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Olimpia, 09 de Março, 2014 - 17:21
Os salários dos funcionários públicos municipais

Do Conselho Editorial

Enfim, parece que terminou, ou não, a pretensa encenação em relação a possível negociação desenvolvida entre o Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais e a administração pública local.

A pauta de reivindicação pedia um aumento na ordem de 6,5% por cento, a inflação no período acumulou 5,91%, pouca coisa acima do índice inflacionário era o pedido do funcionalismo.

O reajuste concedido ficou na ordem de 4,91, um por cento, portanto, abaixo da inflação, que será pago ao funcionalismo retroativo ao mês de janeiro, o que fará com que os funcionários recebam o salário de fevereiro com quase 10% sendo que 4,91% se refere ao mês de janeiro.

No entanto, uma categoria toda especial no funcionalismo público municipal foi premiada pela criação da meritocracia e receberá um pouco mais, ou seja, 15,82% nos salários deste mês.

Estes 25% por cento do funcionalismo que fizeram o dever de casa de forma melhorada, de maneira mais perfeita, mais dentro das exigências do grupo de Eugênio, José, foram beneficiados com um aumento diferenciado.

Os outros 75% por cento do funcionalismo sentarão no milho, irão para a solitária, curtirão o seu Glasnot, seu freezer, sua geladeira econômica, até que aprendam direitinho as lições dos grandes mestres da máquina pública.

Doutores da eficiência que, observando atitudes, pensamentos, proximidades políticas, talvez, menos que resultados, como imagina um sem número de funcionários descontentes por terem sido discriminados pelo método meritocrático, premiam uma quantidade de funcionários com um porcentual maior de aumento.

Aos que sobram, ao resto, o aumento fica abaixo do índice inflacionário, o que pode não ser tão justo assim por deixar a sensação de que estes setenta e cinco por cento do funcionalismo, além de não verem reconhecidos seus méritos ainda foram castigados pelo baixo desempenho recebendo menos que a reposição que a espiral inflacionária deveria repor.

Embora o poder público e o próprio Sindicato tenham adiantado que as negociações prosseguem e que o aumento da categoria poderá vir a ser acima dos 6,5% por cento pretendido pela categoria, neste momento, grande parte da categoria está incomodada com o fato de ser preterida pela visão do mérito e se sente castigada por ter um por cento a menos na reposição salarial, como se isto fora reprimenda pelo pouco trabalho apresentado.

A intenção do governo Geninho neste quesito, do aumento por  merecimento, embora cheire a demagogia e populismo barato, bandeira para campanha eleitoral futura, dando a impressão de ser um preconceito inconcebível, pareceu ter sido um tiro no pé das pretensões eleitoreiras do primeiro mandatário, se é que foi por isto que foi implantada a inovação.

De um lado não agrada os que se sentiram com méritos, pois o aumento é sem sombra de dúvidas uma migalha, tipo dar um croquete, uma empada para um faminto no meio de um banquete, do outro lado, deixou enfurecida a grande massa preterida no aumento por mexer com brios, com indiretamente alertar para a falta de eficiência, boa vontade, disposição.

Importante notar que as negociações continuam e que o Poder Executivo informa que a reposição da inflação será reposta aos salários do funcionalismo algum dia, depois de se analisar a robustez, as vitaminas adicionadas ao orçamento em forma de aumento de impostos e taxas, e a resistência da folha de pagamentos, que pode, segundo alguns, estar batendo no teto das exigências da lei de responsabilidade fiscal.

Depois disto, os funcionários públicos municipais poderão, e não interpretem mal o texto, poderão, não significa que serão, ser contemplados com o quase nada que falta para recuperarem a inflação do período.

Até lá se contentem com o mínimo do mínimo, melhorem sua performance, que no ano que vem, se, repetirem, se, fizerem tudo que a cartilha da Meritocracia Genial impõe, quem sabe, talvez.


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