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Olimpia, 11 de Setembro, 2016 - 11:43
Marcos, o Santos, marcou e o espírito do Gay Metadinha incorporou?

Willian Zanolli

Sem nenhum preconceito, nenhuma discriminação, nada de abolir o politicamente correto, apenas dando vez a questões históricas amplamente discutidas por outros articulistas no passado.

Não há como encontrar e repito a exaustão, uma fórmula para mudar a história, pode-se no máximo mudar o presente.

Remexer o passado e transformá-lo na linguagem do politicamente correto, quando não é impossível.

E, o Gay Metadinha foi um personagem criado por um dos articulistas dos jornais locais à época, que lembrava a possibilidade de haver um personagem no Legislativo que dividia salários dos funcionários que indicava pela metade.

Este personagem recebeu do articulista, que não me lembro quem era, a alcunha de Gay Metadinha.

Metadinha, por que ficava com metade dos salários dos que indicava, insisto, e Gay por que na época, como agora, a política era muito suja e os adversários criavam, inventavam histórias para difamar o adversário, e este personagem criado, segundo os maldosos, era pego só no período eleitoral com seus bofes nos lugares mais indiscretos e inimagináveis possíveis dando vazão ao seu instinto selvagem.

Para conferir ares de verdade a invencionice o parceiro era sempre alguém dos meios policiais.

 Com o tempo, em razão de possível derrota eleitoral, ou porque depois das eleições estes personagens difamantes perdem a razão de ser, que pode ser desgastar alguém, o famoso Gay Metadinha sumiu ou foi esquecido no cenário político e jornalístico de Olímpia.

 A metadinha também parecia ter sumido, ou não se falava mais dela, se tinha como uma prática erradicada do cenário político.

De uns tempos pra cá, no entanto, começou a se ouvir um zum zum zum de que o espírito do Gay Metadinha andava rondando de novo a política local, e ao contrário de muitos fantasmas e espíritos que vagam, não pedia missa, pedia dois terços.

E parece que encostou no lombo de um vereador.

O Marco marcou e o espírito pensou:

- É neste Santos que dizem não ser tão santo que eu vou.

E a impressão que se têm é a de que dai a incorporar foi um pulo, e desde então, segundo as más e boas línguas haja quase dois terços.

Até que cantaram.

Na casa do senhor não existe satanás.
Xô satanás! Xô satanás!

Foi a senha mágica, o exorcismo, o que deveria ter feito quando o Gay Metadinha deu sumiço, virou Pombagira, Maria Padilha, Sete Encruzilhadas, Rosa Caveira.

Quando deixou de ser a dominadora, sensual, independente que dava conselhos sobre problemas cotidianos dos funcionários públicos indicados, fazia perseguições, praticava mazelas e levava metadinha.

Até parece que achou um cavalo para retomar e veio com a força dos terços.

Não há mal que sempre dure nem bem que nunca termine e de terço em terço, de humilhação em humilhação, o espírito que veio das sombras, gritou que precisava luz, ou, é muita sordidez em um único espetáculo.

E, parece que voltou às sombras infinitesimais.

Levou seu carbono e suas coisas feitas as masmorras onde desfiará terços outros e pedirá ao divino que o resgate do desgaste da demanda que demanda um descarrego dos “mio” de bom.

Em razão destas e outras controvérsias que o tempo haverá de pacificar ou ampliar, o que nossa espiritualidade insiste que pode vir a ser o talvez ex vereador, Marcos Santos, não pôde comparecer a parada desfile de Sete de Setembro.

Desceu do altar da moralidade, ao que tudo indica, por ter talvez dado uma marcada feia, em razão da qual não pode cantar o hino nacional junto com a meninada. 

Como um pássaro foi engaiolado no Centro de Detenção Provisória da cidade de Taiuva, pagando mico de ter, pelo que os indícios apontam, incorporado o famoso personagem Gay Meta­dinha, que, segundo a mídia local assombrava, no passado os corredores do Legislativo.

Após concluído o iniciado curso para leão no Centro de Detenção Provisória, o insigne Edil estará “dividindo”, entre outras coisas, a proximidade dos que o acompanham. 

Oremos, e muito, por que ele vai precisar, o terço que dizem que ele levou, se é que levou, afasta coisas divinas e atrai o Belzebú.

Ki medo.

 Credo em cruz fecha a porta e acende a luz,

Willian A. Zanolli é ar­­tista plástico, jornalista, estudante de Direito, pode ser lido no www .willianzanol­li.­blo­gs­pot.com e ouvido de quarta, quinta e sextas-feiras, das 11h30 às 13h­00 no jornal Cidade em Destaque, na Rádio Cidade FM 98.7, e, aos domingos, no Sarau da Cidade, das 10h00 às 12h00, na mesma emissora de rádio.

 


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