri­leiros e para os que expandem seus latifúndios. A área mais prejudicada será a Floresta Nacional do Jamanxim (Pará). A floresta poderá perder, com uma ajudazinha dos  nobres senadores, 37% de seu total. Nós merecemos o Senado (com raras exceções) que temos.

* Nas alturas! Nos três primeiros meses de 2017, a CEF (Caixa Econômica Federal) faturou R$ 1,5 bilhão – um aumentozinho da ordem de 81,8% em relação ao mesmo período (1º trimestre) de 2016. Em tempo: Estamos falando de lucros... Crise? Para quem? É bom que se pergunte...

* Lamentável a morte de 22 pessoas (entre elas crianças e jovens) após a explosão de um homem-bomba na saída das pessoas do show de Ariana Grande, em Manchester (Inglaterra). É o 4º atentado terrorista em número de nortes na Europa Ocidental desde 2015. Pra variar, o grupo Estado Islâmico (EI) assumiu a (ir) responsabilidade pelo ataque.

Notinhas

* Joesley Batista fez um “bem” a Temer e a Aécio. Ambos descobriram um nova faceta de sua personalidade e caráter: ambos são ingênuos. Pois é... ingênuos! Imaginem se não o fossem...

* Você assumiria o governo no lugar de Temer?

“Não contem comigo”. (Nélson Jobim)

“Eu? Está louco?” (FHC)

* O ministro Edson Fachin relator da Lava Jato no Supremo, está se sentindo como um pregador no deserto. Fachin reclama do silêncio (indiferença?) “ensurdecedor” em relação a seu trabalho na Corte Suprema de Justiça do país.

* O senador Tasso Jereissati é candidato à sucessão de Michel Temer. O tucano nega. Aliás todos negam, mas...

* O sr. Cláudio Lamachia, presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, também apresentou pedido de impeachment do presidente Michel Temer.

*“O presidente nada fez com relação a tudo que ouviu”, justificou Lamachia o pedido de impedimento de Temer.

* E mais: O ato, segundo Lamachia, se justifica diante do comportamento “criminoso” de Temer, perante os crimes relatados (descaradamente!) pelo sr. Joesley Batista, o todo poderoso do grupo JBS.

* O Brasil perdeu um de seus grandes artistas: o poeta Antônio Carlos Belchior. Seu álbum Alucinação (1976) é considerado o mais revolucionário da história da MPB e um dos mais importantes de todos os tempos para a música brasileira. Grande letrista, excelente músico. Um artista na verdadeira acepção da palavra e não uma “celebridadezinha” com seus 15 minutos falsos de fama. Salve o grande Belchior! E a cultura musical brasileira ficou ainda mais pobre do que já está.

* Belchior, além de excelente músico, é um grande escritor. Seus poemas musicados (eu os chamo assim), sua obra, sua atuação na sociedade brasileira (como cidadão, e como poeta, compositor, músico) ainda precisam ser revistos e estudados. Em profundidade. Poeta de seu tempo, Antônio Carlos Belchior e sua obra têm muito a falar de uma época da vida social, política e cultural brasileira.

Da terra

Depois de algum tempo, tive o prazer de conversar com a secretária de Cultura Tina Ris­cali. Sempre gentil, não perdeu os pés do chão. Continua a Tina de sempre. É assim que gente cresce (em graça e sabedoria) diante de Deus. Bom-dia, minha amiga. Sucesso à frente da pasta da Cultura.

Cumpadres

Bom-dia, meus queridos amigos. A vida é bela. E mais seria não fossem alguns politiqueiros de plantão que, oportunistas, montam o cavalo arreado e não querem descer nunca mais. Querem comer a carne. Nada de roer o osso... Alguns até os ossos roem para permanecer no poder. Dessa gente, quero distância.

High Society

Para mim, elegância é uma questão de atitude (comportamento, postura diante da vida roteirista).

São humildes, educadas, generosas as pessoas realmente elegantes: é uma questão de berço, de caráter... Eis os elegantes de sempre:

Euder Quintino de Oliveira

Maria Eugênia Donadão

Tina Riscali

Oscar Albergaria Prado

Fernado Ribeiro de Carvalho

Júlio Tácio de Amorim

Lourdinha Piton

Mariinha Bortolo Celestrini

Valdecir Casagrande

Eliana Bertoncelo

Fábio Martinez

Daniel Joaquim Emílio

Jonas Olmos

Paulo Ribeiro de Carvalho

Da terra

À frente da Secretaria de Saúde, minha ex-aluna Sandra de Lima. Competência, simpatia, elegância e educação são alguns dos atributos de Sandra. Além de tudo (com licença, d. Sandra) é muito bonita externa e internamente. Sucesso no comando da Saúde olim­piense. Você merece estar onde está. Parabéns.

Na Ponta da Língua

1. Quando o pronome que traz consigo uma carga de ambiguidade, troque-o por o qual (e suas flexões).

O monitor da equipe, que nos veio visitar ontem, prometeu-nos voltar mais vezes.

Quem prometeu voltar mais vezes? O monitor ou a equipe?

Tire a palavra que dá margem a mais de uma interpretação.

O monitor da equipe, o qual nos veio visitar...

O monitor da equipe, a qual nos veio visitar...

2. O relativo cujo traduz a ideia de posse: dele, dela, do qual, da qual. Assim:

O empresário cujo apartamento aluguei.

Os senhores a cujos filhos damos aula.

Os médicos de cujos filhos somos  professores.

A academia em cujas dependências treino todos os dias.

A prova de português com cujas questões ela teve dificuldades.

Obs.: Não use artigo definido (o, a, os, as) depois do relativo cujo:

Os professores cujos os filhos estudam nesta escola. Vamos corrigir:

Os professores cujos filhos estudam nesta escola.

A cidadezinha por cujas ruas, na juventude, “arrastou” seus ideais.

3. Use onde, aonde, donde apenas se for indicar lugar:

A empresa onde trabalhas é famosa.

O lugar donde vens tem bons teatros.

O lugar aonde vais tem um clima bastante agradável.

Resumindo: onde = ideia de repouso: A casa onde moras é enorme; aonde = ideia de movimento a algum lugar: Aonde queres chegar?

Ivo de Souza é professor universitário, poeta, colu­nista, pintor e membro da Real Academia de Letras de Porto Alegre.


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