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Lançado cartaz do 46° Festival do Folclore PDF Imprimir E-mail
Qui, 22 de Julho de 2010 19:33

Assessoria/Redação
O cartaz promocional do 46° Festival Nacional do Folclore (Fefol), que será realizado no período de 7 a 15 de agosto, no Recinto de Exposições e Atividades Folclóricas Professor José Sant’anna, zona sudeste de Olímpia, foi apresentado na noite da quarta-feira, dia 21, durante evento realizado na sede social do Parque Aquático Thermas dos Laranjais, zona norte da cidade, embalado ao som de músicas que nada têm a ver com folclore.

O evento que também nada tinha de folclórico mostrou o cartaz que este ano homenageia o Estado do Paraná, estampando mais uma vez a imagem de um grupo parafolclórico.

Em entrevista ao final do evento, a coordenadora dos Festivais de Olímpia, professora Maria Aparecida de Araújo Manzolli, Cidinha Manzolli, afirmou que ainda está na expectativa de que sejam liberados recursos de projetos enviados esta semana à Secretaria de Estado da Cultura e, por esse motivo, não poderia adiantar mais novidades e nem atrações inéditas.

Manzolli estima que a organização do festival de 2010, custará, no mínimo, R$ 600 mil, aproximadamente. Ela explica que sempre houve dificuldades para conseguir recursos públicos para a cultura popular, não apenas em Olímpia, mas em todo o País, mas está "esperançosa com as aberturas que obteve nas áreas federal e estadual".

Ainda na quarta-feira, ela revelou que "teve um aceno de que, este ano, teremos um recurso melhor, talvez na ordem de R$ 400 mil, mas vai depender da captação nas empresas".

O restante seria bancado pelo município. Cerca de 70 grupos estão convidados, representando 19 Estados, e dependem da disponibilidade financeira do evento que, segundo a coordenadora, a decisão sairá nos próximos dias, já que restam duas semanas para o início do Fefol. “A gente chora para fazer Cultura popular neste País", desabafou

DIFICULDADES E OTIMISMO
Antes, durante a cerimônia, a coordenadora classificou o Fefol como “mágico” (sic), justificando: "É sempre assim, a gente começa com grande angústia, correndo atrás do secretário, do prefeito, e quando vai chegando perto, ele acontece, ele é mágico".

Emocionada, ela pediu para que os olimpienses "não deixem o Festival acabar, lutem por ele, ele é nosso, nós vamos passar, mas ele tem de permanecer, e todo olimpiense tem de se orgulhar de viver na capital do Folclore".

Já o prefeito agradeceu o empenho da comissão organizadora que "há vários meses vem se reunindo e debatendo na busca de novos caminhos, de mais criatividade, de como fazer um Festival de Folclore bonito, diferente, porque cada ano que o Fefol existiu, trouxe uma expectativa diferente, às vezes inovou, muitas vezes acertou e, em outras vezes errou, esse é o verdadeiro espírito do nosso Festival".

O prefeito disse que, a exemplo do que ocorre em toda a Nação, onde cada brasileiro "é um técnico de futebol", em Olímpia "cada um se acha o dono do Festival, e aí surgem críticas porque, no fundo, todos querem um evento cada vez melhor".

Entre as novidades desta 46ª edição, o prefeito anunciou que haverá o retorno das grandes barracas centrais do Recinto serem comandadas pelo Fundo Social de Solidariedade e entidades assistenciais, como o Educandário Frei Roque Biscioni e Paróquia São José.

Outra será a inclusão de parte do acervo do Museu de História e Folclore da cidade dentro do Recinto através de um 'mini museu: "Será uma inovação, assim como foi a Casa do Caipira no ano passado, mostrando a história de Olímpia, do Festival e do Folclore brasileiro".

 
Última atualização em Qui, 22 de Julho de 2010 20:50
 

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