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Olimpia, 07 de Fevereiro, 2016 - 16:56
Pastor Leonardo tú levou um chapéu mexicano legal do Zalém

Willian Zanolli

O pastor Leonardo parece que fez curso de gafes em alguma instituição de ensino superior. Vai ser bom de gafe assim no Paraguai.


Deve estar querendo entrar no Guiness Book, só pode.

Pouco tempo atrás falou que a merenda fraquinha que o Geninho servia nas escolas era regime de emagrecimento e virou motivo de zoeira.

Agora, em uma sessão legislativa, em que o professor Marcos Zalém foi fazer a defesa do plano de carreira do professorado não é que o pimpolho saltitante do Leonardo tentou dar um drible da vaca no Zalém.

Não tendo a habilidade do Neimar, nem o talento do Ganso, ciscou pra lá, ciscou pra cá, falou que o Marcos que vai além e que não dá bola pra torcida, não representava os professores, categoria que faz parte e que o plano de carreira já estava pronto para ser enviado para votação e que tinha sido discutido pela categoria.
 

E, na tentativa de finta fenomenal, Leonardo, o driblador de time de segunda categoria, alegou que o plano havia sido discutido pela categoria e que ele, Zalém, não participara dos debates.
 

Teria sido um drible legal, daqueles que desmerecem o oponente e faz a plateia gritar olé, só que, a tchurma do Zalém arrebentou em vaias.

Vaias que a tradicional vaidade do presidente Salata reprovou com os mesmos métodos de desqualificação da plateia como se fora preparado apenas para aplauso o grande circo da representação Legislativa.

E quando se imaginava que teria sido bem sucedida a tentativa do drible da vaca elaborado pelo pastor, com desconcertante habilidade, Marcos, que não marca na área, tomou a bola e lentamente em close-up foi aplicando um chapéu mexicano no fragilíssimo adversário.

Explicitando com correção e postura didática, como costuma acontecer com bons educadores, foi destroçando a narrativa pastosa e destituída de lógica do Leonardo aspirante ao Nobel das gafes.

Para não sermos extensos na trajetória que o chapéu mexicano traçou para deixar arreado no chão, estatelado, como ovo que cai das mãos no piso da cozinha, a pobreza argumentativa do pastor, diremos que Marcos lembrou que falava pela categoria por ser presidente da associação da categoria.

Até eu corei de vermelho nesta hora, como se explica que um vereador ocupa cargo que deveria ser de grande relevância para o município e pra os munícipes e não sabe que um professor conhecido e reconhecido por atuar em prol da categoria, a representa?

Seriam pequenos lances de um grande futebol?

Não saberia responder com clareza e, mesmo agnóstico, nesta hora assumindo a pastoral vergonha alheia pedi:

-Jesus, por favor, me abane.

E Zalém que não come nada adormecido nestes campeonatos da vida foi desmontando argumento por argumento, até que lhe cortaram a palavra, para em seguida dedicarem alguns segundos para concluir a sua fala.

Ai, completou-se o chapéu mexicano, a moda Pelé, merecedor do aplauso geral. 

Quando Zalém afirma que Leonardo mentiu, foi como se tivesse direito a todos os aplausos que o presidente vaidoso gosta de ter pra si e costuma dividir em conta gotas com os que o cercam.

 E assim terminou a participação de Marcos Zalém na Tribuna Beto Roda Presa, deixando nos últimos minutos de jogo, além do belo chapéu mexicano bem dado e merecido, a ideia de que a participação popular no Legislativo não parece ser bem vinda porque prova que falta ali imaginação, cria­ti­vidade, bom senso, e legisladores preocupados muitos mais em aparecer do que representar verdadeiramente o povo.

Para quem desejar assistir ao vídeo da gafe pastoral este foi postado na página de Zalem Gomes no facebook.

 


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