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Olimpia, 20 de Fevereiro, 2017 - 00:00
E Salve o besteirol! Besteira pouca é bobagem!

Rapidinhas

De imbecilidades em imbecilidades, vamos caminhando. Mas não é fácil ver e ouvir tanto besteirol. É o Febeapá: colou e não decolou mais do Brasil. Pas­sou a fazer pare de nossa “cultura do besteirol”.


- Agora, sei lá quem (talvez alguém que não tenha nada de bom, de útil a favor às pessoas) inventou mais uma pérola.

- As marchinhas carnavalescas, segundo sei lá quem, com letras politicamente incorretas, serão banidas do “Reinado de Momo”: “O Teu Cabelo não Nega”, “Maria Sapa­tão” e “Cabeleira do Zezé” estariam, entre outras, fora dos bailes e das ruas carnavalescas. É o fim, senhoras e senhores! E pensar que o país passa por um mo­men­to “maravilhoso”, sem problema algum em área alguma. Vivemos no melhor dos mundos!

- Perguntinha, já que perguntar não ofende: Algum carnavalesco de corpo e alma ficaria, em sã cons­ciência, mais racista, mais homofóbico por conta das letras das marchi­nhas?

- O preconceito, a intolerância, o egoísmo (que geram o racismo, a homo­fobia, a xenofobia e a mi­so­ginia) são, meus caros senhores, ensinados às crianças em algum estágio de sua vida, muitas vezes, pela própria família. Nenhum ser humano nasce com preconceito. São livres (embora, muitas e muitas vezes, domesticados, não verdadeiramente educados).

- Há valores eternos que não devem jamais ser esquecidos, abandonados, banidos: respeito, solidariedade, compaixão, carinho, amizade, amor... Se prevalecerem esses valores humanos (que são éticos e morais, formadores do caráter de nossos jovens, a vida será, sem sombra de dúvida, mais justa, mais bela e mais inteligente (somos (ou não?) os únicos seres racionais em todo o planeta). Logo...

Se ampliarmos o tamanho desse disparate a outros campos do saber e da arte, ficaríamos órfãos de tantos gênios da humanidade. Hélio Schwar­tsman cita alguns: Aristóteles (que era escravagista) Eurí­pedes (misógino) e o antis­semita William Shakes­peare, sem falar em Lobato (considerado racista por alguns estudiosos de sua obra).

- Contra toda essa situação tomada superficialmente, cheia de erros con­ceituais, de contexto e outros mais, pelos que querem banir do canto popular e monesco tais marchi­nhas, só mesmo a Educação em seu sentido mais justo, mais sólido, a de ber­ço e a formal (das escolas). A verdadeira Educação que ajuda a formar cidadãos de “primeirís­sima classe” desprovidos de pre­conceitos, seres iluminados que levarão adiante esse “planetinha” quase falido...sem preconceitos burros, sem a ignorância que grassa por toda parte do planeta. O que devemos combater é a deso­nes­tidade, a corrupção desenfreada que quase comeu as pernas de nosso país, acabou com muitos sonhos, levando milhões de pais de família ao desemprego.

Outras Notas

Outro que precisa urgentemente deixar de brincar de governar e abandonar o mais baixo marketing é o sr. Doria. Chega de imitar o sr Jânio Quadros. São Paulo está afogada em enchentes e outros problemas de toda sorte. Apesar de ser quase Carnaval, abandona as fantasias (gari, jardineiro...) e começa a trabalhar. Cada povo, enfim, tem o governo que merece....”E la nave va”...

- Luz vermelha no Palácio dos Bandeirantes. Amigos que aconselham o sr. Alck­min temem que o sr. Doria (afilhado político do governador) brilhe mais (na mídia, por exemplo) que o padrinho.

- Querem de Alckmin um discurso generalizante (nacional, em nível nacional) na corrida ao Planalto em 2018. O homem só pensa naquilo (no trono do sr. Temer).

Em tempo: É preciso “vigiar” o jeito Doria (popu­lista, arcaico) de “governar”. Pano rapidinho!!

- Nem bem virou prefeito, Doria sonha mais alto: quer ser governador de São Paulo...

- Temer, agora, deu de criar ministérios e secretarias para acomodar aliados. A Secretaria dos Portos (é o fim, senhoras e senhores) deverá ser ocupada por um peemedebista. Aliás, o PMDB anda meio assim-assim com o sr. presidente.... Aguardemos cenas (hilárias) dos próximos capítulos de um folhetim mal redigido, pessimamente interpretado e muito mal dirigido.

- Passividade Inércia, Berço Esplêndido (deitados eternamente)!

A Lava Jato anda preoc­upadíssima com a passividade (frieza!) do país em relação à verdadeira guerra que trava a classe política (em público e nos bastidores) para barrá-la.

- “Não veem (os integrantes da Operação Lava Jato) um fiapo de mobili­zação (uma luz que seja, digo eu) contra o que consideram uma investida (que vai ficar mais violenta) do governo e do Congresso contra a operação”.

- A Lava Jato não se conforma: o sr. Edison Lobão na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O “Índio” já foi “alvo” de busca e apreensão, pela La­va Jato, o que não é, segundo a operação (contra corruptos) da chamada investigação inicial: os indícios contra Lobão seriam fortes. O PMDB quer fazer crer que são coisinhas menores...É o fim, meus senhores!

Certas Notas

- Palpite infeliz: “Nosso alinhamento com o governo é para o bem e para o mal”.  Nem poderia, não é, sr. Aécio?, ser diferente. Pano rapidinho!!

- Jânio de Freitas (astuto e atento) não deixou barato: “Se é para o mal, também está cumprindo o papel a que estava destinado pela finalidade complementar da derrubada de uma Presidência legítima e de uma presidente honesta”.

- E Jânio sai ainda mais da instância de superfície e vai a instâncias profundas. “Derrubar uma Presidência (legítima) e uma presidente (honesta), para retirar do poder toda aspiração de menor injustiça social e de soberania nacional tinha como corolário pretendido a entrega do poder aos que receberam em maioria (sem nenhum pudor ou constrangimento aparentes), os geddéis (que trombou com o ex ministro Calero, Cultura) e moreiras, os cunhas, os calheiros, os jucás nos seus diferentes graus e especialidades”. Pano rapidino!!!

Lava Jato, Vazamentos e Acusações não Provadas

- Pois é, seu Zé, a má política é nefasta, sorrateira, tendenciosa, elitista e... preconceituosa. Não serve ao Bem Comum: serve aos amigos (os apaniguados) do rei e a panelinhas que se formam em torno do poder e dali não desgrudam um segundo sequer: têm medo de perder a boquinha...

- Seu Jânio de Freitas, A6 poder, domingo, 12/02/2017, Nem panelas nem bonecos, diz, com todas as letras, que Otávio Azevedo (ex-presidente da Gutierrez) e Alberto Youssef são protegidos da Lava Jato.

- E, tem mais: A operação (teria ficado comprovado, segundo Freitas) e o seu juiz ‘teriam’ programado vazamento (Freitas não usa formas verbais hipotéticas) nas vésperas dos dias importantes na campanha (a mais sórdida que já se viu no país) contra Dilma e, principalmente, Lula: só por “interesse político” — evidência, meus preclaros senhores, que ninguém na Lava Jato ‘teria’ condições de negar. O fim do mundo (?) anda mais próximo do que “ousa supor a nossa vã filosofia”.

CULTURA

Samba! Comecemos com um fato alternativo. Antes de Donga, já se fazia bom samba no Rio de Janeiro, mas, há cem anos, o compositor Donga registrou a autoria de Pelo Telefone. Seria a certidão de nascimento do samba, símbolo da identidade brasileira.

- Na verdade, a canção de Donga estava mais pra maxixe do que pra samba. A canção teve muitos “pais”: João da Baiana, Pixinguinha e Sinhô.

Em 27/10/1916, prudentemente, Sinhô declarou em cartório que era o autor do samba-maxixe. E assim se fez a história oficial do primeiro samba gravado no país, em 1916 ou no início de 1917.

- Com o passar dos tempo, o samba multiplicou-se em “inúmeras versões e subgêneros”: samba-canção (Dolores Duran e Antônio Maria foram craques neste subgênero), bossa nova, o samba com cara de jazz e o pagode (o autêntico).

- O “sertanejo” invadiu a popularidade do samba no século XXI, porém, como “o samba agoniza, mas não morre” (segundo Nélson Sargento, man­gueirense da gema), a velha e a nova guarda estão aí pa­ra ratificar a profecia de Sargento.

- E os bambas do samba (rimou) fortaleceram o ritmo e não deixaram a peteca cair: o samba de terreiro de Martinho da Vila (um craque!), o samba-canção do sr. Jorge Aragão, o partido alto, de Zeca Pago­dinho, o nobilíssimo samba do nobre Paulinho da Viola e o samba guerreiro de Beth Carvalho (uma sambista na verdadeira acepção do termo). Alcione já teve, em disco, os seus ótimos momentos cantando (sem firulas, como faz hoje com uma música quase brega) sambas e sambões da melhor qualidade.

- Noel Rosa, o poeta da Vila (Isabel) foi muito importante ao derrubar alguns preconceitos contra o samba e os sambistas — os sambistas eram vistos como malandros (“um tipo marginal”. “Uma menina (de família) não podia contar ao pai que namorava um sambista”, conta  Monarco, o Hildmar Diniz, sempre alinhadíssimo.

- Noel levou a música negra, do morro, para a classe média carioca: em Feitio de Oração, o grande Noel, com classe, já ensinava que o samba “não vem do morro nem da cidade: vem do coração”. A popu­la­ridde  do samba cresceu e manteve-se por décadas como a melhor música brasileira. A bossa nova, a que os puristas do samba torciam o nariz, acusando-a de aproximação com o “bebop americano (acusada de “americanização”) era apenas e tão somente uma evolução do samba maxixe, de Donga, Pelo Telefone.

- Não poderíamos terminar essas considerações sem citar Clara Nunes e a rainha do samba, Elza Soares, a dignidade do sambista em pessoa, Elizeth Cardoso (a dama do samba-canção e da bossa nova), Nara Leão, Lupi­cí­nio Rodrigues (o bom sam­ba gaúcho), Zeca Pa­go­dinho, Emílio Santiago e os também grandes Cartola, Nélson Cavaquinho, Wilson das Neves, um senhor percus­simista, João Nogueira (e, agora, o filho Diogo, que compõe um samba mais puxado para o pop, mas com talento). E até mesmo Chico Buarque de Hollanda, um senhor que também já compôs sambas de mais alta qualidade. Viva o Samba! Viva os sambistas! Viva Cle­mentina, d. Ivone Lara...

CUMPADRES

Bom-dia, senhoras e senhores. Dizem os jornais que há uma tentativa séria para desconstruir a Lava Jato. Aguardemos...

CORTINA

Eunício Oliveira, Romer­o Jucá, Renan Ca­lheiros, Rodrigo Maia, Moreira Franco, Eduardo Cunha, Eike Batista, Sérgio Ca­bral,... Essa gente não merece o povo brasileiro.

CORTINA 2

E o sr. Alckmin já está sendo indicado nas redes social para ser o vice do sr. Dória no próximo pleito presidencial. Cerrem as cortinas! Imediatamente.

Ivo de Souza é professor universitário, poeta, colunis­ta, pintor e membro da Real Academia de Letras de Porto Alegre.


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