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Olimpia, 20 de Abril, 2014 - 16:38
Luiz pretende fazer omeletes não quebrando ovos?

Do Conselho Editorial
Semana doce, de Páscoa, de ovos e de chocolates, e também de Luiz que identificam como o do ovo.

Poderia ser doce, mas não é.

Sua pretensão de homenagear Itamar Borges, que alguns já chamam de Itamáfia, com o título de cidadão olimpiense, repercutiu muito mal esta semana.

Luiz, que ao nome se acrescenta o “do Ovo” por que talvez venda o produto, está suplente de vereador no lugar da suplente Cristina Reale, e perdeu grande oportunidade de continuar calado no seu canto neste momento em que seus pares sofrem desgaste por conta do abusivo aumento do IPTU.

Mas não, ao estilo Lelé, que brindou o autor do fechamento e posterior abertura  dos poços artesianos do Thermas, com homenagem legislativa, e viu dias depois o mesmo ser alvo de denúncias feitas por funcionários federais do órgão que servia e posterior afastamento de suas funções, resolveu fazer média com Itamar, que está de mal a pior em termos políticos.

Fez a tradicional média comum na proximidade das eleições; agora aparecem inúmeros salvadores da Santa Casa, como há vinte anos atrás; e a Santa Casa continua na mesma draga, inúmeros amigos da cidade, das entidades, da esquecida população, tudo em função da caça dos votos.

Como a cidade já tem a seu favor e contra o pedido de retirada do título de cidadão olimpiense dado ao Cutrale, e o título conferido ao Maluf que é procurado pela Interpol e não pode sair do país, Itamar será apenas mais um na galeria de fatos exóticos.

Isto sem sombra de dúvidas coloca Luiz, e não seus ovos, em situação que choca a população, pois demonstra um representante do povo ou em total falta de sintonia com a realidade ou em deboche total a necessária discussão da tão falada moralidade pública.

Itamar Borges, até que não seja denunciado, julgado, haja recorrido e tenha a sentença transitada em última instância, é e se reforça, para que não haja dúvidas, até que se prove o contrário, inocente nesta investigação sobre a Máfia do asfalto e outras que possa haver contra si.

No entanto, não é de bom tom, a menos que  não se ligue para a própria imagem, estar a oferecer títulos a alguém que terá pela frente um longo caminho para percorrer para provar sua inocência.

Isto tudo, em uma cidade que tem como olimpiense Paulo Maluf que já sentiu o desconforto do camburão da Polícia Federal e as algemas no pulso de procurado pela polícia internacional, os holofotes dos principais canais de televisão, capas de grandes jornais, poder representar pouco ou quase nada.

Do jeito que as coisas andam daqui a pouco uma das exigências para a concessão do título poderá vir a ser a ficha criminal dos pretendentes e não sua biografia.

Não é por enquanto o caso do Itamáfia, Itamal, que pode ficar Itapior, ou Itapéssimo, ou Itabom, depende dele comprovar que não houve sua participação na escandalosa Máfia do asfalto.

Até lá, por prudência, para não sofrer desgastes desnecessários, o homem público deveria aguardar ocasião melhor para homenagens que não vão representar ampliação de votos para o homenageado, e com certeza só irá trazer material combustível para alimentar o fogo eterno dos que sempre vêem pelos em ovos.

Luiz, ao que parece, foi, e ai é divagação, colocado nesta gelada talvez por sua inexperiência, talvez pela falta de habilidade política, raposas velhas não entrariam neste galinheiro recentemente asfaltado com qualidade duvidosa, cheirando a piche superfaturado, de onde só se sai com penas nas mãos.

E é exatamente isto, que alguns não deveriam, mas irão, por amizade e solidariedade, sentir do Luiz que não sabia que não há como fazer omeletes sem quebrar ovos.

Poderia, caso fosse seu desejo, agradar ao deputado em baixa na opinião pública, sendo este período pascalino, presenteá-lo com um achocolatado ovo, carregado de bombons, para adocicar o período de fel que passa o homem público, e não amargar com inúteis futilidades sua passageira suplência.

 


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