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Olimpia, 15 de Junho, 2014 - 21:09
De ÉÉÉÉ GOLLLLLL..., É Brasil

Do Conselho Editorial

Mergulhada em revoltas, verdadeiras ou falsas, fabricadas ou legítimas, que ganham as ruas e rezam a cantilena dos discursos desesperados da oposição por temor a reeleição, ou o grito dos desesperados que verdadeiramente anseiam por mudanças, mesmo não sabendo objetivamente o que desejam de seu país, a copa do mundo teve início.

Conquistada pelo governo passado, no início, após o anúncio da Fifa de que a copa seria no Brasil, políticos oportunistas, o povo em geral, recebida com euforia pelo fato de ser no país das chuteiras a Copa do Mundo.

Houve recuos motivados por razões justificáveis, e outras, na sua maioria dissociada do contexto da realidade, no frigir dos ovos, foi às ruas parcela da sociedade mobilizada pela falta de ações do governo nas áreas de transporte público, Saúde, Educação, reformas políticas, corrupção. 

E foram associando propostas desconexas e sem sentido no legítimo direito de manifestação, dando ao movimento uma característica misto de palavras cruzadas, difícil de interpretar, ou quebra cabeças complicado de montar, ou comprovando uma orquestração de fundo eleitoral, ou o próprio processo deficiente de politização da população que se vê descrente de tudo sem saber o que reivindicar para poder mudar.

Da excessiva confusão criada pela falta de orientação e mesmo de legitimidade social, visto que pesa sobre as manifestações a interferência nefasta dos Black Blocs, e de partidos políticos da extrema esquerda e da direita truculenta, nasceram os quebra-quebras e a arrogante índole pacífica, o brasileiro comum geralmente avesso a violência abandonou o movimento, diminuiu o número de participantes concentrando a nata do radicalismo na tentativa de detonar a copa do mundo e consequentemente a imagem do país no exterior.

Acreditava-se que a possibilidade de não haver copa era razoável de ser levada a sério, pois embora esvaziado, o movimento contava e conta com apoio econômico externo, o que possibilitou que filmes fossem gravados e exibidos no exterior com a intenção de mostrar um país perigoso e sem condições de abrigar a copa do mundo.

Páginas e páginas foram criadas na internet visando demonstrar que as obras de infraestrutura não seriam realizadas e que isto seria impeditivo da realização do campeonato mundial de futebol.

Dos aeroportos aos estádios, hospitais, metrôs, até rodoviárias foram alvos da psicótica visão do caos criados no laboratório da direita hidrófoba visando demonstrar que não teria Copa.

E ameaçavam como nunca ameaçaram os períodos mais terríveis deste país, passando pela ditadura do Marechal Deodoro da Fonseca, a terrível visão do Estado Novo de Getulio, a ditadura de 64, os Black blocks mascarados ameaçavam e batiam o pé, não vai ter Copa, não vai ter copa.

Um dos maiores tiroteios verbais de todos os tempos patrocinado pela sempre oportunista mídia nacional e pelos setores conservadores da sociedade, que visam sempre discutir, resguardar e manter seus interesses, nada compatíveis com o estado democrático de direito, ou com a visão anticorrupção, cuja ideia tentam vender.

Muitos ônibus queimados, muitas viaturas viradas, muita loja invadida, muitos bancos depredados, morte de um cinegrafista, muitas máscaras e poucos rostos mostravam a face da intolerância que gritava em todos os cantos, por todos os lugares palavra de ordem Não Vai ter Copa, Não vai ter Copa.

E a fúria, e a violência era tanta, que tantos acreditaram que fosse possível não houvesse este esperado campeonato, ou que seria um grande fiasco.

E no primeiro jogo, e no primeiro dia, aqueles que aplaudiram o anúncio de que a copa seria disputada no Brasil, governadores, prefeitos, deputados, senadores, os candidatos de oposição a presidência que eram favoráveis a copa no Brasil, temerosos de ligarem suas imagens a um possível fracasso do campeonato mundial realizado no Brasil, optaram por não comparecer ao inicio do campeonato.

Não foram e perderam a grande oportunidade, assim como perderam os Black blocks que tocavam fogo nas ruas, viravam viaturas da policia, depredavam bancos, destruíam lojas, de ver os olhos de milhões de brasileiros no Itaquerão, ou em suas casas, com os olhos quase marejados de lágrimas, com uma tristeza mais imensa que todos os oceanos do planeta quando Marcelo marcou o primeiro gol do campeonato mundial, contra.

 E devem ter perdido também o riso imenso da burguesia hipócrita que vibrou diante daquele gol visualizando seu desejo de derrota do nosso país nos gramados para reafirmar o discurso de caos e ódio que propagou.

E perdeu o que foi mais emocionante, quando ao contrário do oceano de lágrimas que o gol primeiro provocou, o gol segundo de Neymar, provocou um imenso alívio, uma profunda sensação de se sentir brasileiro por inteiro e representado ali pelos pés daquele craque, imensa a alegria do empate, que não interessava, nem viu e nem ouviu  os abutres que anunciavam que o fim do mundo se chamava Brasil.

 E quando houve o pênalti, não há palavras que descreva a emoção de toda gente que ama e deseja o melhor para o país, nem o amargo que deve ter percorrido o espírito maldoso e cruel da aristocracia que apostou no pior para voltar ao poder.

E quando Oscar fechou com chave de ouro, finalizou a vitória verde e amarela, trouxe de volta as ruas como sempre se sonhou, brasileiros, ou não, com rostos felizes e sem máscaras, com amores transbordantes e felicidade envolvente, sem ódio, revanche ou a tristeza enfurecida dos que querem ditar o deve ter e o que não deve ter um povo.

O curso da história demonstra que quando sai do fundo da voz de um narrador esportivo o que está contido na alma do brasileiro, o que é desejo de maioria, a nação se transforma e tudo vira alegria pura, e este grito foi dado neste primeiro jogo e ficará suspenso no ar até o último minuto da copa.

E aí não é possível medir o que é pior, se aqueles que querem sabotar a realização da copa por interesse eleitoreiro, ou se os doces bárbaros concretizando mais um mês inteiro de ópio para o povo esquecer justamente aquilo que se grita como arma contra a copa e que certamente pode se virar contra quem está patrocinando o próprio grito. De todo o modo, o povo grita por Saúde, por Educação de Qualidade, por Vida digna e, claro, ÉÉÉÉ GOLLLLLLL, É Brasil.

 


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