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Olimpia, 07 de Agosto, 2016 - 18:28
Lançado há 3 dias Pokémon GO já vira febre em Olímpia


Lançado no Brasil na quarta-feira desta semana, dia 3, o jogo Pokémon GO já virou uma febre em Olímpia. No final da tarde desta sexta-feira, dia 5, por volta das 16 horas, em torno de 15 pessoas, a maior parcela de jovens, estava na Praça Nossa Senhora Aparecida para pra­ticar o “App” que já é uma febre no Brasil.

Às vezes adultos também chegavam para brincar, ou seja, capturar os bichinhos, já que a praça é um dos principais pontos escolhidos pelos desenvolvedores para abastecer seus aplicativos.

Daniel Ribeiro, de 25 anos de idade, trabalhador autônomo e coreógrafo, explicou que a praça “é um dos pontos que a gente chama de Po­kestop é o repositor de Po­ke­bolas, onde vocês podem ganhar ovos surpresa, ganha também essências para revi­ver o seu Pokémon caso ele morra durante uma batalha e também poções de cura”.

Além disso, ele informou que haveria outros três locais: “seu eu não me engano tem uns quatro pontos de pokes­tops é um aqui na praça, outro no museu, um na fonte e outra na praça do Cristo Redentor”.

Na opinião dele, é um jogo totalmente diferente: “esse jogo demorou até um pouco para sair, porque o Pokémon já é bem antigo. Mas achei até certo ponto interessante, porque isso trabalha um pouco mais a interação do pessoal, a interação dos jovens e também tira um pouco do seden­ta­ris­mo do pessoal, de ficar muito em casa, inclusive esse pessoal mais jovem. Então obriga as pessoas a saírem, pessoas que você não vê há muito tempo faz você se deslocar um pouco, achar algumas coisas mais interessante, traz esse convívio social entre as pessoas”.

A estudante Pietra Bru­nha­ra, de 14 anos, também acha um jogo “muito interessante porque a gente vai andando pela cidade, a gente conhece muitas pessoas e acaba se enturmando e também é um jogo diferente de todos os jogos brasileiros que existem”.

Também estudante, Lucas Felipe do Prado Gomes, de 14 anos, diz que “a graça é que já existe a série Pokémon faz 10 anos e meu sonho sempre foi caçar Pokémon na vida real, agora você pode sair pelo mundo inteiro caçando Pokémon”.

EXERCÍCIOS FÍSICOS

Lucas conta que acaba sendo um exercício físico porque anda a cidade inteira para ca­p­turar os bichinhos: “É bom que você acaba emagrecendo um pouco, acaba fazendo um esporte físico e jogando ao mesmo tempo. Brincando e fazendo atividade física”.

A desempregada Carla Lourenço, de 43 anos, começou a jogar na quinta-feira, dia 4: “a minha filha começou a jogar, a minha irmã e eu não quis, até que ontem eu baixei era umas 19 horas, vim para a praça e comecei a pegar os meus Pokémons”.

Mas ela entende que as mães não devem deixar os filhos pequenos saírem sozinhos: “vim junto com minha filha e estou gostando. Acho que é bom ter esse alerta de sempre: a mãe vir com os filhos que são menores que é um jogo que pode acontecer algum acidente, porque sair por aí distraído. De repente você está andando, você encontra o Pokémon, aí de repente você para e você fica disperso aí pode acontecer alguma coisa”.

Porém, ela não vê melhora no convívio com outras pessoas a partir do jogo: “não muito, porque as pessoas ficam muito no jogo. Ficam esperando dar o horário para fazer a recarga, mas você vê que não tem muita conversa entre eles também. E sobre essa questão sobre as redes sociais, igual na minha casa, são quatro pessoas. Minha mãe, minha irmã, eu e minha filha. Cada um num sofá só conectado no celular”.

O estudante Nilton Cesar Martins, de 19 anos, diz que o jogo não mudou muito a rotina da vida dele: “porque eu jogo bem pouco, o objetivo do jogo é você sair pela rua e procurar os Pokémons, e evoluir de nível conforme você for pegando”.

Detran alerta motoristas e pedestres sobre cuidados com captura de pokémons

Desde que o game foi lan­çado em outros países e virou assunto também no Brasil, o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) vem alertando de forma bem-humorada em suas redes sociais sobre os perigos de acidentes de trânsito envolvendo a distração dos jogadores. No Brasil, a história se repete: em Cu­ri­tiba, no Paraná, um jovem foi atropelado na manhã de quinta-feira, dia 4, enquanto jogava.

A criatividade do brasileiro já fez com que a febre se torne oportunidade de negócio. Empresas de trans­porte de passageiros, como táxis, já oferecem serviços especiais para que os jogadores cacem pokémons no trânsito sem se preocupar com a segurança.

Já no nordeste, um mo­to­boy oferece seus serviços para rodar pela cidade com os gamers na busca por monstrinhos. A preocupação com a distração vale e muito também para os pedestres, que jamais devem jogar enquanto a­travessam a rua.

No Estado de São Paulo, um em cada quatro mortos por acidente de trânsito são pedestres, segundo dados do Observatório Pa­ulista de Trânsito, do De­tran.SP. No Brasil, a proporção é de um em cada cinco.


Cuide primeiro da sua segurança ou corra o risco de não zerar o jogo e ainda por cima conquistar o prêmio Darwin (das mortes mais bizarras do mundo).

CAÇA DIFICIL

Caçar pokémon não é tarefa fácil: são 250 mons­trinhos, e alguns deles só podem ser encontrados em continentes específicos, como Ásia e Oceania. Lançado na quarta-feira, dia 3, no Brasil, o jogo de realidade aumentada funciona com um GPS, o que faz com que os aficionados saiam andando pelas ruas de olho na tela do celular e apelem pelas mais diferentes artimanhas pa­ra capturar o maior número de personagens. E é aí que mora o perigo. Antes de ser iniciado, o próprio jogo emite um alerta para que não se jogue Poké­mon Go enquanto dirige.

Nas últimas semanas, Austrália e Estados Unidos foram alguns dos países que já noticiaram batidas e atropelamentos envolvendo a caça aos po­kémons, um deles ocasionando a morte de uma garota de 22 anos.

Colisões e choques são os tipos de acidentes mais frequentes no trânsito, mu­itos deles graves ou até mesmo fatais. E a distração é um dos principais motivos para essas batidas.

Por isso, se quiser sair à caça de pokémons no trânsi­to, procure alternativas. Pesquisas mostram que usar o celular enquanto dirige prejudica tanto nossa capacidade de perceber e evitar perigos no trânsito como dirigir alco­olizado.


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