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Olimpia, 09 de Fevereiro, 2014 - 19:12
A censura de quem deveria falar

Do Conselho Editorial

A decisão do secretário Paulo Marcondes no sentido de colocar freios nos secretários municipais impedindo-os de dar entrevistas para os meios de comunicação pegou muito mal.

O governo de Eugênio José tem uma característica ditatorial, voltado para o que há de mais retrógrado na política nacional; o DEM, partido ao qual o prefeito é filiado tem um histórico reprovável em termos de democracia.

O Democrata, que de democrata só tem o nome e nada mais, é a sobra da sobra do que sobrou da antiga Arena, partido que apoiou e sustentou o golpe militar de 1964.

Envergonhado do período nazifascista que endossou e com a pretensão de ludibriar a população que historicamente vai esquecendo desmandos e roubalheiras ao longo dos anos, cometidos pelos políticos, foi o partido mudando de nome.

De Arena se transformou em PDS que virou PFL e acabou DEM, depois de cada escândalo idêntico ou maior do que o que envolveu Arruda, ex governador de Brasília, Mensalão do DEM, a agremiação trocava sua identificação para tentar se resgatar.

E chegou neste fundo de poço em que agora se encontra, pedindo corda para sair do abismo, ou para se enforcar de vez, visto que as próximas eleições podem definir o final ou não do partido.

Perdeu representatividade e espaço na vida pública, exatamente por que não conseguiu se divorciar de seu casamento com a ditadura, como as velhas raposas perdeu pêlos mas não perdeu vícios.

E entre os muitos vícios que geralmente os partidários do DEM evidenciam quando no poder, sobressalta este, do desejo de censurar os que se opõem a seus governos pautados pela fisiologia e pelo populismo.

Governos com vocação faraônica, voltado a grandes obras, que não observa a questão humana, que não dialoga com a sociedade, contrário a isto tentam colocar camisa de força nas lideranças que possam fluir, intervêm em associações, aniquilam manifestações, não permitem que nada aconteça sem que haja a participação do grupo.

Não bastasse, buscam impor o pensamento único em total desrespeito a diversidade e em descompasso flagrante com a modernidade que avança passos largos na direção da socialização da informação.

Paulo Marcondes no xadrez político é uma peça de relevância minúscula que, desatento a própria fragilidade, se convenceu e tenta convencer os menos hábeis, cuja percepção das propostas das insignificâncias não atenta para o ridículo de certas proposições, pensa ele que é capaz do convencimento da maioria através de suas argumentações e sofismas decadentes para o terceiro milênio.

Nada mais é o super secretário que um simples papagaio de pirata que se imagina capitão da embarcação.

É aquele que, pelo que se depreende nos bastidores, a tripulação gostaria de já ter jogado ao mar, para ser transformado em tira-gosto de tubarões.

O verdadeiro capitão do navio, que deve, nesta decadência que se encontra, navegando em mar bravio com ondas denuncistas e envolvimento em situações escabrosas, inflar seu ego, visto que às vezes é necessário sacrificar um boi as piranhas se a pretensão for atravessar o flagetão.

Sim, Marcondes é o que blinda, ou pensa que blinda aquele que manda e quer posar de bonzinho, para tanto precisa de um censor maldosão, que não permite que os secretários falem aos sistemas de comunicação.

Pegou muito mal, pois provou que o secretariado está como tudo, dissociado completamente deste governo que cheira a desorganização e decadência, onde ninguém se entende e nem entende o que se pretende, por não estar explícita a pretensão.

Em suma é um desgoverno, pois governo é algo mais sério e mais profundo, calcado em propostas e planos de governo inteligíveis à sociedade que pretende representar.

Se os secretários que Eugênio José escolheu nada entendem do que deveria ser a sua plataforma de governo, nada mais coerente que não falem nada visto não saberem nada acerca do nada que desgovernam.

E o que explicitou a falta de sintonia do governo do Geninho com a sociedade local foi a censura imposta por seu governo através de Paulo Marcondes, a ponderação do mesmo Marcondes quando questionado que a imposição era uma forma de censura tentou argumentar que não era, evidenciou em sua fala que não sabe nem o que é censura, o que o torna parte integrante do universo de mediocridade de um governo que já não sabe a que e por que veio.

 


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